Wander Aguiar
Uma megalópole com ares de interior, essa foi minha impressão sobre a capital da Colômbia.
Talvez isso se deva ao fato de termos escolhido nos hospedar em Chapinero — uma região tradicional, porém mais tranquila do que bairros como a Candelária, o centro histórico que visitamos no início da viagem. Além disso, assim como em Cartagena, as pessoas aqui são extremamente receptivas. Mesmo com um trânsito intenso, a cidade oferece muitas opções 24 horas e um centro bastante movimentado, o que transmite uma sensação de vida pulsante. Essa vitalidade, somada à hospitalidade local, cria um clima acolhedor e confortável, suavizando a impressão de caos típica de outras megalópoles por onde já passei.
Um ponto interessante é que a cidade oferece regiões definidas de acordo com o perfil do visitante e do morador. As zonas de Bogotá atraem tanto locais quanto turistas e oferecem especificamente aquilo que se busca, por exemplo, a Zona G é considerada a região gastronômica da cidade e reúne restaurantes para todos os gostos, porém fecham cedo, inclusive, aos finais de semana. Já a Zona Rosa, concentra uma grande variedade de lojas e shoppings de marcas internacionais e mais caras, é aquela região chique, sabe ?
A visita não pode se considerar completa sem passar na Candelária, onde estão diversos monumentos históricos, igrejas e museus como o do Ouro e o Bottero, destaque para este segundo que detém uma coleção incrível não só do renomado artista Colombiano como também de outros gênios das artes como Salvador Dalí e Pablo Picasso
No mais, considero que 3 dias inteiros são suficientes para conhecer os principais pontos da cidade e explorar um pouco da cultura local e definitivamente sugiro a estada por lá antes de conhecer outros cidades colombianas.