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Eduardo de Ávila
Defender, comentar e resenhar sobre a paixão do Atleticano é o desafio proposto. Seria difícil explicar, fosse outro o time de coração do blogueiro. Falar sobre o Clube Atlético Mineiro, sua saga e conquistas, torna-se leve e divertido para quem acompanha o Galo tem mais de meio século. Quem viveu e não se entregou diante de raros momentos de entressafra, tem razões de sobra para comentar sobre a rica e invejável história de mais de cem anos, com o mesmo nome e as mesmas cores. Afinal, Belo Horizonte é Galo! Minas Gerais é Galo! O Brasil, as três Américas e o mundo também se rendem ao Galo.

A conveniente hipocrisia de cada momento

O jogo da quarta-feira última promete render dias e dias, mais até que a profecia do amigo Emanuel Carneiro – ícone do jornalismo esportivo mineiro –, que afirma que clássico dura uma semana antes e outra depois de jogado. A péssima arbitragem do até então desconhecido Zanovelli em consonância com o futebol covarde apresentado pelo adversário do Galo, sugerem que o assunto continue ainda por muito tempo. Desde reclamações e acusações, passando por ofícios e gestões junto a inoperante cbf, até a efetiva e contaminada ação do stjd relacionadas a expulsão e assuntos correlatos ao jogo e os nove cartões aplicados. Destacadamente ao amarelo para o Iván Román e vermelho ao Kaio Jorge.

Ao que vimos! Um juiz, escolhido pela direção de arbitragem da cbf, com histórico sombrio para apitar clássico mineiro valendo pelo campeonato nacional. Ora, até para jogos decisivos do estadual, via de regra se apela por arbitragem fora dos quadros da fmf, não seria nessa situação que a medida seria acertada. E tanto foi equivocada, que desde o início do confronto já sinalizava ser uma partida confusa. Em dois lances, dois minutos de um para o outro, antes dos 30 minutos do primeiro tempo, o juiz mostra vermelho para jogadores do BBBzero e imediatamente corrige para amarelos, assumindo ter retirado o cartão do bolso errado. Quanto ao segundo, aplicado ao atacante Kaio, pelo lance – visto e revisto exceto pelo var (também cumplice da ruindade do apito) – deveria sim ter sido de expulsão direta.

Talvez buscando equilibrar nas advertências, amarelou Arana, em lance comum de jogo e deixou o então capitão pendurado. Para confirmar e configurar seu despreparo para um jogo dessa importância o amarelo aplicado no Iván Román, creio, deverá ser objeto de pedido de anulação junto à cbf. O defensor Atleticano, sequer encostou nesse tal Kaio, que simulou ser agredido. As imagens comprovam isso e muito mais. Que o jogador do BBBzero provocou com palavras e gestos e até mesmo agrediu ao chileno que joga no Galo. São tão evidentes as cenas e a leitura labial, que se o procurador desse tribunal – que carrego minha desconfiança pessoal ao longo de décadas – tiver um mínimo de discernimento jurídico a denuncia deve se estender ao lance anterior, passando por esse até chegar ao episódio da expulsão desse profissional antiético e covarde.

Logo depois dos dois gols da partida, ele recebeu o vermelho, por acintosamente fazer gestos de “roubo” com a mão erguida para todo o estádio e a televisão registrar. O gol do BBBzero foi aos três minutos, como disse ontem, num erro grotesco do Gabriel Menino. O empate aos cinco, numa cabeçada certeira do Ruan Tressoldi, depois de um cruzamento que teve origem numa cobrança rápida de escanteio de Bernard para Arana, que encontrou e acertou milimetricamente a cabeça do outro zagueiro artilheiro Atleticano. A igualdade no placar deixou o mediano centroavante adversário descontrolado. Tivesse o árbitro aplicado o vermelho no primeiro lance mencionado ou mesmo o amarelo na provocação ao Román, nada disso teria ocorrido. Sequer o gol do adversário, que nasceu de uma assistência desse mesmo jogador que ainda estava em campo. Com a omissão do juiz, parece que o Jorge estava se sentindo o dono do gramado. Ou, pode ser, a convocação recente para a selecinha da cbf tenha deslumbrado o rapazinho. Jogador comum – mediano apenas – que nem voltou a ser chamado depois e – creio – não será reconvocado no futuro. Vaidade, que tem no hino de onde trabalha, mata vaidoso e deslumbrado.

Vamos ao lance que causou essa situação, registrando ainda que se o árbitro fosse astuto e enérgico, manteria a expulsão do Lucas Romero – que também gesticulou e chamou o juiz de “ladrão” no mesmo lance. Mas o apitador é bananinha e frouxo. Se o tribunal, que reitero não confio, for denunciar jogadores e o próprio time, outros seriam indiciados na peça acusatória. O capitão Lucas Silva, confessamente, tentou fazer o time deixar o gramado de jogo. Hilário! Ao que interessa. A reclamação excessiva e estridente se baseou no fato de no lance do escanteio, deveria ter sido marcado tiro de meta. Procedente o fato, mas igual à decisão do estadual de 2019, em lance similar, a diferença é que naquela ocasião o bandeirinha estava colado na jogada. E mais, naquela partida, no último lance do primeiro tempo existiu uma penalidade a favor do Galo que o juiz (trio carioca) terminou sem ação do var. Até, como lembrou ontem o amiGalo Fael, recentemente na primeira derrota pela Copa do Brasil, houve um lateral a favor do Galo que deram para o adversário. Na sequência do lance, gol dessa gente, tudo isso ignorado. É aquela máxima, “pimenta nos olhos dos outros, é refresco.” E o Atleticano festejou o empate, mesmo sabendo que o resultado moral da partida seria uma vitória.

E foi a partir dessa confusão, aliada também ao antijogo do adversário, que Zanovelli ficou ainda mais perdido em campo. Acredito que possa ter sido informado do erro na marcação do escanteio, que seria tiro de meta, tentando aliviar a pressão que inevitavelmente está sofrendo. Só que não, piorou seu histórico. Passou a marcar tudo contra o Galo, obrigando Sampaoli a retirar nossos amarelados – Arana e Román -, além de amarelar Biel que escorregou num lance como se o jogador tivesse simulado. Advertiu também com o mesmo cartão Reinier logo que entrou na partida. Maneira de intimidar o ímpeto Atleticano em busca da vitória e dos três pontos. Deixou de marcar duas faltas perigosas em cima do Hulk e uma penalidade no mesmo jogador. Nesse caso, atribuo além dessa situação de jogo, ao corporativismo da arbitragem contra nosso super herói desde o episódio Daronco. Se nesse jogo foi Zé da Novela, ano passado frente ao Palmeiras, foi Zé Pereira. Amarelou Hulk, propositalmente, na sequência perguntado qual a razão do cartão aplicou o segundo e o vermelho. Depois assistimos esse mesmo juiz ser escorraçado mansamente dentro de campo.

Pra fechar essa resenha de hoje, que seria um desabafo e acabou sendo uma diversão, diria que entendo o chororô da freguesia. Acharam que iam vencer e até golear o Galo. Mas seus ídolos, comandados pelo mister (rindo desde que ouvi essa excrecência com misteres reais), foram covardes desde o apito inicial. O capitão, de memória curta, tentou comemorar o feito de empatar na casa do adversário, esquecendo que no turno – na casa alugada e com a torcida do lado de lá – também foi empate. E o jardim português, que nesse jogo do turno, reclamou ter o Cuca optado por defender, usou a mesma estratégia no meio da semana. Hipocrisia que só vale pela conveniência de quem a utiliza. Isso alimentou a minoria em afirmar que “foram roubados” tudo por conta de um escanteio mal assinalado pelo péssimo árbitro que nem contou com a correção do pitoco – bandeirinha do lado desse lance -, não deve ter enxergado. O moço é de pequena estatura, portanto difícil a visão do outro lado. Enfim o cinismo não tem limites, sendo assim, torcidinha modinha que privilegia o confronto ao desporto (um dia ganha e outro perde, até empata como no caso), vai se alimentar em fomentar o ódio. É essa a questão da pimenta e o refresco.

Em tempo; Essa cbf, ao longo de décadas, se notabilizou em prejudicar ao Galo. Desde arbitragem (se citar abro brecha para processo, mas 77, 80, 81, 99 e 2012, quer mais? tenho muitas outras temporadas), tribunal (Rei em 1977 e R10 em 2012), confecção de tabela (times do RJ e SP opinam livre e antecipadamente, segundo um profexô que passou por aqui), mudança no regulamento no meio da competição (final de 1980). Em 2021 ameaçaram repetir a maracutaia, resistimos e anunciamos que Minas Gerais ia descer ao balneário do rio de janeiro e fazer manifesto na Avenida Luiz Carlos Prestes – logo ali atrás do Barra Shopping – pois borraram e afinaram. Sem ser beneficiado, chegamos ao título. E a vida continua, sendo assim, sigamos!

*imagens: arquivo do blog

24 thoughts to “A conveniente hipocrisia de cada momento”

  1. Sobre o jogo de quarta passada, tudo já se falou. Mas no meu entender galo não ganhou por um outro motivo muito forte. Acredito eu que é muito difícil vencer um time que joga deitado.. Foram pra não perder custasse o que custasse. Foram covardes, não quiseram jogo em momento algum. VAMO LÁ MEU GALÃO DA MASSA.

  2. Bom dia!

    Ontem eu assisti a live do Breno Galante com a sua participação efetiva e rachei de rir como vc se referiu as MARIAS que vem aqui no blog conversar fiado.

    Desde sempre, está escrito que aqui é SÓ GALO e essas pessoinhas vem aqui querendo uma análise imparcial e justa.
    Aqui somos torcedores do GALO e é o que nos interessa.

    Eu não leio nenhum comentário MARIATICO, inclusive os do seu leitor crucruzete educado, mas as vezes aparece alguma VAIDOSA novata, que já guardo o nome, para futuras não visualizações.

    Uma pena que o Sub 17 peidou na farofa, pois amanhã tava bom de ir a arena MRV, a uma final de campeonato, as 11 horas. Pelo que eu estou vendo, poucos ingressos vendidos.

    Na hora eu resolvo se vou.

    Abraço.

  3. Se o NOSSO GALO expulsou os ESPECIALIZADOS das suas fileiras pq a Arena é um CAMPO SOCIETY de grama sintética amiga da articulação? NOSSO RICO GALO tem muito de aprender andar pra frente ARTICULADO e numa dessas CEGUEIRA acabou com OS ESPECIALIZADOS!! Será??? Viva os benfeitores FOURRETS!!

  4. NOSSO GALO tá numa de NATURALIZAR jogar com superioridade numérica e perder jogos (Zero a zero com cara de derrota)…e NÃO vai pra conta atual ELENCO?…incrível como é INOPERANTE o ataque e a meiúca…não se via nada semelhante desde a chegada dos REFUGOS verde…ELENCO nível SELEGALO recheado de Pastor PIPOCA, Fredmaria & Charás afins!!

    Chega de desculpa e DE PALHAÇADA!! Cadê a psicóloga? Cadê o Froyd?

    Pregunta: como puede um Gabriel MENIN ( em campo se tenemos um Gabriel VENENO en el equipo!?! Ô Sampaoli, Fi, lança EL NIÑO de verdad, carajo…PQP, ELETRICO SALTITANTE, cuál es el problema de USTED conosco? Lança o VENENO pras FERAS, Sampaoli…vai morrer agarrado com MENINO!!

    Por favor, q no FUTURO o Clube Atlético Mineiro, NOSSO GALO, não seja SOCIETY!! Viva o GRAMADO NATURAL!! Viva o POVÃO!!

    OS 4 Rats EM ação: os seguranças da ARENA dos MINININS expulsando os torcedores da resenha depois dos jogos na esplanada do estádio…O q querem? ACABAR de vez com A ainda POPULAR MASSA!! Ver no Canal do Bolívar PÓS JOGO – ATLÉTICO 1 x 1 CRUZEIRO (diretamente da Arena MRV).

  5. Pois bem, ao que tudo indica Sampaoli vai arrumando a casa e a bagunça deixada por Cuca.
    E a situação só não está melhor, porque nossos atacantes são como arame liso, ou seja, não machucam ninguém. E olha que temos hoje no elenco 11 atacantes, mas quem está colocando a bola na casinha são os defensores.
    E o resultado disto? Somos um dos 3 piores ataques do BR.
    Espero que na próxima temporada, a barca encoste na cidade do Galo e leve este tanto de atacantes meia bocas do clube. Ah e tem vaga na barca pra outras posições ouviu Gabriel Menino?
    Nota: Ávila ontem DS te provopou na live do Breno hein!!!! kkkkk

  6. Salve Massa e Guru

    O causador de toda esta confusão e vagabundagem Ávila, foram os próprios clubes. Porque não exigiram juiz de outro estado, já prevendo que juiz de Minas estaria no olho do furacão e com a imparcialidade questionada?

  7. Bom dia, considerando que agora fui promovido a “porta-voz dos pessimistas e derrotistas que tem por aqui” kkkkk (acho que o DS tb foi promovido) queria propor àqueles que queiram, ler este belo texto publicado hj pelo Nobre Blogueiro tendo a visão do nosso adversário, ou seja, altere os nomes dos diversos jogadores atleticanos pelos nome dos jogadores cruzeirenses e alguns lances tb. Ousada minha proposta?? Acredito que sim, mas engraçada!

    1. Como diz o Eduardo: “Aqui é só Galo”. Não tenho interesse algum em me colocar no lugar de torcedor ou jogador rival, a não ser em questões humanitárias, o que não é o caso. Aliás, é, por que se houver do lado azul gente que normalize a maldade do moleque que se acha craque ao querer provocar dor na mão fraturada de um colega de profissão, que o diabo o carregue junto com o maldoso…..

      1. Meu caro, acredito que vc não leu direito minha mensagem: “…queria propor àqueles que queiram…”, ou seja, se não tem interesse, nem precisava responder. Sobre o fato jogador apertar o braço do outro – reafirmo que foi molecagem mesmo – é bom ressaltar que está havendo uma “certa dúvida” de qual braço o menino chileno tinha machucado, direito ou esquerdo. Apesar de estarem no mesmo corpo acho que não dá pra noticiar um e depois corrigir dizendo que foi o outro…kkkk. Caro…seja menos agressivo e não desconte suas frustações neste espaço. Paz!!! Vida que segue.

        1. Caro Toninho JF,
          Minha raiva foi toda pra esse marginal celeste, não pra vc, companheiro de torcida, ok? Que bom que vc reconhece que foi molecagem mesmo, pra mim foi covardia, até porque foi divulgado pela imprensa (não sei se equivocadamente) que a mão fraturada do nosso zagueiro era a esquerda, justamente a que o tal de Jorge apertou. Enfim, não espero que o STJD o puna, se fosse o contrário, seria certamente. Mas a vida vai ensinar ao kaio Jorge, assim como fez com o maldoso Fagner, hoje machucado, depois de arrebentar com vários companheiros de profissão…..

  8. Bom dia prezados amiGalos. Eduardo, foi um jogo ruim para os dois lados, eu escreveria. Pois bem. Logo no início da partida o juiz não deu cartão em pelo menos duas oportunidades ao Atlético, para logo depois amarelar em seguida os dois jogadores do Cruzeiro, Kaike e Kaio Jorge. Reconheço que os dois cartões amarelos foram merecidos. No primeiro tempo a Atlético criou muitas oportunidades, mas continua pecando nas finalizações. O time com Dudu e Arana jogando pelo lado esquerdo tem funcionado bem, Bernard está voltando a ter confiança e isso é bom. O time sem o Hulk parece ficar mais leve com Scarpa sendo o meia de criação. No segundo tempo, com o erro da não marcação de tiro de meta, o Galo chega ao empate. Com a expulsão do KJ não restou muito ao Cruzeiro a não ser continuar defendendo. Foi um placar que não foi bom e nem ruim para as duas equipes. Lembrando que Sampaoli tem tirado leite de pedra, onde Cuca jogou a toalha, o treinador atual tem sim melhorado muito a equipe atleticana. Resta treinar finalização, principalmente o atacante Rony. Saudações amigos.

  9. Resumo toda esta perfeita análise inconteste do caro blogueiro, na frase curta que ATÉ uma menina de 7 anos de idade disse pra mim num jogo em que fomos roubados: “vovô, por que todo juiz é injusto com o Galo?”

  10. #27Anos direto do túnel do tempo.
    Num 16/10 só que de 1998 o CLUBE ATLÉTICO MINEIRO em terras estrangeiras batia o fortíssimo Dynamo Moscow na 3ª partida e se sagrava – primeiro GIGANTE Brasileiro a conseguir tal feito,depois vieram outros. GALO sempre na vanguarda do seu tempo.- CAMpeão Mundial Interclubes de futsal e ainda tivemos o artilheiro da competição, Manoel Tobias com 5 gols.
    Parabéns e muito obriGALO ao time todo.
    Rogério, Digo e Renato, Índio, Euler, Piu e Véio; Kelson,Manoel Tobias, Rosinha e Saad, Jorginho e Lincoln. Treinador: Milton Ziller,o Miltinho – in memorian -.
    Caro Amigo temporão, perdoe-me por fugir ao tema , mas, exaltar as conquistas do GALO é bom p que não caiam no esquecimento, afinal diferente do pensar de alguns; quem não preserva o passado não tem futuro. É isso…
    Viva o GALO e a História do seu Povo

    1. Boa lembrança, José Roberto! Eu era vizinho do Ginásio do Colégio Magnum e fui diversas vezes naquele local para ver as verdadeiras aulas de futsal que esse time deu ao longo dos anos. Posteriormente, salvo meu engano, ainda veio o Vander Carioca, pivô fantástico e artilheiro nato, para ajudar-nos a aplicar verdadeiras surras e “enterrar os adversários”. Éramos patrocinados pela PAX DE MINAS (plano funerário – Kkkkkkkk!). Voltando um pouco mais no tempo também tivemos um excepcional time de “futebol de salão” (essa era a denominação na época), salvo engano em meados dos anos 1980, que era comandado por Valmir (fixo), Paulinho Bonfim e Jackson (alas) e João Mansur (pivô), que foi ao Ceará e quebrou a hegemonia do SUMOV que, naquela época, era o bam-bam-bam do esporte no Brasil ao lado do GERCAN, de São Paulo. Eu era muito amigo do Valmir que me contava verdadeiras pérolas daquele tempo, mas são outras histórias. Abraços!

    2. Bem lembrado, meu caro! Pra novas gerações que acham que o Falcão (realmente jogou muito) e seus malabarismos é o maior jogador de futsal de todos os tempos, recomendo assistirem o inigualável Manoel Tobias, o Pelé do futsal, cracaço insuperável! Grande abraço. SAN

  11. Bom dia Ávila. Bom dia a todos. Ontem fui taxado de Porta voz de amargurado, disseram que não entendo nada de futebol. Recebo. Eu levo isso na zoação. Mas, o fato é que o Juiz deu onze minutos de acréscimo e o Galo com um a mais não conseguiu fazer um gol para vencer a partida. Quantas finalizações o Galo fez na partida? Quantas foram no gol? Time bao supera até arbitragem ruim. Se o Gabriel Menino não entrega a pacoca o Galo tinha vencido o jogo. Se o Márcio, Cerezzo e Joãozinho Paulista NAO TIVESSEM CHUTADO TRES PÊNALTIS PARA A LUA O GALO SERIA CAMPEAO BRASILEIRO INVICTO DE 1977. Nosso maior título ( libertadores) foi conquistado nos pênaltis! Uma última observação: Toninho de Juiz de Fora, fez uma relevante observação no seu comentário ontem: vivemos novos tempos, homofobia é crime equiparado ao racismo, então amigo Ávila, sugiro não publicar comentários com.este viés. Um dia de e luz para todos.

    1. Obrigado, (meu colega de “”porta voz” ) sobre a menção ao comentário sobre a homofobia. Ia sugerir isso ao Nobre Blogueiro, mas uma vez levei uma carraspana daquelas quando fiz uma sugestão…do tipo…quem pauta aqui sou eu…kkkk. Mas é isso. Concordo.

      1. Toninho, quando a mensagem não agrada ataca-se o mensageiro. No Curso de Direito, o Professor de Processo Penal dizia se não tem como contestar o mérito, ataque o processo. É a vida…

  12. Prezados Ávila, atleticanas e atleticanos!
    Domingos Sávio!
    Vai deixar passar batido o assunto Savinho levantado, ontem, na live do Breno Galante, pelo Ávila? Não é provocação….Rindo até 2050…
    Abraço!

    1. Boa tarde Ângelo. Você foi citado na Live com a devida lhaneza. Oh Eduardo de Ávila, ainda está teimando na aceitação do Quarto livro de Padre Torga, mas não haverá rendição! Pelo bem do nosso Galo, inobstante as carraspana do Eduardo e de alguns comentaristas do Blog, eu tenho a proteção do decano, do Ernest, do Otto e do Ernest. Kkkkkkkk

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