O fiel da balança chama-se Henrique Meirelles

O mundo político derrete e ainda assim a economia se recupera e os mercados se comportam com certa normalidade

Tábua de salvação

Já escrevi vários posts sobre Henrique Meirelles, a quem costumo chamar HM. Não o conheço pessoalmente, mas acompanho sua carreira com muito interesse, desde que foi presidente mundial do Bank Boston, adquirido no Brasil pelo Itaú. HM é reconhecido mundialmente como um dos mais competentes executivos do mercado financeiro do mundo.

O curioso sobre Meirelles, no campo político, é que ele é uma espécie de “intocável”. Foi tucano, pemedebista e agora é filiado ao PSD. Como foi ministro de Lula (Presidente do BC), está blindado às mentiras e difamações típicas do PT. Contudo, por conta da sua recente passagem pelo grupo mafioso, travestido de empresa, JBS, tornou-se alvo das conjecturas dos maledicentes, como se sua atuação, como principal executivo do grupo, incluísse corromper autoridades.

A verdade é que o Brasil só está em pé por conta de Meirelles. É ele o fiel da balança, ou melhor, o fiador do governo Temer. Sem ele, meus caros, a economia já teria entrado em colapso e o país ido às brecas. O mercado financeiro meio que se descolou do mundo político-policial, sobretudo por conta de HM no comando. Não à toa ser o preferido por todos aqueles responsáveis (políticos, empresários, financistas), a ocupar indiretamente, no caso da queda de Michel Temer, o governo até o pleito de 2018 e a consequente posse do novo presidente, em 2019.

Aliás, no meu Brasil perfeito, Meirelles seria o presidente e Antônio Anastasia seu vice. Ou o contrário. Mas sei que é um sonho. Tanto um como outro são cartas fora do baralho político viciado do país. São honestos, trabalhadores, repeitados, responsáveis, competentes, enfim… Reúnem tudo aquilo que a corja política detesta e os eleitores entendem como ruim.

Bom mesmo, vocês sabem, é quem cospe, grita, não sabe falar, não entende porcaria nenhuma de administração pública e finanças, promete tudo (e não entrega nada), rouba e, se sobrar espaço e tempo, quebra o país. Isso é o que faz a cabeça da tigrada. Vá entender!

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21 thoughts to “O fiel da balança chama-se Henrique Meirelles”

  1. Olá Inundado, o padre devasso de filme holandês, também conhecido como HM foi em Goiás apenas para nascer, aliás sem nenhum demérito a terra de Cora Coralina, ultimamente tem aparecido naquelas bandas uns tipos deveras suspeitosos e sofríveis, é Carlinhos Cachoeira, é Demóstenes Torres (quem não se lembra dele atuando conjugadamente com Veja e DR Ferrão, vulgo Gilmar Mendes, do grampo sem áudio?), é Marconi Pirilo e o dito cujo HM. Essa listinha já dá bem a indicação dos tipos nefastos que nos assolam e que vieram da terra das esmeraldas.
    Certo mesmo que se deixaram o padre devasso de filme holandês continuar dando as cartas na direção da economia de Pindorama, logo logo retrocederemos ao regime da plena escravidão e então, não será apenas oitenta por cento da população para servir a elitizinha mais o percentual subirá para 97% e ele na maior cara de pau estará sempre a dizer que daqui a duas duzias de meses o nível de emprego subirá. Não se espante o sujeito é sarcástico na integralidade da palavra.
    Como soi acontecer os sabujos se dedicam a incensar uns sujeitos malfazejos deste jaez , isso, aliás não é novidade nenhuma. O pior é que vivemos uma quadra muito desfavorável e da conjugação de males esta resultando num certo calejamento do povo que parece começa ficar batido no lance e já não reage. É sombrio.
    Resta esperar 2.018 quando, se não houver outro golpe, com eleição direta reconduziremos Lulinha Paz e Amor ao Palácio do Planalto ou alguém que seja apoiado por ele para que Pindorama volte ao bom caminho da recuperação. Fora MH, o demiurgo.
    Sorte, Saúde e Cidadania.

  2. Nossa seu brasil perfeito é um lixo. E outra, o HM era empregadinho da JBS. Não quero esse cara não. Inquieto melhore o nível de seus comentários nesse blog ridículo seu.

        1. ué, e quem aqui tá disputando o quanto ganha? Mas intuo que você deva ser um mequetrefinho qualquer, pois só gente assim se vangloria do quanto recebe. Em relação a mim, não tenha dúvida que ganha muito mais, hehehe… qualquer coisa acima de zero é muito!!!

        2. Se você ganha mais que o Ricardo, deve ser milionário. Ninguém quer saber quanto você ganha. Ridículo. Só pode fazer parte da vassalagem petista.

  3. Então o HM, empregado da JBS nada sabia sobre a corrupção praticada pela empresa.
    Ou HM é um idiota ou ajudava Joesley a corromper.
    Não acredito que seja idiota.

    1. Olá Campos, os rapinadores tautologicamente rapinam. Cê acha que o padre devasso de filme holandês iria dar ponto sem nó? Ele irá sugar até a última gota, é cada uma enxadada uma minhoca. É terra arrasada, Gengis Khan é amador parto dele. Vai ouvindo.

      1. Seu texto é ridiculamente confuso. Você se refere ao proprietário daquela empresa que cresceu exponencialmente, nadando nas benesses do BNDES no desgoverno Lula Vagabundo da Silva?

        1. Caro Kadu,
          Os comentaristas VERMELHINHOS detestam a VERDADE. Fingem descaradamente que não se lembram que o Henrique Meirelles serviu aos dois governos do MESSIAS do SERTÃO. Fingem também que não sabem que o MESSIAS quis que o mesmo HM servisse ao governo da RAINHA da MANDIOCA; que fez charminho e não aceitou.

  4. Olá Cidrac Pereira! O HM não deve ser visto nos Becos de Goiás, no romance de Cora Coralina, cuja leitura deveria ser obrigatória. Estado governado por um tucano que aliou a um ex senador tucano para assaltar o Estado de Goiás. Se a cachoeira delatasse o governo daquele estado não pára em pé.

    1. Correto, Anonimo. Os poemas de “Becos de Goiás” não fazem qualquer referência ao Henrique Meirelles.
      Até porque o livro foi publicado em 1965, contendo poemas de período bem anterior àquela data. E em 1965 HM tinha 20 anos e ainda frequentava os bancos escolares.
      Seu comentário está bem no nível do destinatário dele.

  5. Tem nego que escreve bem, se obrigando a justificar que PTista tb é culto, e alguns de fato são, mas em geral não valorizam se pavonear em arenas estranhas às suas habilidades mais naturais.
    A interjeição aliás é “mas” e não “mais”.

    1. Trabalhar?!? Eu, hein!! Já trabalhei o quanto precisava. Agora sou apenas carrapato mesmo. Guenta, mané!!! Aproveita e estuda um pouco. Quem sabe aprende o que significa ser “reacionário”?

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