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Sobre o templo só o tempo dirá

Esperei ontem até ir me recolher a manifestação reativa de dois amiGalos que entenderam as razões arguidas pelo sócio da saf Atleticana. Como não veio nenhum dos textos solicitados, sigo eu mesmo com minhas observações pessoais. Quero deixar registrado que não sou antisafista e tampouco defensor desse modelo de gestão. O que não me impede de entender, dentro dos meus limitados conhecimentos de contabilidade, que essa lei federal teve a nítida intenção de permitir a redução das dívidas (impagáveis) dos clubes de futebol. Dizer, como ouço, que foi a institucionalização do calote não me sinto qualificado para fechar com essa corrente de pensamento.

Entretanto, fazendo contas em papel de padaria e baseado noutras gestões que aderiram ao modelo fica evidente que as safs que optaram pela RJ (recuperação judicial) estão – ainda que momentaneamente – navegando em águas mais mansas e calmas. Daí a afirmar se é isto ou aquilo – plagiando o poema da Cecília Meireles – ou se tem time e não tem estádio. Ou tem estádio e não se tem time, opto por comemorar vitórias e títulos. Vale dizer, time competitivo para a Massa festejar conquistas. Registre-se que tenho o maior orgulho da nossa casa própria, que será a mim para todo o sempre Estádio do Galo, mas ainda não me convenci de sua efetiva necessidade notadamente pelo momento que estávamos atravessando e seguimos agora com indiscutíveis agravantes.

Não vou entrar, como já o fiz em tempos recentes, sobre a possibilidade real e concreta de o Mineirão ter caído no colo dos times, conforme foi desejo do governo do Estado. Tampouco no fato que além do Mineirão, ainda o Independência à disposição em jogos com menor apelo de público. Agora temos um estádio intermediário que se o time vai bem é pequeno e se vai mal sobra espaço. Dias atrás tivemos público menor que 20 mil Atleticanos. Ao meu sentir, por mais orgulho que o Estádio do Galo motive o Atleticano, satisfação maior seria com time e elenco vencedores no gramado.

E mais, como minhas contas são em papel de padaria, vamos aos números que ouvimos e lemos diariamente. A construção do estádio, prevista na casa de 400 milhões e poucos milhões, bateu um bilhão de reais. Ah! O Kalil e as contrapartidas, a taxa Selic, os juros, o aço e o escambau. Ora, fosse eu a errar essa previsão, seria chicoteado pela família e amigos. Porém, peraí, sem dar imunidade ao Kalil – não sou da sua turma, tão e somente um Atleticano sem dinheiro no bolso e/ou poder de decisão -, essa ladainha de culpar o então prefeito tá virando história da carochinha. Muita gente, como eu, já não dão mais crédito a essa explicação. Outra, convenhamos – juros, Selic e aço – são para construtores como uma cirurgia para um cirurgião. Palavras para um tribuno ou poeta. Sem dificuldade.  Isso não cola!

Aos dados no papel pardo e lápis. Deixando de lado o custo estimado e gasto com a obra do estádio. A dívida onerosa, estou puxando de memória e pode não ser exatamente – mas à título de raciocínio tem validade -, era da ordem de 800 milhões. A primeira venda de metade do shopping foi na casa de 250, depois a outra metade em torno de 350 milhões. Algo que me lembro perfeitamente, “vamos negociar com os credores o abatimento desses valores”, o que em tese zeraria esse passivo. Em tese, mas na real, isso não foi abatido e chegamos agora a números divergentes. Dizem 1,4, admitem 1,8 e explicam o 2,3 bilhões. Desse número superior a dois bilhões, em torno de 500 milhões, é rubrica de passivo de naming rights, camarotes e cativas. Na minha jumentice, expressão que Domingos Sávio tanto utiliza, minhas cadeiras – pagas à vista – se transformou em prejuízo contábil ao Galo. Sei que não, mas foi assim que ouvi a explicação. Sobre o amigo DS, ele quase foi sacrificado aqui quando escreveu a pedido do blogueiro um post. O título era “parem as máquinas”, quando teve início as obras da Arena.

Para fechar (ou melhor, tentar), posso concluir daqui da minha total ignorância (repetindo a expressão do Domingos Sávio, jumentice), se a dívida é algum desses valores, sem o estádio seria 1,2 bilhões a menos. Donde se conclui que, assim como mamãe e papai ensina aos filhos sobre a mesada, não gaste mais do que tem, estaríamos praticamente sem qualquer dívida e vivendo na bonança de grandes contratações. No caso do valor contestado de 2,3bi, se diminuir dos 500mi, fecha com o 1,8. Ora, repito que adoro minhas cativas – G12 e G13 – mas preferia um GNV premium nas outras duas praças de BH e vendo o meu Galo bater de frente com o Real Madrid, PSG ou algum outro gigante mundial conforme prometido e passou a ser o nosso sonho.

Em tempo: minhas contas de padaria, até que me convençam do contrário, prevalecem sobre tantas siglas e nomes estranhos ao dia a dia do Atleticano. Notadamente aqueles que estão impedidos de ir aos jogos no templo, por razões diversas. Desde a quase obrigatoriedade em ter plano de sócio torcedor até valores de ingressos. Por fim, já que falei das minhas cadeiras cativas, tem já alguns eventos que a prioridade na compra para os titulares caiu no esquecimento dos promotores dos shows. Ou nem são orientados desse compromisso. Me lembro do Paul quando  exerci o privilégio. Esse do Gil, que acabou indo para o Mineirão, quando as vendas ocorreram o titular das cadeiras sequer foram mencionados. Ah! Nem os shows anunciados da inauguração aconteceram. Abdico de shows e dessa promessa, prefiro elenco com bons jogadores.

*imagens: 1) Divulgação; 2 e 3) extraídas da internet

Blogueiro

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  • Me dói ver atleticanos repetindo constantemente, de forma distraída ou descomprometida, repetidamente, inverdades ou enganos. Algumas delas: 1. Sobre o valor do Diamond ser suficiente, à época, para pagamento das dívidas: nunca foi dito isso; além, vimos como a Multiplan tratou o negócio assim que anunciado o interesse: esperou que não aparecessem concorrentes – e não apareceram -, propôs o preço mínimo, e pagou parceladamente; isto após 4 meses do anúncio do interesse do Atlético... Como fazer caixa com um negócio que assim se apresentou? 2. Sobre os “lucros” do Diamond – todos sabemos o percentual que se recebia, por contrato, da administradora, e todos sabíamos que era muito pouco; também, que praticamente não se valia a pena, e que o contrato não poderia ser mudado, por ausência de força nossa, sem capacidade comercial de forçar a administradora... 3. Sobre a importância de um shopping para o Atlético: concordávamos, quase todos, que este não seria, por natureza, o foco ou o negócio do clube; se muitos achavam que o clube não devia ou não precisava ter estádio, quanto mais um shopping? Isto era dito frequentemente, e não é possível que tenha mudado da noite para o dia... 4. Sobre o Mineirão: também é impossível que não se veja, pq é demonstrado a cada partida, que não há lucro em se jogar lá... os custos são muito altos, e nem se discute os baixos ganhos paralelos, a disponibilidade do estádio, o conflito de agendas, as recorrentes péssimas situações do gramado... nesse diapasão, alguns nossos até aventam que o campo do Sete estaria disponível para nós, quando quiséssemos.. . um lugar onde o dono não deixa nem que coloquemos nosso escudo! 5. Sobre a Arena, tamanho: foi amplamente ventilado, antes da sua construção, que o tamanho seria para atender os regulamentos da Conmebol, e adequado, em custo/benefício, para shows... sabíamos disso, mas agora questionamos o tamanho, sabendo-se que o próprio campo do Sete foi adequado para este formato – mas isto infelizmente fica relegado. 6. Sobre a Arena, custos: mesmo com a imprevisibilidade de obras, seu orçamento manteve-se controlado – mas enfrentou, sim, perseguição legal - com custos - por funcionários da Prefeitura – que até fizeram postagens se vangloriando disso...!, alta inesperada de insumos e uma pandemia; mesmo assim foi feita, e é espetacular; quero assistir, de camarote, o Flamengo ou qualquer outro fazer igual – sem os vultuosos, tradicionais e a fundo perdido, dinheiros públicos, claro. 7. Sobre a Arena, suas alterações – foram extremamente cobradas, tendo se dito que nunca aconteceriam; pois foram feitas, colocou-se uma esplêndida e turística escultura na sua entrada, e, os que eram descrentes, ainda não se referiram a isso; seria honesto intelectualmente, creio, relembrar isso. 8. Sobre a SAF – agradeço e rezo todos os dias, sim, por estar em mãos atleticanas, e não em mãos de um fundo qualquer, de qualquer buraco do planeta. Para mim, faz enorme diferença. E, humildemente, não me esqueço que foi com o trabalho dela que nosso – justo – título de 37 foi reconhecida. 9. Sobre a SAF – a lista de críticas é grande, e a minha também é; infelizmente, fica prejudicada, pois muitas vezes ficamos discutindo os óbvios inexistentes.

    • EXCELENTE COMENTÁRIO!!!!

      É uma pena que o modo de administração do blog não permita uma interação rápida, mas, de qualquer forma, eu o felicito pelas sábias palavras. Abraços!

  • Aplicaram o conto da "Casa Própria" (será por quê?!?!) em quem não tinha sequer um prato de comida à mão e o torcedor do Galo, por inocência ou vaidade, caiu na armadilha. De quebra liberaram o caminho para nosso rival assumir o Mineirão. Endividaram o clube ao máximo para, depois, se apresentarem como salvadores do Galo. Plano Maquiavélico!

  • Quando a entrevista do CEO foi cancelada, notou-se claramente que com ele falando sobre tudo de SAF, não seria de bom agrado e talvez cairia em um descrédito junto aos torcedores e interessados... com certeza os donos pensaram muito sobre isso e resolveram mudar o entrevistado que tinha que ser mesmo um dos investidores.

    Assim aconteceu e tudo que o Menin filho disse foi visto por muitos como algo já esperado que era dele defender os interesses do negócio e para outros muitos foi de bom tom pois agora se sabe exatamante a realidade da SAF e o que os investidores pensam e o que querem ou precisam fazer de agora em diante.

    Dito tudo que deveria ser falado, nada muda quanto a necessidade de aportes financeiros, caso contrário, essa SAF não vai vingar, pelo menos por agora, como todos sonham... DINHEIRO é a palavra de ordem, como sempre foi em todos os níveis do futebol.

    Os investidores atuais da SAF Atleticana são os homens mais ricos da cidade, então, se eles não têm mais grana para investir, pelo menos eu, fico na torcida para que novos milionários sejam escalados para impulsionar o negócio... ficar esperando anos e anos para restabelecerem as economias vai impactar diretamente no time de futebol e isso não é nada bom... a torcida quer ver o time disputando e brigando pelos canecos e não só participando dos torneios.

    Infelizmente não têm mais para onde correr e eu vejo que por mais que não se concorde com os poderosos e suas atitudes quanto ao CAM, a torcida precisa continuar acreditando que esse negócio vai vingar e vamos ter sempre um time forte para conquistar os campeonatos tão sonhados novamente.

  • Nunca vi o próprio credor estabelecer recuperação judicial contra si mesmo! É muito conveniente a não adesão a este recurso legal no caso do Atlético MG.

    • E não venderá para outros investidores, porque corre o risco do novo dono pedir recuperação judicial e eles ficariam no prejuízo. Uma encrenca.

  • Como se não bastasse tudo isso, o Mineirão pode cair no colo do rival por míseros trezentos milhões a partir de 2026, com pagamento a perder de vista e sendo quitado com o próprio rendimento do estádio.

  • Bom dia MASSA!

    Sobre SAF, dívida, 4 Rs, etc., pra mim já deu. Não vou, pelo menos por enqto, manifestar mais. Já tenho minha opinião formada, que me convencem de que estou errado e mudo de opinião. Afinal, "...não sou poste...".

    Vamos ao que importa, futebol.

    Já está mais do que claro que não haverá contratação, nem agora, nem depois. Desde o início empurraram com a barriga para essa janela. Era para ter paciência e aguardar a janela do dia 02/06, agora é para aguardar a de julho. Em julho devem anunciar para aguardar 2026.

    Enquanto isso, começa mais uma divulgação de ilusão a torcida. Nesse momento, vem ventilando aos 4 ventos que Gabriel Veneno e Iussepe, estão sendo observados pela comissão técnica. Cuca já dizendo que se o clube não vender jogador, não sobrevive, mas e as cobranças dele?

    Palácios está indo embora, Rubens é bem provável, bostafogo sondou Jr Santos de volta, mas disseram sem chance.

    Conclusão: a diretoria do 9ALO está mais perdida do cego em tiroteio. Eu já torço pelos 47 ptos e sejamos felizes na SA e CB, onde mesmo que remota, temos chances de ser CAMpeões.

    BBOOOOORRRAAAAA 99AAAALLLLLLÔOOOOOOOOOOOO...........

  • Bom dia xará e amigalos. É Guru! A coisa tá feia. Pra piorar o dono do GALO diz que tem meia dúzia de jogadores com o salário igual ao do Hulk que ultrapassa R$ 1.000.000,00. Não precisa nem dizer quais são esses jogadores né? E a torcida é censurada quando esses milionários não jogam nada e são chamados de pipoqueiros e sem vergonha. A obrigação desses come e dorme cheios de mordomia é ganhar bem do Internacional na quinta-feira e chamar a MASSA de volta e classificar na Sulamericana. Na Copa do Brasil é pedir muito porque eles geralmente pipocam no Maracanã.

  • Salve Massa e Guru

    Se algum algum torcedor depois da entrevista, ainda não caiu na realidade, me desculpe, sem ofensas, mas ou é sonso ou vive no mundo de Nárnia.
    Por mim, não vou criar mais expectativas nem sobre contratações e muito menos sobre títulos, já que um depende do outro. Vou continuar daqui torcendo do mesmo jeito deste que o Galo entrou na minha vida.
    Quem sabe os deuses do futebol não iluminem a cabeça de Cuca e seus comandados e os caras resolvem nos surpreender?
    Quanto as dívidas se são 1,4 ou 2,3 não interessa, vão ser pagas, porque senão o nome dos Safistas vai pro SPC, simples assim. Só me chateia, é ver o nome do clube neste imbróglio.
    Mesmo não gostando dos caras da SAF e principalmente o Gepeto Jr., não vou torcer contra, como alguns parecem torcer, pois se eles forem pro buraco, nosso clube tb vai.
    Em relação à Arena, meu comentário de ontem traduz o meu pensamento. Para mim foi um investimento que já vem e dará muitos frutos e me baseio no faturamento que temos tido a em comparação com a merreca que tínhamos do tão decantado shopping e com o faturamento do Mineirão, cujo maior utilitário atual, nosso ex rival, vive todo dia choramingando e esperneando.
    Só não entendo porquê, afinal de contas no Mineirão ele fatura uma grana com a bilheteria, com publicidade, com shows, bares e com estacionamento.
    Só que não.
    E fica a pergunta: se a Arena foi tão ruim porque outros clubes estão procurando construindo as suas, tendo estádios como o Mineirão pra jogar?

    • Caro JBHGALO, as questões que você colocou são simples:
      Por que a Arena MRV foi ruim pro Galo? Porque seu custo saltou 3 vezes. Não foi apenas pandemia, juros, selic, minério de fero. Foi planejamento equivocado. Ou você acha normal uma obra custar 3 vezes mais do que foi orçada?
      É óbvio que ter um estádio agrega para um time, mas não da forma que foi feito. E aqui nem citei os problemas: pontos cegos, inclinação do anel superior, o gramado horroroso, a acústica, as obras de contrapartida, etc.
      Sobre o Mineirão, ele geraria bastante dinheiro sim aos Clubes de futebol, caso fosse gerido e administrado pelos próprios clubes. Isso seria absolutamente possível.
      E pra terminar, a cereja do bolo: o Diamond. Você sabia que este empreendimento - o shopping - gera lucro líquido acima de 100 milhões de reais por ano? Essa informação é pública e está disponível para todos. A Multiplan tem capital aberto, basta pesquisar.
      Você afirmou que o Galo recebia uma merreca. Mas saiba que aquela merreca (cerca de 10% do faturamento anual) seria transformada em um fortuna dentro de pouquíssimo tempo. Isso também é público e constava em contrato.

      • Mau amigalo GB, obrigado pela interação.

        Seus argumentos são válidos mas merecem contraponto, com todo o respeito.
        A Arena custou 3 vezes mais, porém teve 3 vezes mais motivos para custar e vc bem os enumerou ai, esquecendo somente a questão das contrapartidas que por si só somam cerca de 250 pilas.
        Claro que as questões da acústica, ponto cego e gramado foram erros bizarros e tb contribuíram para este custo a maior.
        Vc acredita mesmo que dirigentes que não conseguem se acertar para ter uma partida com torcidas compartilhadas, se reuniriam para administrar juntos o Mineirão?
        Quanto ao Shopping pelo que foi noticiado tão cedo voltaria ao clube, já que a continuação do arrendamento já estava acertada.
        Se os caras não estão conseguindo administrar clube de futebol que é o carro chefe dos negócios iriam administrar shopping?
        Fui contra a venda do shopping não pela arrecadação, mas sim porque o valor pra mim foi muito pequeno e porque a grana ia sair pelo ralo, como aconteceu.
        Mas um detalhe: a Arena só dará o lucro esperado se tiver grande ocupação e para isto precisamos de time. Ai que está o perigo.

  • Bom dia Ávila. Bom dia a todos. Fazendo um estelionato intelectual no icônico jornalista Eduardo Costa, um dos últimos moicanos daquele jornalismo policial raiz, o Eduardo teve a honra de substituir a Glória Lopes, no Programa Polícia é notícia, " eu não sou um poste, mudo a minha opinião, desde que me apresentem argumentos sólidos ou que os fatos mudem". Queiramos ou não, estamos diante de FATOS NOVOS. O Galo é uma Saf, a Saf tem dono, os donos mostraram a realidade. Eu entendi a REALIDADE FATICA ATUAL. Foram cometidos erros? Foram e muitos!
    Mas voltando ao Eduardo Costa, que riu bastante quando em uma reunião só com gente brava eu disse aqui tá cheio de trairas. Na Saf também: o Renato Salvador, depois de surfar na onda dos títulos colocou quanto de dinheiro na Saf? O Ricardo Guimarães colocou quanto além dos créditos que tinha a receber da Associação? Só cinco atleticanos apaixonados aderiram ao FIGA? O meu ponto é além de malhar os Menins, que Queiramos ou não, colocaram dinheiro na Saf e assumiram Toda a dívida, seja ela de que valor for, a dívida é deles, o que podemos fazer ?

    Oras o time do Galo tem deficiência? Sim, mas pode sim, ganhar essa Sulaamericana é ficar no G6. Mas, para isto , seria necessário o técnico, os jogadores e a torcida quererem. Estou vendo gente torcendo para dar errado para os Menins se ferrarem! Estranho cadê a torcida que dizia que torcia contra o vento? Cadê o apoio incondicional ao time ? E NEM ADIANTA A LADAINHA DE PRECO DE INGRESSO, POIS NO JOGO CONTRA O INTERNACIONAL TEM INGRESSO A 21 REAIS. Será que a torcida do Galo também está está virando um cardume de trairas? Padre Torga diria: é o que é! Então a escolha é livre e deve ser respeitada: EU TORÇO PARA OS MENINS CONSEGUIREM RESOLVER OS PROBLEMAS FINANCEIROS DA SAF. TORÇO PARA O TIME ENGRENAR, POIS NÃO TEMOS TIME INFERIOR AO BRAGANTINO. UM ELENCO QUE CUSTA 24 MILHÕES POR MÊS PODE RENDER MUITO MAIS. Finalizando estamos na era digital, na era da inteligência artificial, temos de nos adaptar : a vida mudou...

    • Só discordo da expressão "a dívida é deles". Na verdade a dívida é do CNPJ da SAF. E é aí que mora o perigo: se a SAF quebrar o Atlético quebra (e acaba) junto com ela. Se a Associação voltar como time de futebol, como defendido como alguns, o retorno se dará na última divisão do Campeonato Rural. Penso, o que não tem a menor importância, que isso será a morte ao Atlético, portanto, concordo contigo que a nossa torcida deve ser para o sucesso da SAF.

  • Bom dia.

    Como o meu entendimento em matéria de SAF é próximo de zero, não tenho palpitado sobre o assunto.

    Mas me lembro que durante a construção do estádio, aconteceu uma coisa chamada pandemia, que fez qualquer orçamento ir para o espaço.

    Pensando também em como deixaram que o clube, administrado por pessoas apaixonadas pelo GALO, chegou em uma situação de ter que vender o shopping para quitar dívidas.

    Que dívidas milionárias eram essas?

    Os conselheiros não estavam vendo o tamanho do buraco?

    Poisé, novamente.

    Abraço

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