Na trama, temos uma adolescente que ataca uma coleguinha e logo descobrimos tratar-se se uma canibal. Buscando conhecer suas origens e se entender melhor, ela pega um ônibus e vai atrás da mãe, que não conhece. Na viagem, encontra outros como ela, como o esquisito Sully (o ótimo Mark Rylance) e o desgovernado Lee (o insosso Chalamet), que passa a viajar com Maren.
As metáforas sobre o fim da adolescência, a transição para a vida adulta e todas as dificuldades que vêm nesse período são representadas por um canibalismo que surge de repente, numa representação gráfica e sangrenta que deixa o filme no meio de um caminho bem indefinido. E, claro, vai chocar quem não estava esperando. Decididamente, Até os Ossos não é um filme para todo mundo. Lembre-se do que a sua mãe te disse.
Rylance é sempre uma figura interessante para se acompanhar
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