Alagoas eternamente em marcha a ré

Muito bem. Acaba de sair uma pesquisa eleitoral. Se dependesse apenas dos alagoanos, sabem quem seria o presidente do Brasil? Sim. Acertou quem disse Lula, o criminoso condenado a 12 anos de cadeia e réu em mais 6 ou 7 processos criminais. Legal, né? E sabem quem é o segundo colocado? Parabéns a quem cravou Collor como o candidato número 2 de Alagoas. Não foi divulgado, mas intuo que o terceiro lugar seja do próprio Renan e o quarto de Dilma Rousseff. Sarney, coitado, provavelmente apareceria em um longínquo quinto lugar.

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Cuspa no voto, eleitor. Depois aguente

O Brasil só teria salvação com uma ampla e profunda reforma constitucional. De cabo a rabo! Mas como imaginar uma Assembleia Nacional Constituinte formada por representantes do que há de pior no país — leia-se 99% dos partidos políticos (salva-se o NOVO)? Ou representantes de corporações e sindicatos, que apenas trabalham em prol dos próprios interesses?

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Pobres usados como fantoches pelos de sempre

O pior, meus caros, é que estes delinquentes ideológicos dizem estar pensando nos pobres que terão direitos e garantias individuais violados. Uma ova! Se pensassem mesmo nestes pobres favelados, estariam apoiando fortemente a intervenção, já que são eles que mais sofrem com as quadrilhas incrustadas ao seu redor. São eles os reféns dos assassinos com fuzis nas ruas, como se fossem celulares.

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O carnaval do Bloco Unidos Do Que Não Presta

Ontem os partidos de esquerda (PT, PSOL e PCdoB) votaram contra a intervenção federal no Rio de Janeiro. O assunto seria este, mas ao me deparar com a foto acima minha cabeça me levou à origem de tudo. Os vagabundos profissionais, aliados do crime, investem na juventude, às vezes perdida e revoltada, como linha auxiliar da prática criminosa e perpetuação do modus operandi que mantém a estrutura (da parceria Esquerda x Crime) em pleno vigor. Por isso que são contra as leis, contra o Estado de Direito, contra as Forças Militares.

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Produtividade no Brasil é como Saci-Pererê: lenda

Para concluir: o trabalhador brasileiro — ao contrário do que alguns pensam — é dos que mais trabalha no mundo. Em média, 1.700 horas anuais. Afora outras preso no trânsito. A despeito dos nossos feriados, não devemos esforço a quase ninguém no planeta. O problema é que gasta-se muito mais tempo fazendo e refazendo uma mesma tarefa que iniciando outras. Não há custo que aguente!

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