Eduardo de Ávila
Cá estou eu sendo cobrado na noite da segunda-feira, justificadamente, pelo envio do texto de hoje para edição. Putz! Expressão usual, que certa vez foi condenada pela então síndica no grupo do meu condomínio como palavrão. Muito menos chulo que o patrulhamento da distinta e douta ditadora de plantão. Mas que relação tem isso com onde pretendo chegar? Tudo! É simples, acho, viver exige conduta para se ajustar – sempre que possível e sem submissão – ao meio que o destino nos reservou.
À propósito, nossa língua pátria – por ação de certos apátridas – vem sendo abandonada. A serviço do imperialismo e subordinação que alguns poucos tentam impor ao Brasil e aos brasileiros. Esse vídeo, divertidíssimo, me provocou sentimentos gostosos e interessantes. De boas gargalhadas até uma profunda reflexão. Nosso português, o brasileiro, é riquíssimo e abdicamos de palavras e expressões para valorizar língua do imperialismo estadunidense. Esculhambação! Assistam!
É nosso dever resgatar, língua e soberania, em nome da nossa brasilidade. E, em meio a essa reflexão, optei por passear pelo meu pensar sobre tudo ao meu entorno. Já enchi o velho e cansado saco, como diria o saudoso tio Hélio, contando minhas estrepolias com a busca da cura de um renitente câncer. Estou iniciando já na manhã desta terça-feira a última fase para matar de vez esse exército bandido, seguro que – outra vez – sairei vitorioso. Persistência, determinação, leveza e luta nunca me faltaram e sempre andaram de mãos dadas comigo.

Aí me veem outros assuntos de momento, cujo minha participação vem desde os tempos de criança e adolescência. Meu time do coração. Segredo nenhum, é o Clube Atlético Mineiro (associação, saf é situação circunstancial), que atende pelo nome de guerra conhecido e reconhecido. Gaaalooo! Sou Atleticano assumido e publicamente anunciado por onde caminho. Nem por isso quero o fim dos meus rivais, embora reafirme meu desejo de derrota-los sempre. No campo de jogo, claro! Amanhã é dia do principal deles. Afinal, sem querer tumultuar, “líder e vice líder, é tudo meu freguês”. De volta ao papo reto e sério. A rivalidade é saudável e alimenta nossa convivência, desde que com respeito. Eu tenho consideração e grandes amigos desses dois clubes, não são meus inimigos. Até em família, pais e irmãos, e mais – no caso de Minas Gerais – se um fica em baixa o outro também perde força.
E nas escolhas de ordem política, onde sempre me orientei por propostas de ordem econômica e social, diferente de quem torce por um lado como se fosse o time de futebol do seu coração. Que tristeza! Falta racionalidade, se apegam a fakes e debatem o que nem entendem. Os grandes interessados nesse embate, via de regra, financiam representantes em eleições que seguem à risca sua missão de pregação em favor da desordem institucional. Posso não gostar de A ou de B, mas isso não me sugere odiar e mentir a mim mesmo por desejar o pior ao adversário, ainda que seja prejudicial ao país. Tenho evitado esse assunto, sem perder a militância na resistência.
E assim, vivendo e aprendendo, sigo lutando e oferecendo minhas convicções por um mundo mais justo, solidário e igualitário. Em alguns momentos com leveza e em outros com a dureza que o velho saco sugere. Uma coisa ficou clara. As assombrações sumiram do meu espaço territorial. Bom para ambos, eu e essa gente. Não dou liberdade para obcecados, xaaatos (de qualquer lado), enfim malas de qualquer natureza entrar no meu universo ou ao seu entorno para aguçar suas frustrações. Minha roda de relações diminuiu bastante, mas minha satisfação aumentou consideravelmente. Com isso, estou vencendo o tumor, com boa dose de ironia; curtindo o meu time, sem desrespeitar o adversário; lutando por um país melhor e mais justo, ainda que presenciando pessoas tão queridas na contramão da solidariedade. Sigamos!!!
Ótimo texto, amigo, parabéns.
Ótimo texto, amigo, parabéns.
Na existência terrena caos e cosmos se alternam. Texto realista. Amei. Patrícia
Excelente texto. PARABÉNS!
Excelente texto! Parabéns!
Caro amigo Dudu!
Como sempre você mostrando sua alma soberba, num plano superior e uma grande vontade de viver numa resiliência admirável. Tu és um exemplo a ser seguido. Que Deus te guarde. Um abraço deste amigo.
Estamos juntos nas lutas contra os adversários comuns… e incomuns. Abraços, querido!