Em que rio você entra e deixa seus frangalhos? Quantos rios já te levaram gangalhos, restos de nós que o tempo desamarra? Há rios que riem, rios que te riem, rios que seguem sem perguntar destino.
E você segue com eles, entre águas aguadas, agueiradas, nessas correntes que não prometem identidade alguma — Pacífico, Atlântico, tanto faz. O que importa é o que fica na margem, o que se despe no fluxo, o que se refaz na outra beira.
Porque todo rio carrega um pouco do que fomos — e devolve um pouco do que ainda podemos ser.
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