Colaboração, meus caros. Eis a chave para um país melhor. Bora começar

Desde os primórdios… Até hoje em dia… O homem ainda faz o que o macaco fazia (Titãs, na canção Homem Primata)

Fim do mundo colaborativo

Nos primórdios da humanidade, os sapiens combatiam uns aos outros em busca de território, comida e poder.

Milhares de anos depois, o ser humano continuou guerreando e matando seus semelhantes. Impérios se formaram às custas de sangue e morte de centenas de milhares.

Já no mundo moderno, máquinas assassinas como o nazismo e o comunismo repetiram o padrão anterior, como se todo o progresso alcançado servisse apenas para aumentar o poder de destruição do homem, haja vista as armas nucleares.

Nos dias atuais, bárbaros engravatados — poucos, é verdade — dormem e acordam (ou vice-versa) obcecados pela conquista e a destruição do outro. Entenda-se como outro um país rival ou mesmo a população vizinha.

Tenho experimentado o convívio com sociedades onde a colaboração coletiva não só traz benefícios incontestáveis como — e principalmente! — garante o bem-estar e a própria sobrevivência. Países em que ou todos se unem ou todos padecem, seja por causas naturais, como adversidades climáticas, ou fronteiras hostis.

Depois de alguns dias, retorno a pensar no Brasil. Não da maneira comparativa simplória, mas pela ótica de quem talvez comece a compreender a raiz dos nossos inúmeros problemas.

O brasileiro precisa descobrir os benefícios da colaboração coletiva. E não! Não é necessário viver sob 40 graus negativos ou guerras sanguinárias para compreender que quanto mais colaboramos com o próximo, melhor para nós mesmos..

Intuo que tão ou mais importante que matemática e português, aulas básicas de ciências humanas, no estudo infantil e fundamental, trariam benefícios imensos ao país.

É uma pena que estejamos mais preocupados com direita e esquerda, capitalismo ou marxismo cultural e outras besteiras do gênero, que com solidariedade e bem comum.

Um abraço, meus caros. Foi muito bom “falar” com vocês.

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10 comentários em “Colaboração, meus caros. Eis a chave para um país melhor. Bora começar

  1. Olá Inundado, agora, então, na fase glacial estás a concordar que querer governar com decreto para liberar armas e munições e, gestos de armas e arminhas é algo, no mínimo deslocado no tempo. Esse deslocamento indica o caráter atávico e bruto de uma família e simpatizantes que ameaça nos levar ao caos. Gente, onde é que fomos chegar? Como deixar de cuidar e semear em campo tão fértil como o de Pindorama e praticar somente insanidades? Se há algo de bom é que a briza do horizonte começa indicar mudança de ares. Oxalá!

    1. Verdade. Há coisas que nem o tempo resolve. A imbecilidade é uma delas. Deveria ter estudado sobre heliocentrismo e sobre a “bola girante e molhada”, mas a besta deve continuar acreditando no geocentrismo, no terraplanismo, no Bozo e milicianos, se divertindo e sendo divertido pelos semoventes bozoantas!!!

  2. Fico tão feliz quando as pessoas têm oportunidades para pensar com calma e perceber as coisas sob uma ótica diferente. Tem um bom tempo que você diminuiu a agressividade e os “insultos”, e agora mais do que nunca percebo que realmente você é inquieto, um inteligente questionador. Não temos a mesma visão política, são aliás opostas, mas esse texto bem escrito, com sobriedade, com um esmerado português, só mostra que vale a pena insistir em ler seu blog. Ou seja: visão política como critério para fazer conexões com outras pessoas é algo raso – SHALLOW NOW HAHAHAH.
    Parabéns!

  3. Ricardo, se você descesse de helicóptero em uma aldeia dos homens da caverna, lá na idade da pedra lascada, e dissesse a eles que não poderiam bater com o osso de mamute na cabeça do coleguinha, apenas porque ele pegou a água do rio para beber. Sabe o que lhe aconteceria?

    Eles iriam bater com o osso de mamute em você até te matar de tanta pancada e depois o devorariam…

    Pois bem, o seu texto foi muito belo, bem escrito e muitíssimo civilizado, porém, contudo, entretanto, você está discursando para brasileiros, e infelizmente, ainda não saímos da caverna.
    Abs

  4. Que o governo atual herdou a maior quebradeira econômica da nossa história e terá muito trabalho pela frente para recuperar o país, não há a menor dúvida.
    A sorte dele é que, incrivelmente, o Plano Real do FHC tem suportado a pressão e ainda se perdeu com hiperinflação, o que seria mais do que normal, diante da situação caótica em que o país se encontra.
    Não há dúvida que estamos no Modo Ressaca da Corrupção e só resta tratar os sintomas de fadiga, dor de cabeça, náuseas tonturas e sensibilidade à luz do brilho da estrela petista.
    Não devemos nos iludir com mais momentos mágicos bravateados pela oposição, pois serão necessários muitos anos pela frente para a retomada do desenvolvimento, retomada de empregos e saúde pública mais humanizada.
    Enquanto o Bolsonaro enfrentar tiver força para enfrentar essa oposição acostumada com o toma lá dá cá, ele terá apoio dos contribuintes.
    E pelo que tem feito para desentocar a sobra da rataiada do governo anterior, o Costa e Silva não precisará aparecer em forma de passarinho para ele, o que já é um grande alívio para as pessoas de bem do país.

    1. No segundo parágrafo: … ainda não se perdeu com a hiperinflação….
      E o STF do que passou a desfilar como o lagosteiro do povo brasileiro, hein?

  5. Até hoje, ‘os sapiens’ combatem ‘uns aos outros em busca de território, comida e poder.’
    Exemplo: “A Cemig anunciou nessa quinta-feira (16) que teve lucro líquido de R$ 797,2 milhões no primeiro trimestre de 2019 e que deverá reajustar a tarifa de energia elétrica a partir do dia 28.”
    O aumento será de ~8,7% mais as ‘bandeiras’ e a taxa de iluminação pública onde vc paga mais que o vizinho se consome mais energia que ele na sua residência como se a luz do poste brilhasse mais pra vc!
    Ano passado, o reajuste médio foi de 23,19%. Sem preguiça e sem ‘chutômetro’, calculem quanto foi o aumento cumulativo do ano passado para esse ano! (vou ajudar: ~71%)
    …e desviam águas de Minas pra SP e dizem que níveis estão baixos….(Rio grande, furnas e outros…vide mapas)
    Pergunta óbvia: Se ouve lucro, pra que ter aumento?

    “Tenho experimentado o convívio com sociedades onde a colaboração coletiva não só traz benefícios incontestáveis como — e principalmente! — garante o bem-estar e a própria sobrevivência.”
    “…quanto mais colaboramos com o próximo, melhor para nós mesmos..”
    OK mas faço perguntas à todos :
    Como caminho ‘com solidariedade e bem comum’ se ficamos inertes nessa total ausência de colaboração coletiva com esse e demais roubos e sacanagens do governo(bárbaros engravatados) para conosco e como faremos ‘tentando’ garantir o bem-estar e a sobrevivência ?
    Basta ‘pagar’? ( Fazer na web um abaixo assinado inútil? )

  6. Olá, Ricardo!
    Você estava fazendo falta!
    Acertou na questão chave do brasileiro: o seu ato de cada dia! Suas ações perante outras pessoas, ou seja, a falta de gentileza, respeito e cidadania!
    Um abraço!

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