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Eduardo de Ávila
Defender, comentar e resenhar sobre a paixão do Atleticano é o desafio proposto. Seria difícil explicar, fosse outro o time de coração do blogueiro. Falar sobre o Clube Atlético Mineiro, sua saga e conquistas, torna-se leve e divertido para quem acompanha o Galo tem mais de meio século. Quem viveu e não se entregou diante de raros momentos de entressafra, tem razões de sobra para comentar sobre a rica e invejável história de mais de cem anos, com o mesmo nome e as mesmas cores. Afinal, Belo Horizonte é Galo! Minas Gerais é Galo! O Brasil, as três Américas e o mundo também se rendem ao Galo.

Enquanto isso, o torcedor óóó…

Em tempos de business, o que menos importa é o consumidor, sempre enganado comprando produtos de duvidosa eficácia e com curto prazo de validade. Não, ainda não estou falando de futebol e de Galo, mas vou chegar nos dois por tanta similaridade. Só para exemplificar, bens de consumo como utensílios domésticos e até veículos automotores tinham longa durabilidade e sempre nas mãos de um bom profissional, recebiam manutenção – preventiva ou reforma – que prolongavam sua utilização. Atualmente, desde um liquidificador até máquina de lavar, são todos descartáveis. Para choque de caminhão ou de carros pequenos, iam para a lanternagem e saiam como novos. Hoje são de plásticos e, caríssimos, trocados como peças de substituição.

Se a vida era mais romântica naqueles tempos, hoje tudo é apressado e prevalece o interesse – sobretudo – econômico no outrora futebol brasileiro. Com isso, o melhor do mundo, atualmente não passa de figurante para a fifa, com relativo e interesseiro respeito pela conmebol, e na cbf privilégio aos apadrinhados do eixo Rio de Janeiro e São Paulo. E, mesmo interna corporis, com o advento das safs, nós – Atleticanos (raiz ou da nova geração) – sofremos com tanto vai e vem do time e gestão dessa sociedade anônima do futebol. Que de anônima não tem nada, uma vez que as decisões são gestadas tão e somente por duas cabeças no mesmo ambiente familiar. Reconheço, reafirmo pela enésima vez, não fossem eles investindo seguramente não teríamos nos mantido na série A e tampouco o desempenho nas competições, notadamente os títulos de 2021 e hexa estadual.

É a lei do poder econômico, quando afirmo (sem medo de errar) que cariocas e paulistas são privilegiados na cbf e – por consequência – nos departamentos da entidade (tabela, apito, tribunal), isso ocorre pelo interesse comercial nas duas praças. Explicando e/ou desenhando, o futebol virou negócio e de grandes somas de dinheiro. O poderio econômico dita as normas de acordo com o faturamento. Rio de Janeiro e São Paulo juntos, arriscaria, são muito mais interessantes que o resto do Brasil. Some-se aí todos os demais estados da federação. Donde se conclui, facilmente, que o melhor para os anunciantes e patrocinadores é que os títulos fiquem com flamídia, curíntia e os outros de lá. Mineiros, gaúchos, paranaenses, baianos e o resto que se danem todos.

Um ou outro fora desse eixo, desde que colaborando com essa situação, eventualmente recebem uma fatia do bolo. Contemplado das mais variadas formas desse reconhecimento. Implodir o clube dos 13, valeu reconhecimento de título. O tal tribunal de (in)justiça desportiva, num despacho de torcedor de clube, deu como cumprida uma branda punição aplicada. Refiro aos jogos da pandemia, onde nenhum clube teve torcida, mas o filho do homem garantiu com uma canetada pena como cumprida. Jogador que fez desabafo pelas redes sociais, refiro ao caso Dudu, enquanto não era do Galo sequer foi denunciado. Acabou de ser anunciado, a procuradoria foi atenta como sempre. Essa procuradoria, não falo de nomes mas do cargo, que em 2012 tirou Ronaldinho de jogo do Galo com a intenção clara de prejudicar o time do nosso coração. Vou pular os wrights, simons, resendes, arnaldos e tantos outros de igual calibre. Estivesse Dudu no Rio, Sampa ou time da linha auxiliar da maracutaia, nem seria denunciado. Ah! E a presidente que se sentiu ultrajada, usar o espaço e tempo do tribunal de exceção para atacar o jogador (tachou de covarde) ninguém sabe e nem viu? Cínicos!

Aí vamos para o plano interno e doméstico. Corria o ano de 2019, os benfeitores – que tinham orgasmos múltiplos ao serem chamados de mecenas – entraram na vida do nosso Clube Atlético Mineiro. Era ainda a gestão anterior, que tentou – sem sucesso – alienar o shopping e quitar todo o passivo e com chance de um troco para investir na equipe de futebol. Resistência de toda ordem, mas – primeiro comprando o Marrony (Vasco) e já na sequência (2020) contratando tudo que dom Sampaoli pedia – foram se apoderando e apossando do Galo e se tornando credores. Nosso reconhecimento explícito e expresso foi em 2021, com as conquistas do Brasileirão e Copa do Brasil. A Libertadores ficou nas semifinais.

Embriagados e gratos, a Massa abraçou a quem foi determinante ao mágico momento que vivíamos, até que começou uma nova realidade. As campanhas já eram como daquela temporada, a salvação seria a saf, a construção (necessária? vou morrer com essa dúvida) do estádio e outras contrariedades. Elenco desmantelado, contratações equivocadas, vendas de promessas (Savinho) precocemente. E otras cositas más. Agora, ontem, fui dormir com novo barulho. Quando da criação da saf, ouvimos sistematicamente, qualquer novo aporte será nos 75% dos sócios, os 25% da associação são inegociáveis. Pois bem, o dinheiro novo que – dizem – vai resolver o endividamento vai entrar com a redução dessa parte do Clube Atlético Mineiro para 10%. E esse endividamento, ao que fora dito, acabou na concepção da sociedade anônima do futebol. Uai, mas a dívida ainda assombra? Enquanto isso, cada dia mais, o sentimento de pertencimento vai para o esgoto. Pensar que meu investimento, proporcionalmente ao meu patrimônio pelas cadeiras cativas foi muito maior que esses milhões ou bilhões, me deprimem de maneira cruel. Se querem me matar, que me matem, mas minha Atleticanidade é inalienável. Sigamos!

14 thoughts to “Enquanto isso, o torcedor óóó…”

  1. Nesta fala, o blogueiro democrático se superou! Disse tudo, quase que num desabafo, e que eu também gostaria também de dizer, embora muitos dos fatos narrados eu já dissera antes aqui neste espeço democrático. Assino embaixo. Por isso, eu venho repetindo que só nos resta mesmo é torcer, e muito, pelo nosso glorioso Clube Atlético Mineiro, porque este, sim, é imortal, em quaisquer circunstâncias.

  2. Caro blogueiro,

    Em relação ao seu investimento nas cadeiras cativas, pelo que eu li, na opinião de alguns amigalos, e obviamente com todo o respeito a opinião deles, acho que você ainda tem que se sentir grato!

    Somos gratos, como já dito anteriormente, pelo ano mágico de 2021 mas você agora deverá se sentir grato também por terem comprado o percentual de nosso alquebrado clube pois, parece, ninguém se interessaria segundo alguns amigalos; como somos mineiros: “tá pegando o boi, hein”?. Que a dívida estava lá é fato, ninguém discorda: uma dívida-monstro, fruto de inúmeras gestões desastradas que chegou àquele valor, segundo noticiado, de aproximadamente 900 milhões de reais. Fazendo um recorte de cinco anos (de 2020, embora não fosse SAF ainda mas já haviam chegado lá e atenderam a todos os pedidos do megalomaníaco Sampaoli, que absurdamente somente conversava somente com um dos investidores e com o Alexandre Mattos) e agora, já com a SAF estabelecida, a dívida deu un salto estratosférico chegando a 2,3 bilhões; não sei os amigalos mas eu fiquei estarrecido com o valor mais do que do que dobrado neste, relativamente, curto espaço de tempo.

    Todos sabemos que o futebol é muito caro mas, ainda assim, parece-me um valor muito fora do normal, para um período de cinco anos. Não sou economista, não sei de juros, de liquidez pois como eu disse em um texto postado aqui anteontem, nunca fui muito bom em matemática, tampouco matemática financeira; sempre preferi as ciências humanas e sociais aplicadas (embora a economia esteja neste grupo), então se alguém puder me explicar as razões desse aumento exorbitante… Na época da pandemia, em plena construção do nosso (?) estádio, era atribuído quase que somente a ela, o custo aumentado da construção, e no máximo, a entes políticos. Eu não sei, repito, mas me parece muito simplista atribuir todo esse caos financeiro que se instalou no clube “somente” a isso. Saímos de uma condição de um clube quase inviável em 2019 para um estado pré-falimentar (ou pior que isso em 2025) e não nos esqueçamos, agora sem patrimônio. Patrimônio agora, temos somente o imaterial, que é a nossa torcida, embora a que frequente o estádio também merece um capítulo à parte para observações; como já discutido aqui outras vezes, dá um outro bom textão!

    Bom amigalos, no fundo, o que eu entendo mesmo é de Galo que é o que nos une. E divergências à parte, embora tenhamos idiossincrasias (como dizia um falecido professor meu, que não é o famoso Padre Torga! Rs!), creio que o que todos nós queremos é bem da nossa paixão: o Clube Atlético Mineiro.

    Mas a sensação, pelo menos para mim, infelizmente é de fim de feira. Tenho a preocupante sensação de que nós estamos caminhando para o fim, que podemos estar vivendo os últimos anos de Atlético, a não ser que algo diferente, quase milagroso, aconteça. Alguns amigalos dizem que se não fosse a SAF, talvez o Galo já tivesse acabado; acho que,o o que conseguimos, foi uma breve sobrevida.

  3. Resumindo curto e grosso.

    NÃO a redução da porcentagem da instituição, bora protestar para se manter em 25% e que os aportes sejam para cobrir tão e somente os gastos mal feitos e mal gastos. Cadê o dinheiro do Shopping? 2 vendas.

  4. CONSIDERADO CUCA UM ÓTIMO TREINADOR , MAS A VERDADE PRECISA SER DITA ::
    CUCA NÃO CONSEGUIU FAZER ESSE TIME JOGAR , CUCA NÃO ENGRENOU ESSE TIME , O ATLÉTICO ESTÁ DESORGANIZADO EM CAMPO , NÃO HÁ ENTROSAMENTO E O MEIO CAMPO É UMA AVENIDA …….
    O ATAQUE SEGUE INOPERANTE , DUDU NÃO JOGA NADA …..
    CUELLO , O MELHOR DESSE ATAQUE ESTÁ FAZENDO MUITA FALTA……..
    JÚNIOR SANTOS É UM PROBLEMA , POIS VEIO BICHADO E NÃO AGUENTA JOGAR…..
    CUCA , TEM QUE SE CONSCIENTIZAR QUE ELE É O CULPADO POR NÃO FAZER ESSE TIME JOGAR …….. TIME DESORGANIZADO E DESENTROSADO EM CAMPO……ESSA É A REALIDADE……..ACORDA CUCA..

  5. BOM DIA ….
    NOBRE BLOGUEIRO ÁVILA , VOCÊ AINDA ACREDITA NESSES TAIS 4R ???
    ESSA NOVA TRAMÓIA QUE ESTÃO ARMANDO CONTRA A ASSOCIAÇÃO SERÁ O TIRO DE MISERICÓRDIA NO NOSSO CLUBE ATLÉTICO MINEIRO……….
    ESSE APORTE QUE ESTÃO ALARDEANDO , COMO TODOS OS OUTROS , IRÁ DESAPARECER NESSE POÇO SEM FUNDO…..
    E A DÍVIDA ???? AH.. ESSA CONTINUARÁ EXPLODINDO ESTRATOSFERICAMENTE …..
    O PLANO DESSA GENTE É DIABÓLICO , SÃO UNS VERDADEIROS MALFEITORES.

  6. Em uma mesa de bar cheio de Atleticanos na última Quinta Feira, logo após o jogo acabar, alguém perguntou a todos que estavam ao seu redor:

    – quem aqui acredita e confia nessa SAF dos Menins???

    Absolutamente todos que escutaram a pergunta ficaram de boca fechada e logo o assunto voltou para o time e o jogo que o nosso GALO acabara de vencer, passando sufoco boa parte do jogo.

    Falar dessa SAF, para muitos Atleticanos é perda de tempo e embrulha o estômago, primeiro porque 99,9 % dos torcedores não têm dinheiro para investir nesse negócio e segundo, que desde que veio ao mundo, a SAF nunca foi de fato bem explicada e transparente o suficiente para formar opiniões concretas.

    O Menin filho deu aquela entrevista de horas para esclarecer mas, apesar de mostrar a realidade, não convenceu de fato que o que está sendo feito vai tirar a SAF do fundo do poço tão cedo.

    Sabemos da dívida monstruosa, da dificuldade de administrar e para piorar, ainda têm todo um Departamento de Futebol milionário para manter.

    Essa SAF está ferrada de preto e branco, com 2 bilhões negativos e sem crédito na praça.

    O passado passou, o presente é assustador e o futuro muito incerto.

    E agora Menins???

  7. CASAMENTO SAF $&$ ASSOCIAÇÃO

    Ricardo Guimarães e Renato Salvador, dois dos quatro R’s que andavam sumidos e nem participavam mais da Operação SAF no Atlético, na condição de Presidente e Vice-Presidente do Conselho Deliberativo do CAM, soltaram um Edital de Convocação do Conselho Deliberativo do CAM para reunião deliberativa em 04Ago25 para análise de “Proposta de Alteração de Cláusula anti-diluição da Associação Clube Atlético Mineiro”…

    A PROPOSTA

    A proposta objetiva facilitar a aprovação da Associação para futuros aumentos de capital da SAF (“Clube Atlético Mineiro SAF”), que hoje a Associação pode vetar se sua participação diluir para menos de 10%. Com a alteração, o veto da Associação seria exercido apenas se a entrada de novos investimentos realmente fizesse sua participação cair abaixo do limite de 10%…

    NOVO APORTE

    A estratégia da convocação será permitir novo “aporte na Companhia de, pelo menos, R$ 200.00.00,00 (duzentos milhões de reais)” através da emissão de novas ações. Para isso, essas emissões deverão ser aprovadas pelo Conselho Deliberativo da Associação e pelo Conselho de Administração da SAF…

    MUDANÇA DO ESTATUTO?!!

    A pauta também prevê a autorização para a Diretoria “praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da deliberação, incluindo a revisão e reforma de cláusulas, como Acordo de Acionistas e Estatuto Social da Atlético Mineiro S.A.F.”…

    ALÔ ÁVILA, ALÔ ÂNGELO, ALÔ TEOBALDO, ALÔ DOMINGOS SÁVIO, ALÔ JBHGALO, ALÔ TONINHO JUIZ DE FORA, ALÔ JORGE:

    Esse movimento aí será mesmo correto e necessário para o acerto da vida financeira do Atlético ou um laço do passarinheiro, dentro de um PLANO CARACU que pode estar embrulhado no pacote de bondades?!!

    1. A diluição de participação em uma sociedade é uma situação aparentemente simples: sua participação final vai depender de quanto vai investir no negócio. Se existe a ideia de baixar o percentual do Clube, o que é o esperado (já que o clube está falido) existe a percepção de que o investimento vai ser externo ou dos controladores. Vamos explorar algumas possibilidades, levando-se em conta que a SAF tenha um valor de 1 bilhão de reais( acho que vale muito mais de 1 bilhão e os controladores também).: A participação do Clube baixe 5%, de 25% para 20%. Neste caso imagina-se que teríamos um aumento de capital de 250 milhões. No caso de baixar para 15% de participação, teríamos que ter um investimento no Galo de 650 milhões. E, em último caso, para baixar para 10%, teríamos que ter um investimento de 1,5 bilhão de reais( se 25% de um bilhão são 250 milhões, o mesmo valor de 10% de 2,5 bilhões). Qualquer coisa menor do que isto é um negócio no mínimo esquisito.

    2. Falcatrua total! O que foi vendido era que a Saf assumiria a dívida e que a associação nao seria diluída nos 25%, dado que empenhou todo patrimônio nessa SAF de merda agora os “jenios” que fizeram a gestão temerária querem aportar grana, mas diluindo a associação para aumentar o percentual deles no bolo. Nunca vi picaretagem tão descarada como essa desses malfeitores

  8. Bom dia Ávila. Bom dia a todos. Na minha jumentisse, os Menins compraram a dívida. Então, que paguem ou não. Problema deles e dos credores. Mas, se não houver mais aportes, terá de reduzir a folha de pagamentos, o que segundo Ernest Soares, será aplicação de um torniquete no orçamento e o time vai cair para a série B. Na minha opinião, o Conselho da Associação não deve cair nessa chantagem. Se os Menins quiserem que façam o aporte para pagar as dívidas, vendam a SAF, apliquem torniquete, fechem essa SAF, mas chega de ceder a chantagem. Tudo na vida tem um preço não é? Mas minha opinião é asneira, irrelevante , ignorância, a tendência é o Conselho aprovar o que os Menins quiserem, afinal, qual seria a alternativa daqueles que como eu são contra? Apresentar o problema, criticar a situação, jogar pedras é muito fácil, até eu faço. Porém, qual seria a solução viável, ou, como diria Padre Torga, as medidas práticas eivadas de eficácia plena? Alguém se habitita a comprar ou indicar um comprador para uma empresa que deve dois bilhões, tem uma torcida que exige retornos imediatos e que quer ir ao estádio pagando 20 reais, para ver um time de ponta jogar bola? Domingos é bipolar, sua opinião é contraditória. Mas é realmente una ambiguidade nós torcedores ter a pretensão de resolver problemas financeiros de uma empresa. Aquilo, para o bem ou para o mal tem dono. O Teobaldo, foi direto comigo: Porque você, o Ernest não compram as cotas do Fundo de Investidores do Galo ( Figa) que estão a venda, se querem ser donos de parte do Galo Holding? Eu falei com ele: eu porque não tenho dinheiro e se tivesse não investiria em futebol. Nunca dos nunca. Aí o Teobaldo, riu e sentenciou: lembra daquele ditado, lá de sua terra, o Engenho do Ribeiro: em festa de inhanbu, Jacu não entra? Melhor deixar os donos do negócio ( Menins e Conselheiro), resolver o que eles podem, pois EU NAO IREI EM PROTESTO CONTRA SAF. SE EU NAO IREI, PQ VOU FJCAR RECLANANDO QUE A GALOUCURA OU OUTRA TORCIDA NAO FAZEM ESTE ” SERVIÇO “? Quero que o Galo ganhe do Palmeiras por 1×0 gol do Dudu.

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