Lá, como aqui. Ou: Até tu, EUA?

Trump e Hillary como candidatos à presidência me fazem me lembrar do meu maior pesadelo.

Vou confessar-lhes algo: Até outro dia, antes daquele maravilhoso Powerpoint da Lava Jato, bem no fundo d’alma, eu ainda tinha um certo receio de ver o Capo disputando uma eleição presidencial. Pior. Meu medo era vê-lo disputar um segundo turno com Ciro Gomes ou Marina Silva. Meu Deus! Pensava nisto e tentava decidir a melhor maneira do suicídio: Tiro ou veneno.

Assistindo ao debate americano me coloco no lugar dos caras e os imagino pensando a mesma coisa. A única diferença, ali, ao menos na minha opinião, é que Hillary é tão fraca, mas tão fraca, que Trump passa a ser uma espécie de tábua de salvação. E mais: A “esquerda light” americana, representada ao extremo pelo farsante Barack Hussein Obama, o maior trapalhão da história da política externa americana, o responsável pela desestabilização do Oriente Médio, aquele que apertou as mãos dos facínoras irmãos Castro, precisa sair de cena e dar espaço a um doidão tresloucado que coloque alguns pingos em alguns “is”. Daí a minha predileção, se posso usar esta palavra, pelo amalucado Trump.

Agora, uma coisa é inegável: Os Estados Unidos não estão mais bem representados que nós, não, em termos de liderança política. A sorte deles — e a de todo o mundo — é que as instituições por lá são tão estáveis e tão sólidas, que não há imbecil o suficiente que cause grandes estragos internos; e, certo modo (repito: certo modo), externos. Por isso lhes digo, ironicamente é claro!, #gotrump.

Leia, aqui!

6 thoughts to “Lá, como aqui. Ou: Até tu, EUA?”

  1. Ola Ricardo: Respeito a sua opiniao, mas a bem da verdade eh que iremos votar no menos ruim. Nenhum dos dois prestam, mas o Trump eh completamente maluco. Aprenderam fazer eleicoes, nao de ideias e sim ataques mutuos. O Trump nao liberou a sua declaracao de Imposto de renda por dois motivos. 1) Nao paga imposto algum 2) Nao doa nada para quaisquer instituicoes de caridades, como ele afirma. O mundo vive uma crise de lideranca. Moro em Boston ha 10 anos. A Killery eh menos ruim.

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