Independência ou morte!

Nunca acreditei muito na sinceridade destas palavras. Passados 200 anos, a independência não veio nem ninguém morreu.

 

Símbolo dos três poderes.

D. Pedro I era “mais ou menos” gente boa. Ao menos é o que eu extraio dos livros de história. Boa praça, bem intencionado, mas… Como todo detentor do poder, em um Estado não democrático, o portuga sempre tratava dos interesses próprios em primeiro lugar. Depois os da família. Depois os da Coroa, ou ex-Coroa em atividade. Depois os dos amigos e apoiadores, Depois, aí, sim, sobrava um tempinho para a macacada. Ele até que tentava não se servir do povo, ou ao menos não se servir tanto, mas sabem como é: a carne humana é fraca!

O Brasil jamais foi independente, jamais deixou de ser colônia. É um país atrasado e pobre, subserviente e acomodado, que hoje rende loas a um Estado tirano, comandado por uma elite política que domina a cena nacional há três décadas. Variam os matizes, mas não os atores. Antes, na eterna natureza servil, deixou-se tutelar por monarcas, ditadores, fascistas, generais. Jamais ousou cuidar do próprio umbigo e tomar conta de si mesmo. Sina maldita esta de sempre precisar de um “Messias” a lhe conduzir o destino.

Tiradentes morreu por causa de 20% de imposto. Coitado! Deve revirar no túmulo ao nos ver pagar 40% e não reclamar. Independência? De quem?

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