Na rua,
encontros e desencontros hão.
Sossego —
no desassossego, há.
Na fonte da praça
que se diz
da Liberdade,
um banho merecido.
Sabonete há.
Na rua da vila,
onde o tempo não tem pressa
e a preguiça é mais gostosa,
a pick-up explode
em multicoloridas bolas:
cores hão.
Na rua de Troncoso,
na garupa da moto do trabalhador,
uma escultura:
galões de água hão.
Na rua da Lagoa
que se diz de Prata,
um lote vago.
Margaridas laranjas hão.
Um carteado a rolar há.
Pausa.
Um encantamento há.
O olhar
para a rua…
Leveza
é a palavra.
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O mundo, mais que nunca, precisa de leveza para que se possa respirar a vida. Tempos difíceis, muito sufoco, muito medo . Ainda bem que vem uma Sandra para poetizar o momento e nos ajudar a respirar, ser mais leves . É urgente o doce saber viver em tempos de medo. Salve a leveza!!!