Um passo a mais

Mário Sérgio

Em 1908, a Revolução Industrial que moldou a nova face do mundo comercial e industrial estava em franca ascensão. Nasciam dois grandes nomes da cultura brasileira: o genial Cartola e o ótimo cantor Silvio Caldas, “cantor das multidões”. Em breve o romantismo fluiria pelas canções de ambos e traria mais alegrias ao povo brasileiro.  Por outro lado, perdíamos o nosso maior escritor, fundador da Academia Brasileira de Letras, o carioca Machado de Assis.

Este foi também o ano de surgimento da Cruz Vermelha Brasileira e de inauguração da primeira fábrica da GM em Detroit/EUA, confirmando a expansão da ciência e da tecnologia. 

Entre tantas novas conquistas, o cientista austro-americano Karl Landsteiner comprovou a existência de tipos distintos de sangue humano, A – B – AB – O, além do Fator RH e, com isso, salvou inúmeras vidas, quando submetidas a transfusões. Esse pesquisador, isolou, pela primeira vez, o agente causador da paralisia infantil: o Poliovírus. Passo importante na busca pela cura ou prevenção dessa doença que afetava milhões de pessoas ao redor do mundo. 

Com isso, se podia buscar a cultura viral em tecido vivo e, quem sabe(?), produzir um imunizante. 

Nessa seara, as coisas não são tão céleres. Em 1921, o futuro presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, foi acometido pela Pólio, aos 39 anos, antes do advento da vacina. A doença demonstrou não respeitar fronteiras, idade nem patentes.

Mário Sérgio Rodrigues Ananias é Escritor, Palestrante, Gestor Público e ativista da causa PcD. Autor do livro Sobre Viver com Pólio.

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2 comentários sobre “Um passo a mais

  1. Conhecer é importante para se conscientizar e se prevenir. Amei mais essa aula. Digo aula, porque aprendo muito com seus textos!
    Obrigada!

  2. É muito importante mostrar o longo caminho da ciência para disponibilizar as vacinas, tão necessárias à prevenção de várias doenças.
    Meu cartão de vacinas está sempre em dia e estimulo todos que me cercam para que façam o mesmo.

    Além das vacinas, aproveito e espaço para reforçar a importante dos exames de mama anuais, principalmente a mamografia. Com esse exame, o diagnóstico de um possível câncer é feito de forma precoce. As chances de cura, nesses casos, são bem altas. Foi o meu caso. A mamografia me salvou, evitou o diagnóstico tardio. Cuidem-se, com vacinas, exames de rotina e boa qualidade de vida.

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