Eu já disse: o nome do blog não é por acaso

Ai, ai… Lá vou eu arrumar encrenca! Mas fazer o quê, né? É da minha natureza, hehe. Bora para mais uma treta

Viva a diferença

Eu adoro as mulheres! Sou um fã incondicional de tudo aquilo que representam. Da maternidade ao matrimônio, passando pela sexualidade e, sim, fragilidade. Física e psicológica. Não confundam com emocional, por favor, pois neste campo são ‘leoas ferozes’ a amparar as crias e os machos sedentos por sexo. No caso dos humanos, também por colo: de mãe, de filha, de esposa, de avó…

O Instituto Locomotiva divulgou um estudo onde afirma que, se homens e mulheres ganhassem salários equivalentes, R$ 460 bilhões seriam injetados na economia. Truco! Em quanto tempo? Em um mês, em um ano, em décadas? Mais: de onde sairiam os recursos para tal equidade? O que ocorreria com a produtividade? De uns tempos para cá, o importante é uma causa nobre, e pouco importam os fatos.

Homens e mulheres são diferentes e pronto. Ponto. Trabalham de forma desigual em atividades desiguais. Força física, personalidade, agressividade, gentileza, disposição, resiliência, paciência… ufa! São tantas as variáveis que definem o valor da mão de obra para quem lhe paga, que reduzir tudo à uma mera questão de gênero é ou de uma simplicidade tremenda ou cretinice atroz. Quando não raro, ambas simultaneamente.

Biologicamente, as mulheres pré-dispõem-se à reprodução, guarda e cria dos descendentes. Isso no reino animal, é claro. As humanas são ainda mais complexas! Via de regra são o esteio familiar. Parte delas o equilíbrio emocional que mantém os lares em harmonia. Na falta, tudo desanda. São dezenas de milhares de anos desta sublime pré-disposição, incrustada no interior das bilhões de células que formam o mais divino dos corpos vivos. Não reconhecer algo assim é como insistir que a Terra é plana.

Por outro lado, os homens são mais competitivos entre si. É a tal condição de “Macho Alfa”. De novo, dezenas de milhares de anos — e bilhões de células — unem-se em prol deste fato; não se trata de mera suposição. O que esperar, portanto, de um cenário assim, onde corpos e mentes desiguais, com propósitos e princípios desiguais, compartilham do mesmo espaço e estão em busca dos mesmos objetivos (cargos e salários)? Igualdade? Como? É uma disputa, meus caros e caras. Como tudo na vida, aliás.

Comparem a vida pessoal, afetiva, familiar etc, de mulheres que ocupam altos cargos (com altos salários) com aquelas que não. Comparem, depois, estas mesmas mulheres (ricas e poderosas) com homens que ocupam posição equivalente. Se encontrarem, aí, diferença substancial entre os ganhos, eu me desculpo e passo a acreditar que o mercado de trabalho é discriminatório. Do contrário, continuarei a a creditar que, seja lá qual for o gênero, o trabalho será sempre —  e tão apenas! — remunerado por aquilo que produz.

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36 comentários em “Eu já disse: o nome do blog não é por acaso

  1. Aiiiii….. prepare o lombo! Apesar de eu concordar plenamente com você (e acho que uma grande parte também, mas não assume…), é certo que virão os “mimimi” de sempre. Afinal, não se pode mais ter opinião nesse país.

    1. Bom dia, meu escravinho! Vejo que hoje resistiu um pouco e só me procurou às 7:14 da manhã. Ontem foi às 6:15. Parabéns! Mais um pouco e você se liberta de mim, hehe.

      Mas olha só: esqueça a sugestão que um leitor lhe deu hein! É para o seu próprio bem. Burro tem aquilo enorme!!!!

      1. Blogueiro,
        Não se sinta amado ou desejado só porque acesso seu blog com frequência.
        Me permito, neste caso, o uso excessivo de drogas.
        Também me chama a atenção de seu comportamento quando se sente contrariado, sempre levando a coisa para uma conotação sexual.
        Recomendo tratamento.
        Se não quer ser comentado então não se exponha.

        1. eu, hein! quem falou sobre sexo não fui eu; foi um leitor, ou melhor dois, que intuíram esta sua tara por mim.

          Agora, que você tem de assumir, isso tem! Ninguém se torna obcecado por um blogueiro qualquer sem estar xonadinho. Ninguém envia comentários às seis da manhã, às sete, de madrugada, várias vezes ao dia apenas por se permitir o uso de drogas.

          Você Marcelo, como mais uns dois ou três tarados, viciaram neste blog e blogueiro. Leem, comentam e clicam freneticamente, dezenas de vezes, à espera da minha resposta. Vejo que escreveu às 10 da manhã. Agora são 2 da madruga do dia seguinte. Fico imaginando quantas vezes não acessou esta página para ver se te respondi.

          Pobre coitado!! Tornar-se dependente de quem sequer conhece. Que triste

        2. Esse aí é daqueles casos que nunca vão aceitar que o seu partido falhou. Lula será pra sempre inocente e vítima. José Dirceu um iluminado. Até o Maluf ele deve pensar que é inocente..Condenado sem provas!
          Com certeza, deve estar usando drogas mesmo.
          kkkk

  2. Sempre o foi, é e será. Mas de forma injusta, não nos salários, mas na previdência, vivem mais, em média 7 anos a mais, e aposentam mais cedo, 5 anos antes, são elas a causa do rombo da previdência, pois se o marido morre, ainda ficam com a pensão. E se falarem em Reforma da Previdência, sou contra, afinal pobre sempre se ferrou – que o digam meu pai e minha mãe, mas educaram os filhos em valores e virtudes, esses mesmos filhos, hoje, se aprovada a reforma teria o salário de aposentados como os lambedores de salame e bebedores de kisuco, otários sejam contra a reforma da previdência, afinal não aprová-la só é benéfico a quem muito ganha, pois o pobre em nada muda. E as mulheres agredeceram pois da forma como está a previdência é favorável a elas. Opinião Sem Medo é a antitese do politicamente correto – conceito que nivela os jumentos, quem tem medo das conseqüências, pois vive num mundo de anomia e busca legitimá-lo. Abraços meu amigo Ricardo. Caso seja para bem geral da nação verde e amarela, contra os amorfos de vermelho, você meu caro, pode me execrar. Bom dia, Braga, a capital européia do desporto em 2018, te espera.

  3. Ricardo,
    Você não vai arrumar encrenca nenhuma escrevendo este texto sobre este tema, falando a pura verdade como você falou. É claro que vão aparecer os jumentos que não entendem nada que você escreve e só querem aparecer e levar suas chicotadas, como este admirador Marcelo que você arrumou, mas também acho que o melhor das mulheres é ser como são…… diferentes. O dia em que a mulher for igual ao homem de deixo de gostar das mulheres. Elas são umas maravilhas assim do jeito que são. Não sei por que algumas querem ser iguais aos homens. Entendo que a discussão maior é sobre igualdade no trabalho e na remuneração mas muitas querem igualdade total. A natureza foi perfeita fazendo as coisas como são, para que mudar?
    Abraço.

  4. Ricardo. O Lula insiste que a Terra é plana. Não podia ser diferente, afinal a cabeça dele vai de orelha a orelha, dali pra cima é um vazio só. Não! na verdade naquele vazio moram alguns cupins que são usados pra corroer o Brasil.

    1. c tá errado mardição dos infernos. quem insiste que a terra é plana é outra rapaziada, ali, situada à direita, mbl’s e bosonaros da vida, mas vá lá, exigir de gente como você o preparo para admitir tal heresia, seria pedir muito. Quanto a blogueiro, bem, tomara tenha mulher e ela lhe dê um bom esfregão na cara e lhe arrume um rodo e uma vassoura pra poder limpar o escritório com tanto lixo.

  5. Olá Inundado, o atleticano da melhor cepa, capacitado, comprometido e respeitabilíssimo José Paulo Sepúlveda Pertence passa a integrar a defesa de Lulinha Paz e Amor. Sim, pois, Lula tal e qual o Reinaldo de Lima só é parado por falta ou pela atuação de gente nefasta como José Roberto Moro Rait. É mais um dos bons na defesa da boa causa. Sorte, Saúde e Sabedoria.

    1. Não tem nenhuma advogada ‘muito capacitada’ pra defender o lula no lugar do Sepúlvada não, tem que ser homem(digo, gênero masculino, sei lá sobre o cara)?
      Por exemplo: hoffman $(&) Grazziotin $(&) Bezerra $(&) Souza advogadAs associadAs??
      Elas poderiam até pediram ‘quentinhas’, comer no tribunal, tomar a cadeira do juiz e transmitir pelo zap-zap o ocorrido com orgulho como fizeram no senado até teimarem empacadas na audiência alegando que o lula é inocente gritando ‘forza lula’ e que só sairiam dali com a sentença de inocência dele.
      Seria a ‘forza’ feminina do senado como advogadas em audiência para enaltecer a competência feminista mesmo que apagassem as luzes!
      E então? cadê a ‘forza’ feminista pra ‘equiparar’ ou suplementar os advogados escolhidos?

  6. Ricardo, adoro suas crônicas. São boas demais! Não tem como não ver as diferenças, no caso dessa. Mas, deixa prá lá. Vamos ver, sempre, os bonitinhos serem do contra. Fazer o quê? Continue, meu amigo, a nos brindar! Abração

  7. Não é minha opinião, é minha história sem medo onde não me lembro com exatidão das palavras usadas no FATO:

    Duas cunhadas, uma psicóloga e a outra aposentada que foi uma excelente professora II grau muito respeitada além de falar algumas línguas(espanhol, inglês e sei lá mais quantas).
    Elas estavam falando sobre a capacidade da mulher que sobressaem em muito às dos homens; que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo e bla, bla, bla. enquanto isto eu calado e ouvindo os argumentos até que pedi a ‘palavra’.
    Eu disse: ‘Não sou machista e também não sou feminista, sou só REALISTA.
    Desconheço qualquer mulher que estudou e cresceu na vida sem o apoio de um homem seja ele pai, irmão, esposo, etc.”
    Frisei que: ‘Mulheres nunca inventaram nada, nem um simples dedal de costura, linha, tijolo, colher, sapato, tinta, botão de roupa, giz, sabonete, privada, caneta, spray, desodorante, papel higiênico, porta, asfalto, pneu, etc., etc, etc, etc, etc ao cubo, nada! Poderiam pensar no mais simples objeto ou no mais complexo e que elas crescem usando a evolução que os homens proporcionaram e continuam proporcionando, este era o ponto de partida delas.’
    (quem tiver uma lista de inventos e descobertas femininas por favor publique)
    O clima ficou ‘estranho'(elas meio p da vida, lógico).
    Propus um ‘disputa salutar’ para tirar dúvidas: Fazer um bolo de abacaxi com cobertura de chocolate e marchmallow (elas escolheram a fruta e ficaram eufóricas)
    Após a escolha, a única e exclusiva exigência era:
    “Os homens fariam o bolo usando somente ‘coisas’ inventadas ou descobertas por homens e as mulheres fariam o bolo usando somente ‘coisas’ inventadas ou descobertas por mulheres.’
    ps: entendam ‘coisas’ como material necessário: colheres, batedeiras, liquidificadores, espremedores, açúcar, farinha, chocolate, etc.
    SILÊNCIO TOTAL e elas ficaram como estátuas!!!!!
    Nem foi preciso fazer o bolo, precisava?
    Terminei dizendo que:
    “Exemplo de feminismo: As mulheres querem 30 cadeiras no senado(acho que 30) mas onde estão as 30 mulheres competentes para ocupar os cargos? Não tem que ‘preencher’ os cargos com qualquer uma só por quererem este ‘direito'(que chamo de benefício)
    Para que elas ‘evoluam’, devem usar os próprios meios ou os que os homens proporcionaram e continuam proporcionando SEM deprecia-los pois a origem de TUDO que possa beneficia-las veio dos homens.’
    Aí elas concordaram parcialmente mas sem nenhum argumento pois não tinham o que dizer, continuaram um pouco ‘p’ da vida e mudaram de assunto rapidamente.

    Esta é minha opinião MUITO sincera e sem medo!

  8. Há erros e acertos nessa crônica. Um acerto: de fato, homens e mulheres são diferentes. Diferentes em sua anatomia, fisiologia, etc. Estas diferenças biológicas também se refletem no comportamento e na personalidade, na *média*? Esta é uma questão que vem ocupando muitos cientistas. Há uma vertente que defende esta posição, outra que atribui tais diferenças meramente à cultura, i.e., desde muito cedo, homens e mulheres são educados de forma diferente e estas nuances em sua educação são responsáveis pelas diferenças observadas em seu comportamento ao longo da vida. Particularmente, prefiro a primeira explicação, embora não seja especialista. Todavia, se abstrairmos a questão da causa de tais diferenças, factualmente homens e mulheres têm diferentes preferências quando escolhem suas profissões, em *média*. Na *média*, há certas ocupações que são *preferencialmente* buscadas por homens (engenharia, p. ex.) e outras em que a maior parte é formada por mulheres (aquelas associadas ao cuidado, como enfermagem ou medicina).

    Outro acerto: há muitas variáveis que devem ser levadas em conta quando se avalia se alguém se adequa ou não a uma determinada ocupação. E, já que falamos em biologia, aponto um erro: segundo o autor, “[B]iologicamente, as mulheres pré-dispõem-se à reprodução, guarda e cria dos descendentes. Isso no reino animal, é claro. As humanas são ainda mais complexas!”. Como assim, “no reino animal”? Estava se referindo às fêmeas de modo geral, ou apenas às fêmeas da classe dos mamíferos? Ou apenas às fêmeas da espécie Homo sapiens? Pra ser franco, eu fiquei em dúvida a respeito do que o autor quis dizer aqui. Se se referiu às fêmeas de modo geral, está equivocado, há exemplos na natureza em que o papel da fêmea não se reduz apenas à reprodução, guarda e cria de descendentes, incluindo exemplos entre os próprios mamíferos. Se, por outro lado, referia-se apenas às fêmeas de Homo sapiens, há que se fazer também um reparo. Naturalmente, há maior presença de homens fazendo cursos de engenharia, enquanto há mais mulheres em uma classe de enfermagem ou arquitetura. Mas há também mulheres que escolheram ser engenheiras.

    Embora prefira explicação biológica como fonte das diferenças, a cultura exerce um papel importante, tende a *reforçar* tais diferenças. E este reforço, infelizmente, pode se dar por exclusão. Até pouco tempo (coisa de pouco mais de um século), era impensável ter uma mulher em uma universidade a ensinar matemática e a fazer matemática. Cito o caso de Emily Noether, como exemplo. É fato, e o autor, talvez por questão de síntese, tenha omitido isso: que as mulheres têm conquistado, com o passar do tempo, maior espaço. Acredito que, apesar das diferenças, sejam elas de origem biológica ou cultural, é importante reconhecer que a mulheres têm ocupado maior espaço, e é nosso papel não excluí-las das oportunidades, quaisquer que sejam. Digo isso porque acredito que a diversidade também é motor de progresso, em qualquer área.

    Um outro erro. Segundo o autor, “[O] que esperar, portanto, de um cenário assim, onde corpos e mentes desiguais, com propósitos e princípios desiguais, compartilham do mesmo espaço e estão em busca dos mesmos objetivos (cargos e salários)?” Há estudos que apontam desigualdade em percepção de salários e na ocupação de cargos mais importantes por homens e por mulheres, em *ambas as direções*, enfatizo. As razões destas desigualdades formam um espectro bem amplo. A mera presença de mais homens engenheiros em uma empresa de engenharia torna-os *estatisticamente* mais “propensos” a ocupar cargos importantes nesta empresa. O que se deve combater é discriminação quanto ao gênero para se contratar um profissional, ou promovê-lo, ou definir seu salário. Mas, o mais importante, é que não se deve rotular um determinado cargo ou profissão como “masculina” ou “feminina”. Exceto por nossos preconceitos, não há nenhum atributo de gênero que impeça uma mulher trabalhar na engenharia civil comandando pedreiros e mestres de obras possuindo as competências e capacidades para tal. O mesmo se pode dizer a respeito de homens trabalhando como enfermeiros ou secretários.

    A questão dos papéis atribuídos aos gêneros é complicada (como pode-se depreender lendo os comentários, há muito senso comum e pouca informação/reflexão). Há papéis definidos? Não acredito que existam quando se fala de ocupação ou profissão. Há preferências, em *média*? Sim, é fato. Reconheço que há exageros até mesmo dos que defendem a igualdade de gêneros. Não sei se se deve exigir que uma empresa tenha igual quantidade de homens e mulheres trabalhando em uma determinada área, simplesmente porque há muitas profissões em que o “gender imbalance” é elevado. Como disse, devemos evitar tolher as oportunidades a uma pessoa por mero preconceito.

    1. Utilizando uma expressão do Casseta e Planeta: Fala sério!

      Gosto do blog e dos comentários mas tem gente que extrapola com textos bíblicos…

      De tão prolixo “passamos batido” pelo comentário, literalmente deixando de lado.

  9. Para fazer justiça as mulheres vou indicar 15 invenções feitas por mulheres em resposta ao JLT:
    aquecedor de carro, escada de emergência, bote salva vidas, painéis solares, seringa, refrigerador elétrico, maquina de fazer sorvete, algoritimo de computador, tecnologia de telecomunicações, máquina de lavar louças, transmissor wireless, coletes balísticos e fibra kevlar, software de computador e a mais importante a cerveja e viva as mulheres.

    1. Lamento informar mas não é possível atribuir às mulheres a invenção da cerveja. Na verdade não se sabe ao certo a data e qual a civilização responsável por tal iguaria.

      Dúvidas? Da uma olhada rápida no History.

      Se a discussão é sobre a “composição atual”, aí vem da Baviera e não foi mulher. É conhecida como Lei da pureza.

  10. Quem disse que direitista entende de mulher? Se entendessem nao seriam tao desprezados por elas. E é por isso que se casam com dragões de comodo, sao as unicas que conseguem. A repulsa às mulheres é um traço marcante na personalidade dos direitistas. É tanta repulsa e ódio pelo fato serem desprezados por elas que eles vao para a briga, o embate. Enquanto isso nós esquerdopatas tratamos bem daquilo que gostamos e adimiramos. NOS AMAMOS AS MULHERES. voces gostam é de homem de cueca aos montes trancafiados no quartel.

    1. Sem comentários. Levando a briga de esquerda e direita até quando o assunto é sexualidade. Vai pra Venezuela meu amigo. Lá os seus esquerdistas estão morrendo de felicidade… e de fome…de doenças… de desemprego…
      Nao se trata de direita ou esquerda. Trata-se de realidade: os seus comunistas ficaram 16 anos no poder, e o Brasil está assim. Falhou. Já deu. Aliás, falhou no mundo inteiro. Vai pra Cuba e veja se a população lá não está louca pra fugir da ilha. Acorda meu caro!

      1. Tbm acho q não tem nada a ver o papo de esquerda e direita, mas já q vc esticou o assunto…

        No Brasil não existe esquerda. Existe centro esquerda, ou social democracia, q, em tese, apararia as arestas mais pontiagudas do capitalismo puro. É o q os americanos e europeus chamam de welfare state. O PT pratica, de forma mal feita, o welfare state. Acorda! Não existe comunismo aqui e nem vai existir. Prevalece aqui o jeitinho brasileiro, o egoísmo, o primeiro eu e exploda o resto…

        Esse discurso seu e de “congêneres” sempre citando cuba, venezuela, coréia do norte tbm já deu! Leia e se instrua antes! Faz bem à alma e não dói.

    1. Discordo que os direitos tenham q ser iguais. Acho justo a mulher ter licença maternidade de 3 a 6 meses. O homem não precisa disso tudo, mas aumentar de 7 para 15 ou 20 dias corridos seria mto bom pra “organizar” alguns “ajustes” no lar para receber o filho. A mulher, apesar de viver, em média, 9 anos a mais, trabalha 5 anos a menos. Não discordo deste tratamento desigual.

      Esse seu discurso de direitos iguais é o mesmo do Temer, querendo igualar a mulher ao homem para aposentar ambos somente após 65 anos. E eu discordo totalmente de você e dele.

  11. O que seria do mundo se não fosse as mulheres? O caos absoluto né! Pieguice a parte, devemos tudo a elas. Branca, negra, gorda, magra, feia, bonita, chata, enjoada, apaixonada. Acredito que Chico Xavier diria que são luzes no mundo. Temos que respeitar e proteger. Amá-las quando nos for permitido e valorizar sempre, em todos os sentidos. E, se deixarmos a política de lado, até a Dilma e a Gleisi entram nesse contexto, como mães, donas de casa, mulheres.

  12. Sobre esse assunto eu já pensei. Acho q a lógica é mto mais simples do q isso. A diferença entre homens e mulheres, pelo menos a q reflete na remuneração, acredito ser devido a legislação trabalhista. A mulher tem (nem digo q sou contrário a este fato e nem q acho errado) mais direitos que os homens. A licença maternidade é de 3 a 6 meses; a do homem é de 7 dias corridos. A mulher não pode ser demitida nos 30 dias subsequentes à maternidade; o homem a qualquer instante. A lactante tem direito a intervalos para amamentar durante o serviço; tbm tem direito a auxílio creche se a empresa tiver mais de um determinado número de funcionários (acho q mais de 50 ou 100, já esqueci…). Há outros benefícios q podem fazer com q o empregador tenha reduzida sua massa total de horas-funcionário disponível à sua empresa. Então, às vezes prefere pagar mais ao trabalhador masculino para ter certeza de que não haverá “imprevistos” q o faça ter q procurar uma reposição no mercado de trabalho. Mas tem algumas empresas q “proíbem”, por contrato consensual, as mulheres de engravidar por determinado período. Acho q é, então, preferível contratar homens a coagir mulheres a aceitar estes termos.
    Bom, enquanto fui empregador, essa era minha lógica estritamente financeira para definir a remuneração.

  13. Não entendo por que ainda dão espaço pra esse burro falante no UAI. Você é tosco, prepotente e beira o ridículo. Deveria dar suas opiniões nos programas da Sônia Abrão, Luciana Gimenez, Geraldo Luiz e outras aberrações. Você só fala cretinices. Não consegue uma bola dentro. Seja falando sobre sociedade, política, esportes… só saem pérolas!

    1. “Não entendo por que ainda dão espaço..”

      de novo??? caminhamos para dois anos de blog e vocês continuam nessa… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

  14. De fato, mulheres e homens são diferentes. Graças a Deus! Já pensaram se fossem iguais? Que triste e monótono!
    Quanto à questão profissional posso atestar, por experiência própria que em se tratando de atividade intelectual elas se comparam tranquilamente aos homens e estão equipadas para a briga de igual para igual. Mas tanto quanto os homens, têm que conquistar posições.
    Agora, se a atividade for braçal elas perdem feio. Fácil de concluir, né? Trabalhei no interior em uma grande empresa de reflorestamento. Precisávamos de elevado contingente de trabalhadores braçais e era inevitável a complementação com braços femininos. Elas produziam 1/3 se comparadas aos homens, mesmo orientadas a exercer atividades mais leves, tanto quanto possível. E outra: condição que só a elas é possível, assim que ficavam grávidas, corriam para se “fichar” na empresa, enquanto a barriga não denunciava, já que lá elas teriam todas as garantias trabalhistas, que nem sempre tinham nas fazendas de café e outras. E durante a gravidez não havia um mês sequer sem afastamento com “atestado médico”. Mutatis mutandis, elas próprias cavavam seu desemprego e menor valorização.

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