O triunfo da depressão

Agora há pouco, o Portal UAI, que gentilmente hospeda este blog, estampou em sua capa uma foto que ilustra a matéria sobre a saída do assassino Bruno da cadeia. Vê-se um jovem sorridente e pronto a reiniciar a vida. Um jovem que mandou assassinar a amante, que foi torturada, esganada, esquartejada e dada à cães como refeição; que mandou sequestrar e manter em cárcere privado o próprio filho.

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Na filha dos outros é refresco, né, Marco Aurélio

“O clamor social surge como elemento neutro, insuficiente a respaldar a preventiva. Por fim, colocou-se em segundo plano o fato de o paciente ser primário e possuir bons antecedentes. Tem-se a insubsistência das premissas lançadas. A esta altura, sem culpa formada, o paciente está preso há 6 anos e 7 meses. Nada, absolutamente nada, justifica tal fato.”

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Aprendam, “menos favorecidos”

Dia destes, um queridíssimo amigo, que está morando nos Estados Unidos, me enviou uma foto da sua diarista chegando à sua casa. A moça desceu de um Mercedes (obviamente que usado!). Ela recebe U$ 120 por quatro horas corridas de trabalho. Carteira assinada, vale-transporte, alimentação, seguro-desemprego, multa por demissão, FGTS, INSS, férias, 13º, etc, etc, etc?

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Uma herança pra lá de maldita

Aliás, eu não entendo uma coisa: Se a sacripanta foi tão boa presidente assim, se era mesmo a gerentona eficiente que os petistas tanto defendem, e se foi mesmo vítima de um golpe político, em desfavor da vontade do povo, por quê não se candidata a presidente e mostra ao mundo que foi injustiçada, que o povo lhe adora e quer seu retorno? Melhor: por quê o PT não sai com uma chapa puro-sangue, Lula-Dilma, em 2018?

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Saia às ruas, Lula! Saia se é tão popular assim

Se o chefe da quadrilha que assaltou o Brasil é tão popular assim, por quê não testa o prestígio e passa a caminhar pelas ruas? Por que não experimenta eventos públicos, não-controlados pela turba, e discursa em universidades ou associações civis? Por que não vai nem mesmo tomar um pingado, num botequim qualquer, em São Bernardo do Campo?

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