Sobre umbigos, dentes e outros tesouros - Fonte: Pixabay

Sobre umbigos, dentes e outros tesouros

Daniela Piroli Cabralcontato@danielapiroli.com.br Outro dia, uma amiga muito refinada me perguntou por que eu não gostava de usar jóias. Eu respondi que, na verdade, não era o caso de não “gostar”, era mais pela falta de “envergadura” para comprá-las e também pela ausência de coragem para usá-las no meu dia-a-dia, dado o país violento em que vivemos.  Lembro-me que, quando eu completei 15 anos, ganhei … Continuar lendo Sobre umbigos, dentes e outros tesouros

Rabiscador de despretensiosas palavras

Eduardo de Ávila Caríssimas e caríssimos, sem maiores intenções e me valendo de ir até a minha Araxá, fiquei levitando e fazendo uma regressão de doces memórias. Envolvido nessas lembranças, uma situação de vestibular com esse poema de Manoel Bandeira e a forte vivência daqueles tempos de criança e adolescência, embalei numa versão pessoal desse passado que sugere pensar em futuro. Sim, diante desse presente … Continuar lendo Rabiscador de despretensiosas palavras

Os verdadeiros patriotas são nacionalistas

Tenho me contido, mais que consigo, por evitar essa resenha. Mas, contudo, todavia, entretanto se faz necessária essa superposição de conectivos para enfrentar a redundância tosca em oposição aos costumes que nos orientaram ao longo da vida. Alguns em mensagens reservadas e outros atrevidos ousando querer ensinar aquilo que aprenderam no grupo de whatsapp. Para se ter uma noção do nível desses beócios, um deles … Continuar lendo Os verdadeiros patriotas são nacionalistas

Cenas da cidade e casos do cotidiano

Essas mudanças de hábitos dos tempos atuais, especialmente no cenário urbano, ainda me assustam – em alguns casos são agressivas – e nem sei se vou conseguir (se é que quero) me adaptar à essa nova (des)ordem da humanidade. Sou dos tempos do banco lá da praça, como diria Ronnie Von, “foi lá que começou o nosso amor”. E foram muitos e em bons tempos. … Continuar lendo Cenas da cidade e casos do cotidiano

A Casa da Tia Ruth

Rosangela Maluf Sempre digo que, ao longo da minha vida, tive três mulheres excepcionais entre aquelas que muito me marcaram: minha mãe, mulher maravilhosa, grande amiga, bem humorada e muito engraçada. Uma mulher extremamente divertida, inteligente, batalhadora, moderna. Uma cabecinha privilegiada, colocando-a anos luz à frente do seu tempo. Depois a minha tia Ruth que ornamentou com flores, cores, fogos e festas a minha infância … Continuar lendo A Casa da Tia Ruth

Eleitores, apertem os cintos!

Lá vem o Brasil, descendo a ladeira! A frase do João Gilberto, despretensiosamente e distante de qualquer crítica social, virou samba com letra e música de Moraes Moreira. Ao longo dos tempos, já por décadas, até os dias de hoje é utilizada para debochar das frequentes crises econômicas, políticas e sociais que o povo brasileiro convive em meio ao antagonismo de interesses eleitorais de dois … Continuar lendo Eleitores, apertem os cintos!

A melancolia saudável dos nossos tempos

Não estou, por mais que tenha parecido ou sugerido em postagens recentes, passando por processo de apatia e/ou tristeza. Um amigo querido – o intrépido, irreverente e atento jornalista Eduardo Costa -, me liga e sugere um cafezinho. Temos boas, longas e divertidas prosas costumeiramente onde falamos de tudo, inclusive de futebol e política entre outros temas que nos aproximam desde tempos de mil novecentos … Continuar lendo A melancolia saudável dos nossos tempos

Viver a vida como ela é

Em que pese os percalços pelos caminhos, o saldo da nossa existência sempre foi e será altamente positivo. Ainda que o financeiro seja no limite, para alguns até no vermelho negativo. Vivi tempos nessa última condição econômica, até que depois de muito embate pessoal mudei o jogo. Não diria que tinha vida desregrada, mas extrapolei bastante com excessos que poderiam ter sido evitados. Entre os … Continuar lendo Viver a vida como ela é

Qual é a sua, Eduardo?

Tive de responder essa pergunta semana passada mais de cinco ocasiões, sem ter chegado a dez vezes. Tudo em função do texto da última terça-feira aqui neste espaço Mirante. A intenção era somente e exclusivamente de um desabafo sobre o desconforto que as campanhas eleitorais, pós redes sociais, ter virado um lixo eletrônico. Contaminaram as relações familiares e pessoais, algo que desde a minha infância … Continuar lendo Qual é a sua, Eduardo?