O Henry do título é um velho fazendeiro que cria o filho e tem um cunhado como vizinho. A esposa foi levada pela tuberculose e ele vive uma vidinha pacata cuidando de suas terras e animais. Tudo muda quando eles avistam um cavalo perambulando na linha do horizonte e Henry acaba encontrando o dono dele ferido e inconsciente. Não demora a aparecer mais gente e, com eles, problemas. Uma trama aparentemente simples, mas muito bem construída e, especialmente, bem atuada.
Blake Nelson segura tudo no olhar, na fala e na forma decidida como se posiciona. Envelhecido e com um olho quase fechado, ele deixa claro guardar um passado e sabemos que os forasteiros vão colocar isso tudo para fora. Só não estamos preparados para o que vai ser revelado. Quase dez anos depois de sua estreia como diretor e roteirista, Potsy Ponciroli volta às funções chamando bastante atenção com um longa maduro, bem finalizado e com uma belíssima fotografia (de John Matysiak, parceiro de Ponciroli na série Still the King).
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