Quando parece que o filme vai se centrar em Deivinho (Cícero Lucas), que joga futebol para agradar o pai (Carlos Francisco), mas quer ser astrofísico, o roteiro opta por cobrir toda a família, acompanhando as rotinas de cada um para, pouco depois, abandonar todas as premissas vislumbradas. A mãe (Rejane Faria) se envolve em uma situação ridícula que não dá em nada. E o mesmo é observado com todos os demais.
O diretor e roteirista Gabriel Martins não escolhe qual caminho quer seguir e acaba não seguindo nenhum. Os diálogos não são inspirados e a qualidade do som não ajuda. As atuações variam do correto ao risível, mas o roteiro não ajuda o elenco, que não tem muito com o que trabalhar. Ao final, fica a dúvida do que se pretendia com Marte Um.
Os pais também têm suas histórias, mas nada é conclusivo
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