A estranha leveza do ser

Na rua

Encontros e desencontros hão

Sossego

No desassossego há

Na fonte da praça

Que se diz

Da Liberdade

Um banho merecido

Sabonete há

Na rua da vila onde o tempo não tem pressa

e a preguiça é mais gostosa

A pick-up explode em multicoloridas bolas

Cores hão

Na rua de Troncoso

Na garupa da moto do trabalhador

Uma escultura

Galões de água hão

Na rua da Lagoa que se diz de Prata

Um lote vago

Margaridas laranjas hão

Um carteado a rolar há

Pausa, um encantamento há

O olhar

Para rua…

Leveza é a palavra certa

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