O trauma de uma catástrofe

 

Mais de 15 dias após a tragédia que aconteceu em Brumadinho escuto comentários de indignação, raiva, medo, desesperança, mas também escuto pessoas dizerem: ” Ele só está interessado na doação de 100mil. Olha a cara dele, nem está triste.”

A empatia tem se misturado a uma comparação do sofrimento de um e de outro. Empatia é se colocar no lugar do outro para minimamente acolher o sentimento. É o que nos faz ser solidários e ajuda na convivência social.

Aqui cabe minha consideração. Além de impossível, também é injusto comparar as pessoas. O fato de uma pessoa não demonstrar tristeza , a priori, não significa que não está em sofrimento.

Diante dessa catástrofe ainda sem a dimensão real de todo o prejuízo, as vítimas e familiares de mortos e desaparecidos, socorristas, voluntários estão ainda vivenciando o trauma. Estão sendo bombardeados por cenas, sons, cheiros, palavras…Sentem na pele uma avalanche de sentimentos e pensamentos a cada notícia, a cada sirene ou barulho de helicóptero e outros disparadores de perturbação emocional.

A neurociência já comprovou que o nosso sistema nervoso central possui recursos inatos de sobrevivência. Nosso cérebro, por uma questão de preservação, pode encapsular uma dor, armazena- la porque por ser tão intensa a pessoa naquele momento pode não tem recursos para lidar com tamanho impacto sobre sua vida.

Mas em algum momento, como se diz, a ficha vai cair. Cada um reage a seu modo. Fúria, sensação de terror, falta de esperança, abuso de substâncias, violência, depressão, ansiedade…a lista é grande.

Diante desse panorama preocupante acredito na terapia EMDR. Uma abordagem terapêutica capaz de alcançar grupo de pacientes e deixar eles, num primeiro momento mais organizados, dentro da janela de tolerância à dor para então serem tratados, se for possível dar continuidade à terapia.

O EMDR faz um reprocessamento de traumas no cérebro do paciente. Tem ferramentas eficazes para curar traumas inclusive aqueles provocados por tragédias como essa que aconteceu com o rompimento da barragem da Vale.
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Eu sou Luciana Biagioni , terapeuta de EMDR e a cada dia fico mais encantada com os resultados obtidos. Faço parte da equipe de psicólogos da clínica Vida e Mente, equipe especializada em traumas e abordagens terapêuticas inovadoras.Porque há muito tempo que o tempo deixou de ser o melhor remédio para o sofrimento.
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Mindfulness na Vida & Mente

Olha só que bacana! Matéria de capa da revista Segredos da Mente toda dedicada aos benefícios do Mindfulness.
Pesquisas demonstram que essa é a meditação preferida pelos executivos para melhorar o foco é reduzir a ansiedade.

Aqui na Clínica Vida & Mente Rafael Rodrigues trabalha e ensina técnicas de Mindfulness para seus pacientes.
É um meio de promover a regulação emocional, dar segurança ao paciente quando ele percebe que pode controlar emoções mais intensas que causam perturbações.

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Sua mente tem a imensa habilidade de ordenar o caos

 

Conseguiu ler essa frase?
Mesmo com letras desorganizadas, nosso cérebro é capaz de se auto-organizar e compreender a mensagem.

Cada um de nós tem a capacidade de lidar com nosso caos interno, nossas dificuldades, nossos sofrimentos. Confie no seu corpo. Abordagens terapêuticas como EMDR, Brainspotting, Abordagem Integrada da Mente, Hipnose e Mindfulnes ajudam pacientes na sua auto-regulação emocional.

Nós, terapeutas da clinica Vida e Mente somos guias dessa jornada.

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Amadurecer não é tomar decisões corretas sempre!

 

Outro dia estava com um paciente que vivia um dilema: “quero terminar essa relação, sei que é o melhor a fazer, mas tenho um problema, não gosto de perder. ” Junto do dilema , havia a sensação de explosões de raiva, discussões, medo, amor…..aliás, ele já não tinha muita certeza disso. Ah! Vinha também dor no peito ao respirar, e pensamentos do tipo, sou um idiota por aceitar isso, etc…

Mas, e se para ser feliz for preciso perder? Talvez só seja preciso um fortalecimento para tomar a decisão que respeite seus sentimentos. Toda decisão, de manter ou mudar trás consequências. Há momentos em que é necessário escolher entre dilemas e aprender a conviver com a escolha.

A Terapia EMDR ajuda o paciente a tomar sua decisão e combater crenças negativas que limitam as possibilidades de ser feliz do paciente. Eu sou Luciana Biagioni , psicóloga, terapeuta de EMDR, faço parte de uma equipe top na clínica Vida e Mente. .

🙋‍♀️Quer saber mais sobre EMDR e outras abordagens terapêuticas inovadoras e breves? Então continue seguindo a gente!

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Atitudes que indicam uma grande necessidade de aprovação

Muitas pessoas podem parecer seguras, principalmente quando tudo está correndo bem. É comum e humano esperar pela aprovação das nossas atitudes por pessoas importantes para nós, mas em alguns casos, essa expectativa pode paralisar as ações. Observe-se e veja se você tem precisado muito de aprovação de seus pares. Será que tem atitudes como as descritas abaixo?

Justificar tudo o que fazemos ou dar explicações excessivas

Às vezes achamos que há alguém que não aprova alguma das nossas atitudes. Então, como uma forma de controle, temos a tendência de justificar o que temos feito, acreditando que o outro vai entender e nos dar razão. Mas é pouco improvável que isto aconteça: as opiniões pessoais raramente mudam com justificativas ou explicações.

Mudar de opinião

Mudar de opinião é um sinal de maturidade e flexibilidade mental, mas apenas nos casos em que os argumentos do nosso interlocutor realmente nos convencerem. Se você se vê mudando de opinião constantemente por medo de ser questionado e não ganhar a aprovação do outro, está sendo vítima dessa necessidade irrealista.

Usar a raiva com os outros

Se você é daquelas pessoas que se enfurecem quando alguém discorda de você, na verdade você está reivindicando aprovação. O problema é que a raiva não é a melhor maneira de obter a aprovação dos outros. Na verdade, essa emoção tão negativa afasta as pessoas, aumentando significativamente as chances de conseguir um resultado oposto: a rejeição, além do grande desconforto que a raiva gera no seu corpo.

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Traição

Quando acontece uma traição no relacionamento amoroso, muitas pessoas percebem que, com o tempo, a raiva acaba passando, a dor acaba passando, a mágoa acaba passando. Há pessoas até capazes de desejar que aquele ex infiel seja feliz. Mas acontece que a traição pode ser uma difícil superação quando para o traído se torna um trauma, uma sequela que interfere nos outros relacionamentos.

É como se o traído não pudesse mais confiar no outro ou nele mesmo. Como se surgisse, após o fato, a descoberta da traição, uma espécie de desconfiança eterna que passa a rondar.É mais ou menos como passar mal com uma determinada comida e depois não conseguir comer aquilo outra vez. Ou como cair de uma certa escada e ter um insistente receio toda vez que descemos por ela.

Ser traído pode gerar uma sensação de vulnerabilidade. Não tem a ver com desconfiança em relação aos novos parceiros, mas com uma espécie de sombra que anda constantemente atrás de quem já descobriu o preço da falta de lealdade.
Alguém que não era ciumento pode tornar-se extremamente possessivo depois de ser traído. Alguém que não era inseguro, pode tornar-se incapaz de acreditar em si mesmo. Alguém que não era desconfiado, pode simplesmente não conseguir confiar nos outros novamente.


Aí, quem tem a sorte de poder fazer uma terapia, ou de ter outro tipo de apoio, é capaz de se recuperar. A terapia EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) tem tido ótimos resultados para o reprocessamento de traumas, ajuda o paciente a ressignificar a situação perturbadora vivida. É a oportunidade para se ter a consciência de crenças negativas que fossem introjetadas e por meio da estimulação bilateral e com todo o processo terapêutico, é possível reduzir a perturbação emocional e se fortalecer para ter novos relacionamentos.

Com o uso da técnica e dos exercícios, em pouco tempo, o paciente tem a sensação de maior segurança e de controle emocional. Os fatos perturbadores e traumáticos são sentidos de forma mais leve e é possível ter uma perspectiva mais otimista e alegre da vida. Certamente, essa superação é uma conquista para o processo de desenvolvimento pessoal. O passado deixa de ser tão negativo, o presente se torna melhor e o futuro passa a ser visto com mais opções, cheios de novas possibilidades para se viver bem a vida.

Eu sou Luciana Biagioni, terapeuta de EMDR, faço parte da equipe de psicólogos da Clínica Vida e Mente, e lá oferecemos a nossos pacientes terapias inovadoras e breves como EMDR, Brainspotting e Abordagem Integrada da Mente. Quer saber mais? Acompanhe nossas postagens!

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Adoção: filhos do coração

 

A maioria das pessoas sabe sobre sua história de vida, porém existem pessoas no qual tudo isso se torna uma grande incógnita, como no caso da adoção. Existem famílias que por um ato de amor resolvem adotar uma criança, o que na verdade não é nada fácil, o processo pode ser lento e burocrático.

Para os que convivem com uma família que adotou um bebê, uma criança ou adolescente, a adoção pode ser interpretada como um ato de abnegação que salvou o menor de uma situação de abandono, de risco, de violência. Mas a maioria das famílias adotivas acredita que os pais é que foram salvos com a chegada do filho.


Entretanto, para os filhos não é fácil aceitar que sua história de vida é diferente da dos colegas de escola. Saber que foi rejeitado pelos pais biológicos, principalmente pela mãe pode causar sofrimento e fragilizar a autoestima. Há ainda o desafio de vivenciar cenas de preconceito e bullyng por outras crianças. Por isso o trabalho terapêutico com EMDR é tão importante para o reprocessamento de traumas relacionados ao abandono, rejeição e todas as experiências traumáticas vividas.

É muito complicado para um filho adotivo entender o que motivou sua mãe biológica entregá-lo para a adoção, mas o rancor e a raiva não levam a lugar nenhum. Provavelmente, se ela fez isso foi por que era a melhor opção no momento, talvez não tivesse condições psíquicas ou financeiras naquele momento e achou melhor dar para uma família que tivesse uma melhor estrutura.

Quando contar para o filho sobre a adoção?

Essa é um questionamento comum entre os pais adotivos. É importante que os próprios pais possam ir sentindo o momento ideal. Uma grande dica para tal é tentar introduzir o assunto a partir de perguntas formuladas pela própria criança. Então, no momento em que a criança começar a formular perguntas do tipo: “Mamãe, papai, como eu nasci?“, ou “Mamãe, eu vim de sua barriga?”,será a hora certa
Um psicólogo pode ajudar nesse processo. Se precisar, conte com a equipe de psicólogos da Vida&Mente.

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A importância da família

 

A família é a primeira sociedade que convivemos e que levamos por toda vida, portanto, base para a formação qualquer indivíduo. É no convívio familiar que aprendemos, um com o outro, a respeitar, partilhar, ter compromisso, disciplina e a administrar conflitos. É inegável que cada um carrega um histórico de experiências, aprendizados e lembranças que apresentarão reflexos por toda vida.

Uma das instituições mais antigas, a família é pilar de sustentação para todos, afinal é nela que aprendemos a conviver e interagir com o mundo em que nos cerca, além de sermos preparados para a vida. Uma família cercada de amor, paciência, respeito e cumplicidade educa e forma indivíduos seguros e aptos para o convívio social.

As lembranças da infância, que são porções de alegria, que são levadas sempre na recordação e coração. Momentos simples, seja de conversas ao redor da mesa, podem proporcionar vínculos de confiança entre pais e filhos e fortalecer os laços familiares. Brincar juntos, permite muito além de risadas, permite vivenciar novas experiências.
Ter um bichinho de estimação pode proporcionar senso de responsabilidade. Brincar com os primos conscientizarão sobre a importância ao respeito pelo próximo. Enfim, são inúmeras oportunidades que a família tem de formar um indivíduo feliz.

Sabe aquele cheiro de café que lembra o colo da vovó? A canção que sua mãe cantava para você antes de dormir? A brincadeira que você tanto se divertia com seu pai? São essas lembranças que permitirão que a pessoa seja segura, alegre, agradecida. Observe os pequenos e fundamentais detalhes para se ter uma vida plena de contemplações e gratidão.
O papel da família vai além o de ensinar o que é certo e errado, é formar indivíduos afetuosos, conscientes, tolerantes, pacientes, respeitosos, autoconfiantes e felizes!

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Aceitação

Ao longo da vida nós nos deparamos com situações com as quais não desejamos. Uma separação, uma doença grave, a morte de um ente querido, todos esses acontecimentos podem gerar sentimentos como uma frustração, tristeza, medo. Quem nunca desejou que a realidade fosse diferente?

Aceitar o que não podemos mudar é de vital importância para o bem-estar emocional. Pensamentos do tipo : “E se eu tivesse feito diferente…”; ou “E se tudo fosse como antes…”; não ajuda em nada e só alimenta a ansiedade e a sensação de que talvez você tenha sido o responsável por algo que está além da sua capacidade. Lutar contra uma realidade intransponível será um desgaste de energia e prejudicial.

Apenas partindo da aceitação será possível seguir adiante. Tolerar aquilo que não cabe a nós mudar é entende que assim é a vida, nem sempre tudo está bom. Mas podemos aprender a tolerar a situação e seguir adiante, orientando a vida para que o futuro possa ser melhor, assim é o processo de amadurecimento pessoal.

Aceitar é abandonar a luta contra algo que não possui solução, e buscar outros caminhos que permitam viver do modo como desejamos.
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Quando o sofrimento parece maior que nós mesmos

 

Os momentos de dificuldade não duram para sempre, ainda que diante dos problemas a sensação que temos é a de que eles são intermináveis, a verdade é que eles também chegarão ao fim.

Todo acontecimento tem um tempo certo de duração, tempo esse que não é medido em dias ou anos, mas sim de acordo com o ensinamento que traz contido em si e que deve ser acrescentado a nossa alma.

Sendo assim quando absorvemos determinada experiência e amadurecemos com ela, ela deixa de ter uma função e por isso deixa de existir, dando lugar a algo novo que ainda precisa ser vivenciado.

Não adianta ter pressa e querer que tudo aconteça rapidamente, a vida tem seu próprio ritmo e seus próprios meio de encerrar um ciclo para iniciar outro. As coisas começam a ir para o lugar quando estamos amadurecidos o suficiente para nos adaptarmos a elas.

Cada dificuldade que enfrentamos desperta em nós um novo potencial, revelando a nossa força interior, nos fazendo descobrir peculiaridades a nosso respeito que desconhecíamos e aflorar habilidades que nem imaginávamos. É justamente nos momentos de crise que nos redescobrimos e olhamos para nós mesmos com olhos de surpresa, pois percebemos diante do “impossível” que nossos limites e capacitações vão muito além do que julgávamos.

É nesse momento que voltados para dentro de nós aprendemos a reconhecer nossas limitações e todo o poder de realização que possuímos.

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