#VivaCava! – Sant Sadurni d’Anoia

Publicado em #VivaCava!, Arredores

Sant Sadurni

Esse é o último post da série #VivaCava. Ahhhhh! Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu dos posts sobre o cava, algumas produtoras da bebida (Codorniu, Freixenet e Gramona) e ainda a visita ao Espaço Chocolate da Simón Coll. Os links da ida a cada um deles estão ai e lá no final do texto.  😉

Todos esses lugares visitados para a série #VivaCava! ficam em Sant Sadurní d’Anoia, que é uma cidadezinha (inha mesmo) super tranquila, cheia de história, que fica a menos de 1h de Barcelona. Tem pouco mais de 13 mil habitantes e é a cidade onde o cava nasceu. Ali, além desse espumante, são produzidos vinhos e são mais de oitenta produtoras locais, que são responsáveis por 90% de todo cava do país, de acordo com os números da Prefeitura de Sant Sadurni. O município fica na região catalã do Penedès, super conhecida pela grande qualidade de suas uvas e vinhos.

Para chegar lá, se você não vai alugar um carro, a melhor opção, claro, é trem. Saindo de Barcelona, basta pegar um trem da linha R4, no sentido de Sant Vicenç de Calders, que passa em várias estações  (Sants, Sagrera e Plaça Catalunya, por exemplo) até Sant Sadurní d’Anoia. O trajeto vai levar cerca de 50 minutos e custa 8,40 euros ida e volta. A viagem é super tranquila e tem até espaço ok para malas de tamanho médio no trem.

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Planejamento – Bom, assim que fiquei sabendo o tanto de produtoras de cava que estão na cidade, minha primeira ideia foi tentar combinar o máximo de visitas em um fim de semana. Planejamos e saímos de Barcelona na sexta-feira, início da noite, e voltaríamos no domingo, meio da tarde.

Eu deveria ter percebido que a ideia não era muito boa quando comecei a procurar hotéis na cidade. No Booking, que é um site gigante de hospedagem, tinha, se não me engano, duas opções (foi com pouco mais de uma semana de antecedência). Acabamos escolhendo a mais barata, que era 156 euros por um quarto duplo pra duas noites. Ou seja, não é barato.

Ao sair do trem para chegar ao centro da cidade, já foi possível perceber que é uma cidade bem pacata. Não tinha quase ninguém na rua e era uma sexta-feira à noite! No caminho, quase não vimos restaurantes e bares abertos e isso já nos preocupou. E não deu outra: pouquíssimas opções para comer, principalmente à noite.

Caminhar pela cidade é bem fácil, até pelo tamanho dela. É bem pequena mesmo. A única das produtoras que fomos que foi um pouco mais difícil de chegar foi a Codorniu, que fica já na estrada e, como estávamos sem carro, achei meio perigoso (e longe) andar tão perto dos carros na beira da pista. Para pessoas um pouco mais velhas ou com menos pique, táxi é a melhor opção.

Os passeios nas produtoras e na Simón Coll foram maravilhosos, mas a cidade, em si, não vale mais do que um dia. Então, a minha indicação final é que você não deixe de ir em Sant Sadurni d’Anoia (mesmo), mas que faça apenas um bate-volta de um dia completo. Escolha duas das produtoras de cava que indicamos e dê uma passadinha na Simón Coll para comer e comprar alguns chocolates. Para almoçar, até que não é difícil encontrar um local que combine preço bom e comida boa.

Será um dia bastante proveitoso e com muito conhecimento, tenho certeza! Todas as produtoras mostraram uma vontade enorme em ensinar tudo sobre a bebida e a sensação que dá é que você sai da visita praticamente um sommellier de cavas.

Ah, e ainda queríamos ter ido no Centro de Interpretação do Cava, também no centro da cidade, mas não conseguimos. O site deles é o http://www.turismesantsadurni.com/cic-fassina.php, se quiserem conhecer.

Nos vemos na próxima série! Não deixe de ler os outros quatro posts, que explicam sobre a bebida, as produtoras e chocolate. Tenho certeza de que vocês vão gostar.

Série #VivaCava!
01 – O que é o cava?
0
2 – Codorníu
03 – Freixenet
04 – Gramona
0
5 – Simón Coll

 

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