Skip to main content
 -
Daniela Piroli Daniela Piroli

Psicóloga clínica, graduada também em terapia ocupacional, curiosa sobre a vida e o mundo humano.

Eduardo de Ávila Eduardo de Ávila

Advogado e Jornalista sugere debater e discutir – com leveza – situações que vivemos no nosso dia a dia.

Guilherme Scarpellini Guilherme Scarpellini

Jornalista que se interessa por tudo o que a todos pouco interessa. E das beiradas, retira crônicas.

Rosangela Maluf Rosangela Maluf

Professora universitária na área de marketing e nas montanhas de Minas lê, escreve e sonha!

Sandra Belchiolina Sandra Belchiolina

Psicanalista, consultora de viagens, amante da vida, arte e cultura na sua diversidade. Vamos conversar de viagens: nossas e pelo mundo.

Taís Civitarese Taís Civitarese

Pediatra formada pela UFMG. Trabalha com psiquiatria infantil e tem um pendor pela filosofia.

Victória Farias Victória Farias

Jornalista e estudante de Relações Internacionais, além de editar o blog fará uma crônica semanal do nosso cotidiano.

Fim do livro eletrônico

EyeEm/GettyImages
Guilherme Scarpellini
scarpellini.gui@gmail.com

Lá em casa só mesmo as traças e baratas e toda sorte de monstrengos que habitam as gavetas escuras desfrutam da biblioteca. Explico. Guardo uma biblioteca na gaveta do armário — um desses leitores eletrônicos, o Kindle, que armazena meio milhão de livros num objeto do tamanho de um livreto de bolso.

Estão todos os clássicos lá dentro, a um touch de distância — Vidas Secas, Os Sertões, Grande Sertão e, mesmo, a saga Harry Potter inteira — por que não? E ao que depender de mim, não sairão de lá antes de caírem ao domínio público por três vezes e apodrecerem no quinto dos gaveteiros.

Ora essa! Livro para mim é livro de papel. Lê-los num dispositivo eletrônico seria o mesmo que comer sushi usando garfo e faca: os fins contrariam os próprios meios; e comprometem-se os sentidos, a experiência, enfim, o sabor da leitura.

Ninguém me convencerá do contrário. Nem me venha com essa de que carregar o peso das mil, quinhentas e dez páginas de “Os Miseráveis” (Martin Claret) ou dos três volumes de Guerra e Paz (Companhia das Letras) é nada prático.

Pois fique sabendo que só não é mesmo nada prático, como também é desconfortável, desengonçado, penoso, doloroso, mas que saber? está tudo bem. Passamos muito bem, obrigado, nós, que preferimos ler livros a ler computadores.

E não estamos sozinhos. Prova disso é que as páginas de pixels nunca chegaram perto de fazerem as vezes dos bons e velhos papel e capa dura no mercado editorial. As vendas de e-books despencam a cada ano.

Nem precisaria citar os números da derrocada. Pois há tempos, o mais ácido dos mineiros mais bem-humorado das Alterosas, o produtor e autor de livros e jornais e revistas de papel, enfim, o Ziraldo, já profetizava o futuro sem futuro dos livros eletrônicos.

Ao centro de um desses Roda Viva, da TV Cultura, perdido no tempo — mas possível de se encontrar no Youtube, mais precisamente ao final da coluna —, o pai de O Menino Maluquinho resistia a uma chuva de petardos, a favor dos livros eletrônicos, provocada pelo publicitário Antônio Rosa Neto.

— Mas você vê impedimento nesta portabilidade de um livro digital?

— Olha, eu gosto de cheiro de livro… Eu gosto…

— Mas você coloca um cheirinho nele…

— Eu gosto de Malva dentro do livro, violeta dentro do livro… Marca de lágrima… E no livro você tem que grifar, anotar no pé de página, essas coisas…

— Não, mas ele permite. Eu preciso te mostrar este livro. Ele é digital e você faz anotação digital, e você grava, aperta um botãozinho, grava aquela página…

Da roda de entrevistadores, o parceiro do Ziraldo de O Pasquim, o cartunista Jaguar, interferiu na pendenga, levantando a bola para o amigo:

— E esse livro eletrônico, a gente pode levar para o banheiro?

— Pode sim! Ele é portátil, pequeno, muito prático e fácil. E você pode levar para o banheiro…

Ao que o Ziraldo, sem a menor piedade, cortou:

— É, mas não pode limpar com ele…

Todos caíram na risada. Era o início do fim do livro eletrônico.

122 thoughts to “Fim do livro eletrônico”

  1. Pois eu amo livros, tenho muitos, inclusive bem antigos, que são da primeira metade do século passado e mesmo assim amo meu Kindle e não o dispenso por nada! Acho que o importante mesmo não é se um é melhor que o outro, cada um consegue os benefícios que quer em cada experiência! Para mim o mais importante é o conteúdo e que a leitura, seja através do papel ou de qualquer tipo de tela, seja mais e mais difundida chegando a mais pessoas e se popularizando mais, inclusive entre aqueles das novas gerações. Um abraço e sucesso!

    1. Concordo em gênero, número e grau… Não importa o formato, mas sim o conteúdo, as experiências que a leitura trará. Gd abraço.

  2. Desde de pequena sempre gostei dos livros físicos, passava horas em bibliotecas lendo-os. Com a chegada da internet ficou ainda melhor porque eu podia pedir livros online (que eram baratos com relação as lojas físicas). Mas desde 2012 tenho preferido utilizar o Kindle por diversas razões, gosto de ler coleções e, dificilmente posso achar os livros físicos das coleções que leio em um mesmo lugar, sendo necessário passar dias e até meses procurando os livros que eu quero; além disso, moro na região norte do Brasil e para um livro chegar aqui é em torno de 30 dias úteis, fora o frete que, hoje, chega a ser o dobro do valor do livro.

  3. Tenho um Kindle e adoro ele. Ele até reavivou meu hábito de leitura que ficou adormecido por um tempo. Hoje em dia não compro mais livros em papel e chego a ler uma média de mais de 5 livros ao mês. Espero que haja um novo investimento neste mercado.

  4. Desde que ganhei um Kindle de presente, passei a ler mais como nunca tinha feito antes, consegui retomae esse ótimo hábito que a vida adulta vinha me tirando aos poucos sem eu nem perceber… pode ser que para você essa tecnologia não seja interessante, mais concerteza é bastante útil, prática e econômica para outros!

    1. Precisa ler mais … conseguiu emendar dois erros: “mais concerteza”
      … chegou a doer!

      (caso se interesse, o certo seria “mas, com certeza é bastante útil”.)

  5. Manda uma carta para que eu possa ler seu texto! 🙂
    Brincadeira não leio um livro físico de forma séria a anos, apenas leio arquivos digitais, livro físico apenas os cartonados para meu filho.
    Sério o Kindle me trouxe o hábito de ler novamente, quando não o uso leio pelo celular, ano passado li sem pressa 15 livros, alguns mangás e HQs, o que para mim fora bastante , acostumado ler 4 a 5 livros no ano fora um salto e tanto.
    Outra coisa interessante é a quantidade de conteúdo, antigamente ficava preso aos clássicos e besta sellers do momento das prateleiras, nas livrarias do interior do Paraná ficava mais engessado ainda, o que não em impediu de ler senhor dos anéis, o guia do mochileiro das galáxias, os livros do André Vianco, Dalton Trevisan, entre outros, mas pelo Kindle encontro livros de 5 reais de autores que não conhecia, e por esse valor posso me aventurar, e ter algumas boas surpresas.
    Se puder me indicar algo de ficção científica ficaria grato, ser for aquele hard sci fi melhor ainda.

  6. Sua análise é tão superficial. O livro como item de consumo é muito mais atrativo que um livro digital. Você nunca leu livros digitais, se apega ao passado e por isso não enxerga o futuro. O problema está no preço praticado pelas editoras. Você pode não concordar, mas volte neste comentário daqui a alguns anos.

  7. Seja saudosista mas tente enxergar, e respeitar, o novo.
    Se fosse pelo motivo apresentado, ainda estaríamos escrevendo/lendo em paredes de pedra.

  8. Guilherme,
    Entendo seu ponto de vista. Mas o que se vê é justamente o contrário: Cada vez mais as pessoas estão adotando livros digitais e deixando os livros encadernados de lado.
    Livrarias como a Cultura, Saraiva e outras pedindo recuperação judicial. É triste de se ter uma realidade dessa, mas é o momento atual.

  9. Amo o livro convencional mas me diga quantos brasileiros tem condiçoes de adquirir um bom livro ? Se eu tivesse eu teria uma biblioteca na minha casa , mas infelizmente não posso e os livros eletronucos são a minha sorte !!!

  10. Não concordo não. Acredito que assim como o cartão de crédito não substituiu o dinheiro, mas são formas diferentes de pagar. As vezes eu pago com dinheiro, as vezes com cartão. A mesma coisa com os e-readers e os livros físicos. Gosto de ter os mesmos livros, tanto físico como no formato digital. As vezes estou em viagem e não levei nenhum livro, sobra um tempo eu corro no Kindle. As vezes tô em casa, e quero pegar e tocar o livro em papel. Formas diferentes de ler para momentos diferentes, um não exclui ou elimina o outro.

  11. Quanta bobagem. Fora da realidade. Um livro em papel custa 5 a 10 vezes mais que um e-book. Com a crise atual, os brasileiros não têm recursos para comer, imagine pagar 40, 50, 100 reais por um livro.

  12. Eu tenho um kindle e amo foi um dos melhores investimento que fiz. Posso ler a qualquer hora e lugar sem muito peso para carregar. Meus romances sempre em dias. ❤️❤️❤️❤️

  13. Até pq kindle tem pixel. Se informa um pouco mais, kindle não usa pixel, e nem machucar o olho. Se não gosta dele é pelo peso, sla. Até mais barato um livro eletrônico. O investimento compensa

  14. Quando me deparo com textos com este teor crítico, dos quais não me compadeço, eu rio; eu quase oceano. Engraçado citar YouTube, no lugar da “esquecida” TV, mas nem é isso que me intriga. O fato é que as tecnologias evoluem, as novas gerações que estão por vir, e as que já se me vieram – e já se fazem aqui – não ligam pra cheiro de livro, não. Gostam do “share”, são outros idos tempos que estão se indo, saudosismo é bom pra gente velha; que haja um grande abre-alas para as novas formas de ler! Que é isto, de fato, o que importa – LER.

  15. Tem gente que tem fetiche pelo objeto livro. Já eu, me ligo mais no conteúdo. Nem uso Kindle. Leio direto no celular. E quando estou com preguiça, ponho ele para ler para mim e fico só ouvindo. Cm olhos fechados e dando asas a imaginação.
    Mas entendo que existem pessoas que se ligam mais em forma do que em função. Ainda bem.

  16. Um pouco de ignorância. Prefiro o papel, porém possuo Kindle e o uso com muita frequência. O importante é o conteúdo e não a forma de leitura.

  17. Bom para min você esta sendo uma pessoa que pensa em si mesmo e esquece que tem muitas pessoas como eu que esta desempregada e se não fosse o livro digital eu não teria condições de comprar muitos dos livros que ja li, foi dessa forma que fiz para ter acesso a dois curso técnico con bolsa e agora curso superior pelo Prouni, ler não importa onde for, o que importa que as pessoa possam adquirir conhecimento de forma barata, e só para consta muitos escritores se beneficiaria dessa tecnologia, pois dessa forma muitas pessoa compram seu livros digitais, gerando capital para seus autores e adquirido por um valor mínimo que cabem no bolso de qualquer um. Por isso antes de criticar os pixel do seu klind velho, esperimente ler usando um celular top ou tablet com resolução boa!

  18. É claro que uma geração que sempre leu no papel tem dificuldades com uma mudança dessas. Mas isso não será um impedimento para a próxima. E cada um com a sua preferência, sem problemas e sem críticas mútuas. Afinal a coisa mais normal do mundo é a resistência a mudanças, apego ao passado, nostalgia, essas coisas…

  19. Na minha opinião um meio nem sempre anula o outro, o que acontece muitas vezes é a maior democratização de mídias. A TV não anulou o cinema (enfraqueceu as salas de cinema) mas a arte persistiu fortemente, sendo que agora com muito mais público, tente imaginar um garotinho da periferia da cidade de Arapiraca em Alagoas indo a um cinema, mas hoje em dia esse mesmo garotinho tem acesso a uma TV ou um smartphone onde pode ver filmes. O livro físico no Brasil é caro, já o digital você encontra títulos gratuitos na amazon ou na saraiva, pelo preço de um box do Senhor dos Anéis você poderia investir em um leitor digital e ter um acervo maior que muitas bibliotecas.

    Eu curso História e mais de 90% dos livros que leio para as disciplinas são digitais, usando principalmente meu Kindle, eu não teria condições financeiras de obter o físico de todas essas obras.

    Existe sim um saudosismo pelo papel, pelo cheiro, pelo ato de virar uma folha, assim como sentar em uma poltrona para ver um filme em tela grande, mas quantos de nós podemos nos dar o luxo dessas vontades? Será que por não seguir esses requisitos o que não tem condições deixaria de ter o direito do acesso a essas mídias? Respeito sua opinião e concordo que é uma manifestação pessoal, mas após escrever esse comentário irei continuar minha leitura de Terra Sonâmbula no meu Kindle.

  20. Desde de 2013 eu leio livros no celular, antes do smartphone eu baixava os livros em formato TXT. Agora eu baixo em formato Epub e leio no playlivros, sou uma leitora assídua, nunca estou em um livro. Se eu tivesse comprado todos esse livros que já li até hoje teria que ter uma casa só para guardá-los, sem contar a grana. Na minha nuvem tem mais de 500 livros, sempre estou baixando mais e mais.

  21. Que bom que essa é só a sua opinião. Se fosse a morte do livro digital, a Amazon não lançaria a cada ano novos Kindles. Você pode ficar com o seus livros de papel, só não pode ser chato falando asneiras. Eu fico com meu Kindle e com mais espaço em casa.

  22. Tenho e uso ambos, hj mesmo usei meu kindle. A vantagem dele é a portabilidade, Levis tds os meus livros em pdf para onde eu quiser, mas nada substitui o cheiro de livro novo!!! É inebriante!!!!! Mesmo sendo caro!!!! Amo amo!!! Tenho e uso ambos e cada um tem seu espaço e momento!!! Acho que é muito forte afirmar que é o fim dos livros eletrônicos!!! Há espaço para tds!!!! Dependendo do bolso, necessidades e preferências de cada indivíduo!!!

  23. Eu leio em média três livros por semana, dos gêneros ficção científica, fantasia e terror e digo, livro físico nunca mais.
    Primeiro porque pela quantidade eu nem teria espaço em casa, depois porque a maioria deles sequer é publicada no Brasil. E tem ainda a questão do preço, livros digitais geralmente custam, hoje, a metade do valor de um livro físico, porque já comprei livros que custaram um terço.
    E sim, no começo é estranho, mas depois que acostumamos a praticidade do livro digital é incomparável, isso que leio no tablet, o Kindle é ainda melhor para leitura.

  24. Devem ter feito a mesmo comparação na época do vinil, mas os saudosistas serão sempre assim, não abraçam a passagem do tempo, e ainda tendem a criticar sem fundamentação. Entendo a sensação da leitura física, mas a cultura em formato digital também é valida e super acessível em seus termos.

  25. Sempre haverá lugar para os dois; o eletrônico e o de papel. Mas, quer saber? Acredito que se algum deles está perto do “fim”, com certeza, não é o eletrônico.

  26. Caro,
    Por que você escreve num blog e nao num jornal em papel? seria porque ninguém mais lê jornal em papel? faça auto critica antes de publicar esse absurdo.

  27. Bem, eu acabei de ler o seu artigo no meu celular.
    Eu gosto demais do meu KINDLE OASIS 2. Não consigo trocar a comodidade de ter vários dicionários ao alcance de um toque apenas. A rapidez da minha leitura aumentou muito com esse e-reader. Leio em inglês, espanhol, e naturalmente em português.
    Portanto, é como os antigos discos em vinil: ficaram ultrapassados para mim. O mesmo ocorreu, para mim, com os livros de papel. E no e-reader não leio só livros não. Leio revistas, artigos em PDF, HQs e jornais.

  28. Uso ambos de boa… O texto, muito saboroso, por sinal expressa o sentimento de muitos “ao prazer tátil” dos livros de papel, eu inclusive. Mas, tecnologia tá aí aproveito quando me convém. Chato ler os comentários… Caralho o texto expressa a opinião do autor. Contestar não é válido! Fala o q tu pensa e pronto valeu.

  29. Eu passei a ler muito mais. O livro digital é mais barato. Eu, por exemplo, sou professora e carrego muito peso. O livro digital é bem mais leve. Tenho asma e o livro digital me salva da poeira da biblioteca. E dá para fazer marcações e anotações, com a vantagem do dicionário e a pesquisa na Wkipédia e até luz própria. Não a a demora dos correios e a compra pode ser com um click. Podemos compartilhar e sugestionar tb. Mas, não sou contra quem preferi o livro físico. Só acho que o sol pode ser para todos. Cada um pode escolher democraticamente a sua forma de leitura. O importante é ler!

    1. Ler melhora nosso vocabulário, certo? Espera-se que quem lê, saiba escrever corretamente, certo?
      Espera-se ,muito mais, que uma professora escreva corretamente, certo?
      É uma decepção a péssima escrita que se vê, mas é muito triste professora escrever errado! Que péssimo e triste exemplo!

      1. Muito triste mesmo é ver alguém se apegando a erros de digitação para tripudiar sobre outras pessoas. Tenho pena de gente assim. Vai se tratar. Elimar.

  30. Que desserviço esse texto. Coberto de ignorância e totalmente parcial, baseado única e exclusivamente na sua opinião. Eu amo o meu kindle, passei a ler muito mais rápido desde que o adquiri, isso porque o formato me facilita a não cansar a vista, consigo ainda ler no escuro, pois o aparelho tem uma iluminação embutida maravilhosa, completamente diferente de um tablet. A experiência de ler no kindle é a melhor possível, completamente diferente do que se pensa antes de começar a usar. Eu mesma adiei muito pra comprar por puro achismo, preconceito e falta de noção de como era bom. Sinto lhe informar, mas o que vem a ser a tendência real de futuro é o fim do livro de papel. Não tão cedo, mas um dia sim, o livro de papel será visto como desenhos nas cavernas. É o fluxo, a tendência de acordo com o avanço tecnologico… e olha, falo isso com pesar, pois amo meus livros! Aqueles que leio no kindle e gosto mais, compro pra ter físico, pois é imprescindível ter uma cópia nas minhas prateleiras de livro. Mas sendo bem realista, um dia isso nao vai existir mais…

  31. É pura opinião pessoal.
    Legítima.
    Como não como sushi, a analogia não me pareceu familiar.
    Eu tbm adorava as filas do banco ou as de check-in de aeroporto, mas sou “obrigado” a usar o autoatendimento nesse aparelho que escrevo.
    Sinto falta do taxímetro quando estou dentro de um Uber. Amava ver filmes dublados da Tela Quente ou da sessão da tarde e os comerciais que os interrompia, antes da maldita Netflix.
    Por fim, amava o cheiro do jornal, com o cheirinho característico, repleto de matérias é colunas escritas por profissionais de verdade, mas cá estou eu lendoo cara que sente saudade do papel, criticando a evolução digital escrevendo aonde???? Num blog…
    Sua opinião é muito importante pra quem pensa como vc.
    Quando eu sentir saudade de cheiro de papel eu abro um pacote de chamequinho é me acabo
    .
    [O maldito robô do Google me sugeriu essa publicação pq sou um amante do livro digital???]

  32. Boa crônica.
    Poderia ter desenvolvido mais porque o assunto assim permite.

    Quanto a questão do ebook, eu a medida que posso tenho substituido os livros em papel pelo eletrônico.

    Mas tenho um medo e se um dia eu perder tudo? Tenho tantas coisas em disketes e VHS perdidas.

  33. Engraçado, estou comentando um artigo publicado num meio eletrônico que fala sobre a leitura no papel e condenando a digital. Meio contraditório, não?!

  34. Interessante, também gosto de livros de papel (assim como o eletrônico). Mas me digam aí, este artigo está sendo publicado em que livro mesmo? Ou em que revista? Eu estou louco ou é em um meio eletrônico? Criticar o que se usa é meio estranho não concordam?

  35. Bobagem. Coisa de gente conservadora e irracionalmente apegada a fetiches. Tenho setenta anos e sempre desde criança, leio muito. A certa altura da vida fiquei com 40% de visão. O livro de papel não permite nenhum ajuste nem na fonte e nem na luminosidade. O livro eletrônico me devolveu o prazer da leitura.

  36. Que texto idiota, o autor não tem o menor conhecimento de equipamentos eletrônicos de leitura e com toda certeza muito menos com os de papel, se realmente tivesse o hábito da leitura não teria vomitado estas parcas e porcas linhas. Amigo, vá se enterar melhor e nos ajude a não perder tempo lendo e respondendo a voce.

  37. Em primeiro lugar, pra quem gosta de ler, não importa se é livro de papel ou digital. O importante é ler.
    Segundo, o livro de papel tem o seu valor, mas é importante reconhecer que o livro digital facilitou é muito a vida de pessoas que trabalham utilizando livros, seja em razão do peso, seja em razão da facilidade de Comprar e receber o livro, pois é automático.
    Mas lamentável foi o comentário de levar o livro para o banheiro e utilizá-lo como outra forma que não a de leitura. Ao meu ver, desmereceu por completo o livro de papel e enalteceu o livro digital!

  38. Textinho vagabundo, bobo, desconectado, desatualizado, ridículo. Ainda por cima com uma entrevista de um autor dinossauro e uma piadinha escatológica servindo de lastro. Me poupe de sua burrice e idiotice. Esqueça o mundo das letras, compre uma enxada e vá ser mais útil a sociedade. Pronto, falei.

  39. Olá, pessoal! Tudo bem não concordar com texto do colunista, mas não precisam ser agressivos ou grosseiros. Eu entendo o que ele quis dizer, pois existe todo um romantismo, nostalgia e até um fetiche no ato de ler… Eu tbm amo livros em papel, tem muito carinho pelos meus tesouros na estante! Mas, aprendi a amar ler eBooks no meu kobo, no app de celular e recentemente “li” meus primeiros audiolivros adquiridos na playlivros! Não podemos ter preconceito, mas ler utilizando o meio que nos é mais confortável e prático. Não importa se vc gosta a moda antiga ou se se abre a modernidade, ler é fundamental! Vamos respeitar a todos! Nunca vou me desfazer ou deixar de comprar livros de papel, mas o e-book veio para ficar! Livro meu amor, e-book minha amante! Me perdoem essa terrível analogia! Rs

  40. Não fale besteira, livros fisicos são um problema para se levar, guardar e ate mesmo conservar ( sem mofo ou poeira), ocupando sempre enormes espaços
    em nossas casas. Nossa imprensa submerge mais e mais…triste. O que você preconiza aqui nada mais é do que a supervalorização da forma em detrimento do conteúdo numa matéria rasa,derivada de uma análise superficial e fetichista.

  41. E quem precisa aumentar a fonte, e ter luz no papel como eu, que depois da cirurgia de catarata ficou difícil ler em livro de papel?
    Viva o Kindle, viva os livros eletrônicos!

  42. O último livro físico que li foi Flores, do escritor português Afonso Cruz. Li em uma semana e botei na prateleira com dó pensando “sabe-se lá quando vou tirar ele aí de novo”. Depois de ler muitos livros simplesmente desapeguei de ter que ter o livro na prateleira pra exibição.. O que importa é o conteúdo. O que importa é ler. Sabendo que a tecnologia é inevitável comprei um Kindle antes de acumular ainda mais livros nas prateleiras e não me arrependo nada. Leio mais, leio no escuro, vou viajar e não preciso levar uns três livros juntos comigo ou decidir antes de ir quais serão os que terei vontade de ler. Está tudo na mão, e não estou lendo “pixels”, a tela e-ink é bem diferente do que a gente imagina…

  43. É isso aí meu caro…até 6 meses atrás tb era dessa rígida opinião…livro é é cheiro. Mas hj sou grata no livro digital que me permite aumentar e escurecer a letra e outras facetas mais…isso pq perdi minha visão em mais de 90%…viva o Kindle…abraço…

  44. Há espaço tanto para o livro digital quanto para o livro físico. Leio nos dois. Cada um tem a sua conveniência. Esse artigo é tendencialmente conservador. Tenho um kindle, que me permite carregar meus livros com mais facilidade para eu ler onde eu quiser, principalmente nas viagens. E tenho meus livros de papel que leio em casa, empresto a amigos…

  45. Discordo! Quem pensa assim é motivado não pelo arcaico, mas sim pela nostalgia e recordação de momentos especiais que o tempo dos livros remetem… Assim como o tempo dos LPs… São pessoas que tinham mais propósito no passado do que nos tempos atuais. Daqui a pouco irão dizer que os pinicos eram melhores pela facilidade de cagar no quarto e sentir o odor enquanto os carrega para jogar a merda fora! Livros digitais são uma grande evolução! Que já leu Odsseia, a Ferro e Fogo, etc sabe disso!

  46. Fico imaginando se o autor do post usou uma máquina de escrever para produzir seu texto, que por ser subjetivo e totalmente parcial, não busca fundamentar seu argumento em base sólida de números e pesquisas realizadas e publicadas.
    Sinto muito pela sua falta de respeito por pessoas de opinião diferente. Também sou um amante do livro físico. Já perdi dias inteiros em garimpos nos sebos no centro do Rio de Janeiro (que aliás, foram dizimados de lá. Restando uns pouco e heróicos desses). Mas também aprecio a facilidade oferecida pela tecnologia.
    Sinto por sua parcialidade imprudente.

  47. O autor soube chamar a atenção para o artigo ( creio que era seu principal objetivo). No mais, sem fundamentação, tanto que todos nós estamos lendo num meio eletrônico…. Se ele precisasse imprimir num livro pensaria duas vezes pela falta de conteúdo útil. E quando ao gosto pelos livros físicos… passará quando as gerações passadas findarem …a nova está lendo muito, e não precisa estar em ebook ( um dos tantos formatos).

  48. Amo ler, uso tanto o livro digital quanto o livro de papel, esse último com certeza é o meu preferido. Acredito que da para abos conviverem em perfeta harmonia. O importante é ler.

  49. Sempre gostei muito dos livros físicos e há uns 8 anos comecei a ter dificuldade na leitura, por conta de um problema na visão. Comprei o Kindle e ali me encontrei. Lia em todos os lugares e onde ia levava o meu e-reader. E me sentia muito grata por ter tido a oportunidade de ler, mesmo com o problema na visão. Fiz cirurgia e hoje enxergo muito bem, mas me apeguei tanto a praticidade do Kindle que nao compro mais livros físicos. E que bom que temos livros físicos e livros eletrônicos para atender todos os gostos e necessidades. E que nenhuma dificuldade seja motivo para que não possamos ler. Viva a leitura, sempre!

  50. Eu tenho os dois, mas realmente amo livros, faço assim: livros sem importância, desses pra se ler apenas uma vez na vida, e que não durarão meia década na memória dos leitores, leio no kindle. Até porque o que vem fácil, vai fácil.
    Já, os livros que folheio de tempos em tempos, desses que estão na estante pra você tirar e reler trechos, desses que estão na sua memória, e mostram pros visitantes quem você é e como formou suas convicções. Esses tem que estar em papel, com seus títulos à mostra.
    Sem contar que é mais fácil ler longos trechos em papel. Não adianta reclamar, dizer que é cérebro antigo, tenho certeza de que leio melhor e mais fluidamente no livro físico. Não tenho explicação científica pra isso, só sei que é uma experiência empírica pra mim. Quando tenho algo de trabalho muito complexo pra ler, imprimo em papel, para não perder nada. Se há algum texto pra revisar, imprimo, porque facilita a leitura e a visualização dos detalhes do texto.
    Não acho que o Kindle vai acabar, mas concordo que esse mercado, se fosse pra substituir o de papel, já o teria feito há muito tempo. Concordo que não avançará tanto quanto preconizaram nos primórdios do livro eletrônico.

  51. Comprei meu kindle ontem e estou ansioso pela chegada dele.. assinei o serviço da amazon “kindle unlimited” que me dá acesso a um acervo de 700 mil livros em português e mais de um milhão de livros em inglês.. isso eh no mínimo incrível de se dizer.. quer ficar no arcaico? boa sorte.. porém, nostalgia pra mim se encaixa bem apenas pra ouvir músicas que me remetem a minha infância… as coisas evoluem e eh inevitável evoluir junto..

  52. Ola galera ,não vou julgar quem escreveu este posto pois isto chama se quebra de paradigrima,eu tenho mais de 300 livros impressos e encaixotados em um quartinho denominado quartinha da bagunça quando adquiri o Kindle no início achei realmente estranho mais hoje se minha esposa está dormindo posso pegar meu Kindle e ler normalmente com a luz apagada,economizo muito espaço e dinheiro pois compro sempre meus ebook que me interessa quando estão em promoção consigo baixar alguns e colocar no formato min que é o formato da Kindle e sem mais ,assim como eu preencho vários cadastros em um aparelho de celular e não preciso mais carregar uma pasta cheia de papel ,o mesmo acontece com a minha leitura mais sempre respeitando a opinião das outras pessoas

  53. Fiquei me perguntando como perdi meu tempo lendo essa bobagem (artigo). Mas já que perdi meu tempo, vou dar minha opinião: tente clicar no livro de papel e abrir um dicionário online ou ver frases de exemplo no Google, ou pegar referências, etc, etc, etc. Tenho 72 anos e VIVA O LIVRO DIGITAL, VIVA A AMAZON E O KINDLE!

  54. Acredito que tudo é válido no sentido de que haja mais leitores. Não necessariamente uma troca do livro de papel para para eletrônico. Temos que valorizar conteúdo.

  55. Nossa, podemos ter ambas as opções. Eu amo comprar livros mas meu Kindle é essencial pela portabilidade. Coloco ele na minha bolsa e fico lendo várias e vários livros.

  56. Amo livros físicos não tem nada melhor, mas também sou a favor do kindle e seus derivados. Hoje moro em dois cômodos pequenos e tive que reduzir minha coleção por falta de espaço, e devido a essa situação passei a usar o kindle que esta sendo muito útil. Deveríamos parar de Mimi, tudo hoje vira mimi. Sou a favor de ter os dois, pois cada um sabe o que mais favorável.

  57. Os argumentos são bons mas ainda assim acho que afirmar como FIM dos ebook incompatível. Existem ao menos 10 mil pessoas no meu grupo do telegram que discutem e consomem ebooks. Se não fossem os ebooks milhares de pessoas não teriam retornado ao consumo de livros. Acho que tem espaço para todos os públicos. A matéria me pareceu muito mais um saudosismo de outrora que uma afirmação pautada em dados concretos

  58. Falaram essa mesma asneira quando surgiu a TV que o cinema ia acabar ( Tem lugar para os dois. ) Teóricos do caos. I love my kindle. Kkkkk…

  59. Para os mais velhos fica difícil se acostumar com os eletrônicos, mas não tem jeito: a o planeta , a humanidade não poderá consumir tanto papel; temos que nos adaptar

  60. A relação entre o número de vendas e a viabilidade dos livros digitais é tão rasa quanto um pires! Seria o mesmo que dizer que a música morrerá porque as pessoas não compram mais discos ou CDs, pois há o Spotify e uma outra série de plataformas. Há diversos sites nós quais o leitor pode adquirir gratuitamente livros digitais e adicionar à biblioteca do Kindle, tornado viável a leitura sem custos adicionais. Claro, o livro físico é mais interessante, desde que você possa pagar por ele. Bibliotecas são bonitas e atraem o leitor. Todavia, sejamos pragmáticos.

  61. Sem dúvidas o livro impresso é insubstituível, apesar de todas as facilidades do Kindle; valor, praticidade e etc. Agora dizer que é o fim do livro eletrônico…acho que ainda é muito cedo.

  62. Ao invés de deixar o Kindle no fundo da gaveta sem utilidade para você, me envie de presente. Iria adorar! Estou desempregado e com um bebê de sete meses para criar. Qualquer dinheiro que sobra vira fraldas. Os livros digitais são minha salvação!

    meu endereço:
    Nome: Valmir Burgareli do Amaral Junior
    Rua: São Nestor, n° 190
    Bairro: Lagoa Azul
    Cidade: Natal
    Estado: Rio Grande do Norte
    CEP: 59129-820

  63. Postagem no melhor estilo coletivista, que ignora completamente a individualidade, as necessidades particulares, sobretudo o mercado e a tecnologia. Me pareceu mais um editorial pago, enfim.
    Pois eu eu afirmo, com toda a certeza do mundo, que o que acontecerá é o contrário do que diz esse editorial: assim como o papiro só existe hoje nos livros de história em papel, assim será com os próprios livros de história em papel num futuro bem próximo. Segue a história, Neanderthal > homo sapiens > homo “digitalis”. 🙂

  64. Quem escreveu claramente não conhece o mercado editorial e os leitores, o livro digital já está incorporado na rotina dos leitores, leitores esses que não deixaram de comprar livros físicos, os suportes de arquivo eletrônico estão incorporados como mais uma possibilidade, os dois vão conviver harmonicamente entre os leitores.

  65. Será mesmo o fim ou o futuro? Assim como as cartas e telefones foram substituídos pelos smartphones ?
    Gosto da leitura… independente do material disponível, físico ou digital
    Sem contar que minha rinite, e meu esposo ( leitura antes de dormir, sem abajur) super agradecem RS
    Kindle foi o melhor presente que eu, como leitura, pude ganhar!

  66. Quanto mimimi inútil. Como se o fim do livro digital fosse a confirmação de que o autor do texto estava certo e isso desse a ele alguma vantagem. Ora, se você não gosta de ler livro digital simplesmente não leia. Quanta chatice

  67. Que lindo falou tudo,amo le livros físicos, odeio ter q ficar aumentando dinuindo tela pra ler não tenho saco pra isso,espero realmente que nunca nos falte os livros de papel.

  68. Bobagem pura. A venda de livros eletrônicos caiu. A de livros físicos também, as livrarias estão falindo. Brasileiro não lê. Cada um lê do jeito que acha melhor. Os e-readers são feitos exclusivamente para ler, não cansar a vista como tablets e celulares. Agora, quem gosta de ler no papel, segurar o livro pesado, cheirar o livro que continue feliz lendo os livros físicos.

  69. Eu achei que jamais seria capaz de aderir a leitores digitais. Sempre gostei de manusear e sentir o cheiro dos livros. Porém, resolvi dar uma chance aos livros digitais, primeiro no celular. Gostei tanto que adquiri um Kindle e, por causa disso, tenho lido muito mais, pois é muito prático (o livro está sempre a mão e acabo lendo em qualquer lugar).
    Porém, continuo gostando e comprando livros físicos.

  70. Livro é livro. Digital jamais será livro. O digital existirá, mas os de papel, com cheiro, serão eternos. Viva o livro. A plataforma Leu? Vendeu! (www.leuvendeu.com.br) tem milhares de livros físicos a venda. Faça uma visita e conheça a variedade deles.

  71. Legal. Eu li essa análise em papel?! O jornal impresso é que está fadado à extinção e não os ebooks.
    Olha; e esse ponto de vista não leva em consideração quem tem problemas de visão. Com ereaders você consegue dar zoom, personalizar fonte e tamanho, fazer anotações e consultar dicionário na hora…
    A experiência no ereader é muito superior. Não é preciso usar uma lupa para ler o livro físico. Segure o livro com uma mão e uma lupa na outra para ter um experiência bem desagradável.
    E sim, sou uma pessoa na casa dos 50 anos e não um jovem que nasceu na era da tecnologia.
    Viva o Lev da Saraiva e o Kindle da Amazon. Vivam os ebooks do Google Play Store também.

  72. Sou acionista da Amazon, e todos anos com relatório de investimento mostra a venda do Kindle se superando, a curva de crescimento é realmente menor, mas tem um motivo, vou explicar, o Kindle, um dos dispositivos mais populares dos e-reader’s, mas longe de ser o único, tem uma vida na mão dos usuários estimada em 8 anos, ou seja, em uma média os usuários que compraram o Kindle em 2012 vão substituir seu Kindle apenas este ano, é um grande tempo, além disso chegamos ao patamar que 68,9% de todos leitores do mundo tem um e-reader, e pasme 89,7% dos leitores de 14 a 52 anos.
    Se quiser que este blog de quinta categoria chegue em algum lugar, deveria começar a fazer pesquisas e citar fontes, não simplesmente soltar as palavras com ligações fracas que vem em sua cabeça por uma agonia pessoal e sem sentido.

    1. Não seja indelicado com o autor da matéria. Isso aqui é a expressão pessoal, e não deve ser confundida com matéria jornalística ou algo que deva levar ao pé da letra. Ser acionista de alguma empresa não nos dá o direito de ofender dessa forma. Educação e bons modos para quem lê – e acredito que um acionista deva ler bastante – é trivial.

  73. Eu tenho os triviais no meu Kindle e os especiais na minha estante, simples assim, se o livro me marcar muito eu compro o livro físico e faço questão de ler depois de algum tempo, mas aqueles que são gostosinhos mas nada demais ficam só no Kindle mesmo !

  74. Em vidas passadas fui uma árvore… falando em passado, muitos gênios falaram bobagens, nem por isso deixaram de ser gênios… repetir e não reconhecer uma bobagem é burrice! Sempre pensei que um escritor transcreve pensamentos e ideias… cheiro?! Cada feze tem seu! Talvez cheiro seja o sonho de um livro de culinária… no entanto para os “saudozistas” quem sabe voltemos a eacrever no barro ou no papiro! Imagine uma biblioteca de papiro… levar seu papiro para ler no ônibus… Para uma sociedade que não lê, esse tipo de artigo não faz a menor diferença. A proposito, esse artigo que você escreveu foi publicado em papel?!

  75. Nossa nem consegui ler até o final…
    Meu Deus, qto preconceito.
    Amo ler, gosto mais q comer… Rsrs
    Quando eu descobri o kindle eu lia Mtos livros baixados no celular, pois eu NÃO TENHO condições de comprar tantos livros assim…. E os livros digitais me proporcionaram ler mais de 50 livros a maioria sem pagar mto.
    Eu espero que esta reportagem não influencie as pessoas de forma alguma.

  76. GRAAANDE desinformação. De acordo com a patologia das “verdades” e ataques sem referência verídica que vemos emanadas dos cimos do podre poder que nos (re)visita na terra brasilis. Pegando o rastro, compadre? Leia o comentário do acionista da Amazon (pra você não precisar ler MUITO em meio… eletrõnico. Cuidado: pode estar vaticinando o fim dos blogs também…
    LIVROS serão sempre livros. Entrega imediata. Portabilidade. Conforto visual e FÍSICO. Complementaridade. O papel, como os discos de vinil, ainda perdurará. Kindle REINA faz mais de DEZ anos. Não foi desbancado por NADA. Só melhora e vende mais e ABRE ESPAÇOS para quem escreve. De verdade.

  77. Já que seu Kindle te incomoda tanto, eu tô aceitando a doação, ou você pode fazer como faz com livros em sebos, me fala um livro físico q vc quer que eu compro e a gente faz a troca de livros, vc me dá o seu leitor digital e eu te dou um livro de papel …

  78. Nem Kindle eu tenho, leio através de aplicativo no Cel. É imensamente prático, não carrego peso, e tenho o mesmo conteúdo do livro físico, q para mim é o q importa. Cada um q leia da maneira q lhe for mais conveniente. O importante é ter acesso ao universo literário

  79. Amo crônicas!! E amo os escritos do Guilherme! Leio sempre!
    Acho que ocorreram equívocos dos leitores que entenderam se tratar de matérias jornalística que critica e-books.
    Pq não o é. É uma crônica! Não possui cunho informativo, gente. Hehe fiquem calmos!
    E-books são muito importantes para o mundo, assim como os livros impressos.
    Ambos não deixarão de existir!
    Mas assim como o autor da crônica, eu prefiro os livros de papel.

  80. Acho que há espaço pra ambos papel e digital podem atender aos vários gostos. Afinal, vivemos em uma democracia, onde as escolhas de cada um, dentro de um limite, devem ser respeitadas, não é mesmo?

  81. O que eu acho engraçado e que não usamos essa mesma retórica para música e filmes , vamos jogar nosso Spotify no lixo e voltar para o vinil ou o cd ou a fita, vamos cancelar nosso Netflix, Amazon , HBO e voltar aqueles rolos de filmes . Sei lá viu acho que e o fim do livro digital mesmo quando as pessoas continuam com esse sentimento de posse , esse sentimento de possuir aquela obra não que não seja válido vc ter uma edição de luxo de capa dura , mas esse ano eu já tô alcançando a marca de 40 livros lidos onde eu ia enfiar tudo isso na minha casa de aluguel . Eu perdi muitos livros por morar em uma casa que tinha uma estrutura precária , e aí partir para o Kindle que parou de fazer eu me esquentar todo os dias a uma biblioteca ou a suplicar empréstimos a amigos que tinham esse mesmo sentimento de posse. Simplesmente acho que deveríamos agregar métodos de leitura e não excluir.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.