Peçam desculpas ao Pelé; é o certo a fazer

É isto, meus caros. Não se trata mais de discutir se Pelé estava ou não certo, se foi ou não infeliz na fala, se atuou ou não como garoto-propaganda do regime militar. Passados mais de 30 anos, leitores amigos, trata-se tão somente — e apenas! — de, humildemente, se olhar firme nos olhos do velho camisa 10 do Brasil, pegar nas suas mãos enrugadas, dar-lhe um sincero e afetuoso abraço e se desculpar por tudo. E rápido, pois o tempo não para e em breve já não o teremos mais aqui entre nós. Pelé não merece deixar esta vida sem ouvir nossas escusas.

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Uma democracia frágil como cristal

O que me parece cada vez mais claro – e eu mesmo me enquadro neste pensamento – é que, independentemente do nível socioeconômico, uma parcela mais que considerável da sociedade já não suporta mais esta condição miserável de submissão e de arrimo do Estado, e está “aberta” a quase qualquer outra opção, por mais arriscada e imprevisível que seja, já que, ao menos, uma mínima chance de liberdade poderia sair dali.

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Desta vez foi um olho; mas já foi uma vida.

Enquanto manifestação de esquerda for sinônimo de vandalismo e violência, infelizmente pessoas se machucarão. E a culpa não é da polícia, não.   Uma jovem perdeu um olho, na verdade, a vista durante mais um quebra-quebra protagonizado pelos aparelhos petistas em São Paulo. Esta gente criminosa não passa de bárbaros selvagens. São bandidos, terroristas e […]

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