Eu no divã - fonte: Pixabay
Você não está sozinha.
Preste atenção aos incômodos que os outros te causam, eles podem ser o começo de um caminho para o que você precisa aprender.
Tenha valores nobres mas não seja tão rígida a ponto de se tornar escrava deles.
Aceite a sua impotência.
Tenha um trabalho da qual goste e que faça sentido para você. Isso é bom, mas não o torne sua única referência de valor pessoal. Seu valor como pessoa ultrapassa o que o mercado valoriza e precifica.
Seja inútil. Seu valor não está na sua utilidade para as pessoas, mas nos afetos que você movimenta.
Cuide do seu corpo.
Seja capaz de questionar e mudar as estruturas, mas que isso não custe a sua saúde.
Adolescentes estão começando a construir um espaço de individualidade. As certezas convictas e as rabugices cotidianas, na maioria das vezes, dizem mais sobre a expansão desse campo simbólico deles do que alguma falha da sua autoridade como mãe.
Às vezes o melhor que você pode fazer é “só” estar presente.
Não se compare.
Não se leve tão a sério. Aprenda a rir de você mesma, a fazer piada com a vida, a ser leve.
Aprender a dizer não é o primeiro passo para colocar limites e evitar repetições de situações desagradáveis na vida. Em algumas situações, é preferível ser respeitada do que ser uma querida.
Aprender a receber é tão importante como saber dar e oferecer. Às vezes ser insuficiente é o que te torna insubstituível.
Busque autenticidade.
Existem lutos de pessoas vivas. Aprender a enterrar em vida relações, inclusive as de “sangue”, é doloroso, mas pode ser o princípio de campo de relações menos protocolares e mais autênticas.
Nunca é tarde.
Sempre há tempo.
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Palavras perfeitas! Ser, agora. Estar, agora.
Ficar atenta, olhar nos olhos sem medo.
Enfrentar o medo, aprender sempre.