Falta de empatia no atendimento

Eduardo de Ávila Qual entre nós já saiu de um estabelecimento comercial, seja loja ou alimentação, P da vida pelo desdém no atendimento. Eu não deixo por menos, desde que num momento da vida optei por não passar raiva, dou meu coice – seja gestual, verbal ou de qual ordem for – deixando atendentes assustadas/os. Na minha família chama bastiãozei, em reconhecimento a um saudoso … Continuar lendo Falta de empatia no atendimento

A disputa por um espólio podre

Eduardo de Ávila Estudei, lá nos tempos do curso de Direito, sobre essa questão sucessória. É um ramo do Direito Civil que disciplina regras sobre transferência de patrimônio de pessoa após seu falecimento. Lá mesmo e ainda nos tempos dos bancos escolares, nas aulas ministradas por catedráticos professores, ficava claro que os pequenos espólios sempre são facilmente solucionados. Disse catedráticos pois me formei na Milton … Continuar lendo A disputa por um espólio podre

O pior dos cânceres

Eduardo de Ávila Cá do cantinho da minha casa, vivenciando a fase inicial do tratamento de um desses males que a vida me sugeriu experimentar, concomitante sigo assistindo – isolado do mundo lá fora – ao nosso entorno o pior dos tumores da humanidade. Com a propriedade de já ter extirpado em duas cirurgias, parte do intestino e toda a próstata, agora convivendo com o … Continuar lendo O pior dos cânceres

Vivendo e ajustando sempre

Eduardo de Ávila Cá estou eu sendo cobrado na noite da segunda-feira, justificadamente, pelo envio do texto de hoje para edição. Putz! Expressão usual, que certa vez foi condenada pela então síndica no grupo do meu condomínio como palavrão. Muito menos chulo que o patrulhamento da distinta e douta ditadora de plantão. Mas que relação tem isso com onde pretendo chegar? Tudo! É simples, acho, … Continuar lendo Vivendo e ajustando sempre

A delícia e a gostosura do acolhimento

Eduardo de Ávila Nada é mais saudável que se sentir bem tratado e retribuir esse amparo. Sentimento de ser abraçado e abraçar, ainda que virtualmente. Já fui reativo às provocações, em algumas situações de maneira intempestiva. Não me arrependo, afinal demarquei terreno e hoje vivo e convivo perto de quem gosto, curto e respeito. Por isso, rogo, não me apoquente. Não tenho amigos de ocasião … Continuar lendo A delícia e a gostosura do acolhimento

De volta à rotina e resistência

Eduardo de Ávila Interessante! Nunca tive um diário, na minha época – ao que me lembre – isso era da rotina das mocinhas e inconcebível aos machinhos escrever suas proezas do dia a dia. Até porque muitas inconfessáveis de toda natureza. Notadamente ir, heroicamente, para a rua da zona depois das horas dançantes nos clubes Brasil e Araxá. Fato é que feitos dessa ou de … Continuar lendo De volta à rotina e resistência

Não me chame de amor…

Rosangela Maluf Como sempre vem acontecendo nos últimos meses, ela acorda de mau-humor. Olha o relógio em sua mesinha de cabeceira e vê que ainda é muito cedo: 7h45. Resolve ficar mais um tempo na cama, mas sente-se mal. Quer respirar profundamente. Não consegue sem enorme esforço. Além disso, tem sede, muita sede. Talvez tenha sido o vinho que lhe acompanhara na noite anterior quando … Continuar lendo Não me chame de amor…

Saga ou odisseia na melhor idade

Eduardo de Ávila O eufemismo “melhor idade” em nada me incomoda, ainda que fosse usado terceira, idoso ou velhice. Até prova em contrário ou salvo por reações futuras, tenho sabido conviver com tranquilidade e até uma boa dose de ironia com esse momento que imaginava ser tão longe. Foi nada! Um pulinho! Fico a me lembrar do meu saudoso pai, parecia tão velhinho e convivendo … Continuar lendo Saga ou odisseia na melhor idade

O Brasil e mundo daqui a pouco tempo

Eduardo de Ávila Não há entre nós, por mais notável cientista – do bem ou do mal – e até mesmo entre os evoluídos espiritualmente quem possa fazer uma previsão com exatidão do que as próximas gerações irão vivenciar. Confesso que a cada novo impacto, ainda que me considere um cidadão dos tempos modernos, me assusto mais com os desafios que nossos sucessores de vida … Continuar lendo O Brasil e mundo daqui a pouco tempo

“Uma no cravo e outra na ferradura”

Eduardo de Ávila Esse provérbio, muito usado nos tempos onde ainda existia empatia sincera entre as pessoas, sugere interpretações diferentes ao pé da letra que relaciona o trabalho de um ferreiro. O cravo fixa a ferradura ao casco do animal de tração. Protege e causa dor. E é essa dualidade a origem da expressão, que sugere contradição e oposição entre o bom e o mal, … Continuar lendo “Uma no cravo e outra na ferradura”