
Em meio a essa situação lusco fusco, em sentido amplo tanto pelo horário quanto pelo desempenho do Galo, pela janela assisto o dia clarear na Cidade do Galo. Incrível nossa situação em mais uma temporada. Desempenho abaixo do desejado, porém – ao lado do fluminenC – os únicos clubes brasileiros em três possibilidades nas competições. Quer dizer, no BR nem tanto, ali resta brigar por vaga na Libertadores e título vai permanecer entre os dois que mais se organizaram dentro e fora do campo nos últimos tempos. Dificilmente, como já dissemos aqui, saem dos porcos ou urubus.
Portanto, para assegurar vaga na competição maior do continente é fundamental voltar a pontuar no Brasileirão em busca de colocação no G6 e – sonhar é válido – até no G4. Quanto às Copas, onde se valem vaga na Libertadores para os campeões, estamos nas quartas de finais na Sul-americana e do Brasil. E, nas oitavas, diga-se avançamos de maneira brilhante. Vencemos o Dodói Cruz duas vezes, que abusou da catimba cá e lá, nas duas partidas decisivas. Após o jogo, registre-se, a diretoria do time argentino – ao que soube por que foi até Mendonça – foi extremamente cordial com a Massa. Isso é algo que merece registro, já que o estávamos preocupados – disse sobre algumas vezes – do ambiente hostil que estava sendo sinalizado.
Já na Copa do Brasil, ao melhor estilo “se não for emoção, não é Galo”, superamos o flamídia vencendo lá e perdendo na nossa casa. Com o mesmo enredo do play off frente ao Bucaramanga, avançamos nas penalidades. Oh! Acham que vida de Atleticano é fácil, né não, imagina trazer a decisão para casa e perder obrigando a acompanhar as penalidades para assegurar a vaga. Nos dois casos, estivemos atrás do placar e viramos na série de cinco penalidades. Éverson fazendo milagres em suas defesas e marcando na quinta cobrança. Foi 3 a 1 e 4 a 3, respectivamente no Bucaramanga e flamídia. Ufa…! E agora Galo, na CB, clássico mineiro, primeiro jogo na nossa casa e decidindo no salão de festas; já SA, por força do regulamento, a situação vai se inverter. O time boliviano faz a primeira partida em casa.

Sobre confrontos já realizados com os próximos adversários, o Galo tem ampla vantagem sobre o rival mineiro e frente ao time bolivianos em dois jogos, – Libertadores de 2000 – vencemos aqui (1 a 0) e fomos goleados na Bolívia (0 a 4). Já enfrentamos adversários da Bolívia em dez ocasiões, somando sete vitórias, um empate e apenas duas derrotas. Foram oito jogos pela Libertadores (5v, 1e, 2d) e dois pela Sula (2v). Avançando vamos ter pela frente já nas semifinais o vencedor de Independente del Valle e Once Caldas. O primeiro – Equador – tem se notabilizado nas competições da Conmebol, já o outro – Colômbia – perdeu a força e tradição do passado entre clubes sul-americanos. Confio que desta vez será com dose emocional mais baixa. Preciso me preservar.
Já na Copa do Brasil, frente a frente – sorteio – colocou novamente os dois mineiros disputando vaga precoce na competição. No todo, segundo Wikipédia (versão Atleticana), foram realizados 528 jogos. O Galo venceu 213 (40,34%), perdeu 173 (32,77%) e aconteceram 142 (26,89%) empates. Já a versão do adversário afirma terem sido realizados 510 confrontos com 201 (39,41%) vitórias do Galo, 172 (33,73%) e 137 (26,86%) empates. Confio muito no trabalho do Centro Atleticano de Memória, que vem resgatando a história Atleticana com muito profissionalismo. Talvez, não sei, o levantamento do adversário tenha deixado de lado o nove a dois, embora isso esteja num livro oficial e reconhecido pelo próprio clube. Enfim, tanto num quanto noutro a vantagem Atleticana e incontestável.
Já na Copa do Brasil, depois da final mineira de 2014, a bolinha do sorteio se encarregou de evitar repetir esse desconforto para a mídia nacional. Naquele ano o Galo levantou o troféu com duas vitórias sobre o rival. Dois a zero no Independência e um a zero na frente da torcida adversária. Depois veio 2019, como agora nas quartas de finais, perdemos o jogo de ida por inexplicáveis três a zero, na volta chegamos a ameaçar, mas os dois a zero para o Galo não foram suficientes e ficamos fora da sequência. Relembrando 2014, eliminamos o Palmeiras vencendo em SP e BH; depois com Corinthians e flamídia (quartas e semifinais) derrota na ida por dois a zero e goleada na medida na volta por quatro a um. A final descrita acima. Isso aqui é Gaaalooo, êêê…!
*Foto de Rodrigo Clemente; imagem: arquivos do blog

Salve Massa e Guru
Time pra amanhã? Amigos do Gabriel Menino e pronto.
Discordando do escriba, não acredito em G6 e entendo que o melhor é focar sair da zona da degola neste torneio.
Para isto, precisamos de 21 pontos, ou seja 7 vitórias, então analisando a tabela temos a obrigação de ganhar os jogos contra: Santos, Mirassol, Juventude, Ceará, Fortaleza e Sport em casa e empatar pelo menos 3 nos jogos fora.
Mas a pergunta que fica: teremos competência e futebol pra isto?
Se não tivermos vamos reviver o drama do ano passado.
Como diz o ditado: ” cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém” e neste momento o que o Galo mais precisa é ter os pés no chão e olho vivo no brasileirão.
Estou confiante em duas vitórias sobre o CSA, pela razão simples de que ele está de “sapato alto”. Todos aqui devem se recordar de que, em tempos passados, desde antes do “salão de festas “(não falo mais de Mineirão, porque aprendi aqui neste espaço o nome verdadeiro…), me recordo de que todas as vezes em que, um ou outro (com o Galo essa de “sapato alto ” por algumas vezes também já ocorreu) levantava o salto, acabava perdendo, e feio. Sem medo, como sempre, vamos pra cima do nosso segundo adversário (hoje estou acreditando mais ser o Flamídia o principal), porém sem elevar o solado do sapado, uma vez que, na verdade, clássico é clássico, embora sejamos conscientes de que o maior de Minas é mesmo o nosso Galo e de que o CSA, nos últimos tempos principalmente, treme mesmo quando nos enfrenta. Vamos torcer muito, porque aqui é Galo enquanto formos vivos!
Dentro de campo, com um futebol meia boca e aos trancos e barrancos, o time vai seguindo nas Copas o que nos motiva a acreditar numa possibilidade de conquistas.
Preparemos os corações pois teremos jogos duríssimos contra os dois adversários pelas Quartas de Final.
Já no Brasileirão a preocupação de momento é muito grande com a parte de baixo da tabela e a cada jogo no geral, a situação vêm piorando pois nossa pontuação é ruim… que as vitórias necessárias venham logo para diminuir o estresse… o Atleticano não merece de forma alguma passar sufoco de novo como foi no ano passado.
Uns vêm o 6 outros vêm o 9. Pra não dar briga fico com 69.
Depende, se for a quina da mega ou a quadra da quina, prefiro 96.
Na Quina não existe 96; na Mega não existem 96 e 69.
Releia, falei de premiação.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
O TEOREMA DE ANCELOTTI
Ancelotti, que esteve na AMRV para acompanhar CAM x GRE, deu uma entrevista para o jornal italiano “II GIORNALE” e se disse, com outras palavras, impressionado pelo número de jogos praticados no Brasil, o que a priori baixa o nível do futebol apresentado nas partidas e eleva demais a quantidade de lesões dos atletas…
Bingo!!!
Na partida de ida das Oitavas da Sula na AMRV, contra o Godoy Cruz, na entrevista pós-jogo, CUCA comentou sobre a sequência pesada de jogos:
“(…) A gente está decidindo (campeonatos) aí. Em um mês, 10 jogos. Todo jogo é decisão, e a gente tem que se adaptar o quanto antes a tudo isso sem perder jogador lesionado. Aí você não consegue ter um time titular, não dá, porque o desgaste é tão grande de um jogo para o outro que você tem que ter um 16, 17 jogadores titulares e ir usando eles conforme as necessidades para não estourar todo mundo.” …
Para o próximo jogo amanhã contra o SP, Cuca tem uma lista de DEZ DESFALQUES e a dor de cabeça para o treinador montar a equipe é real. Se perde para o SP e na sequência para o Godoy Cruz(eiro), aiaiai e mamãe me acode…
Se o Cuca cair ante a essa casca de banana no caminho, algo sempre possível no Atlético, onde a fritadeira de técnicos já estará ligada, bom admitir que o treinador (inclusive Milito, Felipão, Coudet e segue relação) terá(ão) apenas parte da responsabilidade e não será total dele(s) a causa-raiz para o baixo nível do futebol do Galo, consoante outros fatores que podem ser encontrados como explicação no TEOREMA DE ANCELOTTI…
Sobre mais motivos ainda para o PFC (Pífio Futebol Clube) do Atlético, como as inúmeras varadas n’água pela Direção Atleticana, vamos deixar isso para o Domingos Sávio comentar e o Ângelo reagir, sob os “concordo” ou “disconcordo” do Teobaldo, do JBGalo, do Toninho JF e segue relação…
Que os deuses do futebol livrem o Cuca e o Galo da próxima crise que está logo ali em 11Set25, no Mineirão Ainda É Nosso ou não?!
Vamo que vamo…
Pelo teorema do corvismo de Ernest Soares, não é cabível vitórias do Galo contra São Paulo e Cruzeiro, porquanto a crise no Galo é condição sine quae non para garantir aos adeptos dessa filosofia a plena satisfação com o fracasso da SAF e a queda do Cuca. Mamãe me acode….
Bom dia Ávila. Bom dia a todos. Falando no rival das quartas de finais da Copa do Brasil, vamos ver se o Dudu vai honrar o número da camisa que veste no Galo. Eu escalaria o Dudu como titular e com a camisa 92 nas costas! Temos de ver se ele tem garrafa para vender. O ser humano desafiado, redobra o esforço. Mas antes que o Toninho de Juiz de Fora, abra a caixa de ferramentas contra mim, ressalto que é apenas mais uma das minhas recorrentes asneiras.