Essa tal de ansiedade…

É bem difícil conviver com a ansiedade mas é possível conhecer alguma maneiras eficazes de lidar com ela. Encontre, neste artigo, alguma estratégia que funcione para você.

De todas as doenças psicológicas e mentais existentes, os distúrbios de ansiedade são os mais comuns e afetam mais de 30% de todos os adultos nos Estados Unidos (dados da pesquisa são deste país). Os transtornos de ansiedade são classificados em:

  • Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): Ansiedade excessiva ou preocupação com coisas como saúde pessoal, trabalho, relacionamentos e cotidiano da vida
  • Fobia específica: Um medo intenso ou aversão a situações específicas, coisas ou lugares que são desproporcionais ao perigo real causado pela situação ou objeto, por exemplo: barata, avião, chuva.
  • Ansiedade social: a preocupação excessiva com situações sociais, como medo de se sentir envergonhado ou observado. Isso faz com que as pessoas com ansiedade social evitem situações sociais, como reuniões, festas ou eventos.
  • Transtorno do pânico: Episódios de medo intenso que acontecem rapidamente e atingem seu pico em minutos. Os ataques podem ocorrer inesperadamente ou podem ser causados ​​por ansiedade ou um gatilho, como um objeto ou situação temida

É necessário dizer que a ansiedade não é de todo ruim. Às vezes, ela é um sinal de alerta, para nos manter a salvos de situações de perigo. Mas quando a ansiedade excede sua função protetora, quando inunda nossa mente com pensamentos tóxicos e libera os hormônios do estresse do corpo, ela provoca alguns estragos. É aqui que precisamos nos tratar e lidar seriamente com a ansiedade.

 

Tratamentos de Ansiedade

Os tratamentos mais conhecidos para transtorno de ansiedade são:

1. Terapia comportamental cognitiva (TCC): baseia-se na ideia de que nossos pensamentos causam nossos sentimentos e comportamentos. Através da TCC  podemos mudar a maneira como pensamos e sentir e agir melhor, mesmo que a situação não mude.

2. Terapia Comportamental Dialética (DBT): é uma terapia cognitiva que enfatiza a psicoterapia individual, bem como o treinamento de habilidades pessoais, para ajudar as pessoas a aprender novas habilidades e estratégias – incluindo atenção plena e tolerância à angústia – para controlar sua ansiedade e pânico.

3. Terapia de exposição: expõe o paciente com ansiedade ao seu ambiente ou situação fóbica, de forma segura e gradual. A ideia é que se expor repetidamente a essas situações desencadeante de ansiedade, os gatilhos acabarão por perder seu poder.

4. Medicação: pode ser usada para controlar ou diminuir os sintomas relacionados ao transtorno de ansiedade. É mais eficaz quando combinado com outros tratamentos psicoterápicos, como mencionados acima.

Embora esses tratamentos clássicos tenham uma taxa de sucesso, as opções de tratamento estão se expandindo, complementando casos que continuam sintomáticos.

  • o EFT ou Técnicas de Liberação Emocional é uma desses tratamentos, baseados em estímulos feitos pelo próprio paciente em seu corpo, de forma repetida, para estimular alguns pontos clássicos na acupuntura. É uma técnica simples como você poderá ver em um próximo post.

Espero que tenha gostado deste artigo e possa compartilhá-lo para que mais pessoas tenham conhecimento e acesso a uma melhor vida emocional.

A clínica Vida & Mente tem profissionais competentes, que atuam com diversas formas de tratamento para cura dos transtornos ansiosos.

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Ansiedade x Depressão: como saber a diferença?

Se eu te pedir que me cite algum problema em saúde mental, existe uma enorme chance de você falar em Depressão e Ansiedade. Isso porque realmente esses 2 problemas são muito comuns e, embora sejam duas condições médicas diferentes, seus sintomas, causas e tratamentos podem se parecer muito e, inclusive, se sobrepor.

Aproximadamente 50% das pessoas diagnosticadas com depressão também são diagnosticadas com um transtorno de ansiedade. Portanto é importante obter um diagnóstico preciso para tratar as condições corretas.

Muitas pessoas sentem o que chamamos de uma “angústia ansiosa”. São tensas, inquietas e têm dificuldade de concentração porque se preocupam muito. Elas também têm medo de que algo ruim aconteça ou de que possam perder o controle de si mesmos. Esses sintomas podem ser sinal de um transtorno ansioso conhecido com TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada) ou podem estar associados a um quadro depressivo. 

Veja neste artigo as diferenças entre Ansiedade e Depressão:

Sintomas de depressão maior

  • humor deprimido: que é a tristeza ou angústia a maior parte dos dias
  • falta de interesse em atividades que anteriormente eram agradáveis
  • aumento ou diminuição do apetite
  • insônia ou hipersonia
  • falta de energia, apatia
  • sentimentos recorrentes de culpa ou inutilidade
  • dificuldade de concentração
  • pensamentos de que a vida não tem sentido ou até mesmo que não vale a pena.

Para um diagnóstico de transtorno depressivo maior, você precisa apresentar cinco ou mais desses sintomas por pelo menos duas semanas. Alguns desses sintomas também podem estar presentes em outras condições psiquiátricas, como transtorno depressivo persistente (distimia), transtorno disfórico pré-menstrual ou outra forma transtorno depressivo (como, por exemplo, devido a uma doença clínica. Para complicar mais um pouco, esses sintomas podem ser parte de um transtorno bipolar.

Sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada

  • preocupação excessiva
  • inquietação, incapacidade de relaxar
  • sensação de cansaço frente a pequenas atividades ou sensação de fadiga
  • dificuldade de concentração
  • irritabilidade
  • distúrbios de sono
  • tensão muscular
  • Sintomas físicos, como sensações de falta de ar, taquicardia, dores de estômago, tonturas, dores de cabeça.

Se você tiver esses sintomas, na maioria dos dias, por mais de seis meses, e eles impactam negativamente em sua vida diária, você pode estar sofrendo de Transtorno de Ansiedade Generalizada.

Se você comparar as duas listas de sintomas, poderá ver que há alguma sobreposição. Problemas de sono, dificuldade de concentração e fadiga são sintomas de ansiedade e depressão. Irritabilidade também pode se manifestar em formas de ansiedade ou depressão (em vez de tristeza).

Existem, no entanto, algumas características distintivas que podem te dar algumas dicas sobre o problema:

  • As pessoas com depressão tem algum grau de lentidão psicomotora e suas reações podem parecer apáticas ou entorpecidas. Pessoas com ansiedade tendem a ficar mais ativas, mas lutam para  controlar seus pensamentos acelerados.
  • Outra característica importante é a presença de medo sobre o futuro (intolerância à incerteza) em pessoas com ansiedade. Pessoas deprimidas que não têm ansiedade são menos propensas a se preocupar com acontecimentos futuros, pois muitas vezes se resignam a acreditar que as coisas continuarão ruins.

Conversando com seu médico

Se você tem ansiedade, depressão ou ambos, é necessário procurar um psiquiatra ou psicólogo para ter o diagnóstico correto e tratamento adequado. Se você se identificou com alguns desses quadro, anote seus sintomas e mantenha um registro de como você se sente a cada dia, pois isso pode ajudar no processo de diagnóstico.

É muito importante saber que a ansiedade e a depressão compartilham são condições muito tratáveis e você pode recuperar sua saúde e qualidade de vida.

Na clínica Vida&Mente temos uma equipe de profissionais em Saúde Emocional para te ajudar.

 

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O trauma de uma catástrofe

 

Mais de 15 dias após a tragédia que aconteceu em Brumadinho escuto comentários de indignação, raiva, medo, desesperança, mas também escuto pessoas dizerem: ” Ele só está interessado na doação de 100mil. Olha a cara dele, nem está triste.”

A empatia tem se misturado a uma comparação do sofrimento de um e de outro. Empatia é se colocar no lugar do outro para minimamente acolher o sentimento. É o que nos faz ser solidários e ajuda na convivência social.

Aqui cabe minha consideração. Além de impossível, também é injusto comparar as pessoas. O fato de uma pessoa não demonstrar tristeza , a priori, não significa que não está em sofrimento.

Diante dessa catástrofe ainda sem a dimensão real de todo o prejuízo, as vítimas e familiares de mortos e desaparecidos, socorristas, voluntários estão ainda vivenciando o trauma. Estão sendo bombardeados por cenas, sons, cheiros, palavras…Sentem na pele uma avalanche de sentimentos e pensamentos a cada notícia, a cada sirene ou barulho de helicóptero e outros disparadores de perturbação emocional.

A neurociência já comprovou que o nosso sistema nervoso central possui recursos inatos de sobrevivência. Nosso cérebro, por uma questão de preservação, pode encapsular uma dor, armazena- la porque por ser tão intensa a pessoa naquele momento pode não tem recursos para lidar com tamanho impacto sobre sua vida.

Mas em algum momento, como se diz, a ficha vai cair. Cada um reage a seu modo. Fúria, sensação de terror, falta de esperança, abuso de substâncias, violência, depressão, ansiedade…a lista é grande.

Diante desse panorama preocupante acredito na terapia EMDR. Uma abordagem terapêutica capaz de alcançar grupo de pacientes e deixar eles, num primeiro momento mais organizados, dentro da janela de tolerância à dor para então serem tratados, se for possível dar continuidade à terapia.

O EMDR faz um reprocessamento de traumas no cérebro do paciente. Tem ferramentas eficazes para curar traumas inclusive aqueles provocados por tragédias como essa que aconteceu com o rompimento da barragem da Vale.
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Eu sou Luciana Biagioni , terapeuta de EMDR e a cada dia fico mais encantada com os resultados obtidos. Faço parte da equipe de psicólogos da clínica Vida e Mente, equipe especializada em traumas e abordagens terapêuticas inovadoras.Porque há muito tempo que o tempo deixou de ser o melhor remédio para o sofrimento.
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#VidaMaisLeve

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Mindfulness na Vida & Mente

Olha só que bacana! Matéria de capa da revista Segredos da Mente toda dedicada aos benefícios do Mindfulness.
Pesquisas demonstram que essa é a meditação preferida pelos executivos para melhorar o foco é reduzir a ansiedade.

Aqui na Clínica Vida & Mente Rafael Rodrigues trabalha e ensina técnicas de Mindfulness para seus pacientes.
É um meio de promover a regulação emocional, dar segurança ao paciente quando ele percebe que pode controlar emoções mais intensas que causam perturbações.

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Sua mente tem a imensa habilidade de ordenar o caos

 

Conseguiu ler essa frase?
Mesmo com letras desorganizadas, nosso cérebro é capaz de se auto-organizar e compreender a mensagem.

Cada um de nós tem a capacidade de lidar com nosso caos interno, nossas dificuldades, nossos sofrimentos. Confie no seu corpo. Abordagens terapêuticas como EMDR, Brainspotting, Abordagem Integrada da Mente, Hipnose e Mindfulnes ajudam pacientes na sua auto-regulação emocional.

Nós, terapeutas da clinica Vida e Mente somos guias dessa jornada.

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Amadurecer não é tomar decisões corretas sempre!

 

Outro dia estava com um paciente que vivia um dilema: “quero terminar essa relação, sei que é o melhor a fazer, mas tenho um problema, não gosto de perder. ” Junto do dilema , havia a sensação de explosões de raiva, discussões, medo, amor…..aliás, ele já não tinha muita certeza disso. Ah! Vinha também dor no peito ao respirar, e pensamentos do tipo, sou um idiota por aceitar isso, etc…

Mas, e se para ser feliz for preciso perder? Talvez só seja preciso um fortalecimento para tomar a decisão que respeite seus sentimentos. Toda decisão, de manter ou mudar trás consequências. Há momentos em que é necessário escolher entre dilemas e aprender a conviver com a escolha.

A Terapia EMDR ajuda o paciente a tomar sua decisão e combater crenças negativas que limitam as possibilidades de ser feliz do paciente. Eu sou Luciana Biagioni , psicóloga, terapeuta de EMDR, faço parte de uma equipe top na clínica Vida e Mente. .

🙋‍♀️Quer saber mais sobre EMDR e outras abordagens terapêuticas inovadoras e breves? Então continue seguindo a gente!

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Atitudes que indicam uma grande necessidade de aprovação

Muitas pessoas podem parecer seguras, principalmente quando tudo está correndo bem. É comum e humano esperar pela aprovação das nossas atitudes por pessoas importantes para nós, mas em alguns casos, essa expectativa pode paralisar as ações. Observe-se e veja se você tem precisado muito de aprovação de seus pares. Será que tem atitudes como as descritas abaixo?

Justificar tudo o que fazemos ou dar explicações excessivas

Às vezes achamos que há alguém que não aprova alguma das nossas atitudes. Então, como uma forma de controle, temos a tendência de justificar o que temos feito, acreditando que o outro vai entender e nos dar razão. Mas é pouco improvável que isto aconteça: as opiniões pessoais raramente mudam com justificativas ou explicações.

Mudar de opinião

Mudar de opinião é um sinal de maturidade e flexibilidade mental, mas apenas nos casos em que os argumentos do nosso interlocutor realmente nos convencerem. Se você se vê mudando de opinião constantemente por medo de ser questionado e não ganhar a aprovação do outro, está sendo vítima dessa necessidade irrealista.

Usar a raiva com os outros

Se você é daquelas pessoas que se enfurecem quando alguém discorda de você, na verdade você está reivindicando aprovação. O problema é que a raiva não é a melhor maneira de obter a aprovação dos outros. Na verdade, essa emoção tão negativa afasta as pessoas, aumentando significativamente as chances de conseguir um resultado oposto: a rejeição, além do grande desconforto que a raiva gera no seu corpo.

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Traição

Quando acontece uma traição no relacionamento amoroso, muitas pessoas percebem que, com o tempo, a raiva acaba passando, a dor acaba passando, a mágoa acaba passando. Há pessoas até capazes de desejar que aquele ex infiel seja feliz. Mas acontece que a traição pode ser uma difícil superação quando para o traído se torna um trauma, uma sequela que interfere nos outros relacionamentos.

É como se o traído não pudesse mais confiar no outro ou nele mesmo. Como se surgisse, após o fato, a descoberta da traição, uma espécie de desconfiança eterna que passa a rondar.É mais ou menos como passar mal com uma determinada comida e depois não conseguir comer aquilo outra vez. Ou como cair de uma certa escada e ter um insistente receio toda vez que descemos por ela.

Ser traído pode gerar uma sensação de vulnerabilidade. Não tem a ver com desconfiança em relação aos novos parceiros, mas com uma espécie de sombra que anda constantemente atrás de quem já descobriu o preço da falta de lealdade.
Alguém que não era ciumento pode tornar-se extremamente possessivo depois de ser traído. Alguém que não era inseguro, pode tornar-se incapaz de acreditar em si mesmo. Alguém que não era desconfiado, pode simplesmente não conseguir confiar nos outros novamente.


Aí, quem tem a sorte de poder fazer uma terapia, ou de ter outro tipo de apoio, é capaz de se recuperar. A terapia EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) tem tido ótimos resultados para o reprocessamento de traumas, ajuda o paciente a ressignificar a situação perturbadora vivida. É a oportunidade para se ter a consciência de crenças negativas que fossem introjetadas e por meio da estimulação bilateral e com todo o processo terapêutico, é possível reduzir a perturbação emocional e se fortalecer para ter novos relacionamentos.

Com o uso da técnica e dos exercícios, em pouco tempo, o paciente tem a sensação de maior segurança e de controle emocional. Os fatos perturbadores e traumáticos são sentidos de forma mais leve e é possível ter uma perspectiva mais otimista e alegre da vida. Certamente, essa superação é uma conquista para o processo de desenvolvimento pessoal. O passado deixa de ser tão negativo, o presente se torna melhor e o futuro passa a ser visto com mais opções, cheios de novas possibilidades para se viver bem a vida.

Eu sou Luciana Biagioni, terapeuta de EMDR, faço parte da equipe de psicólogos da Clínica Vida e Mente, e lá oferecemos a nossos pacientes terapias inovadoras e breves como EMDR, Brainspotting e Abordagem Integrada da Mente. Quer saber mais? Acompanhe nossas postagens!

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Adoção: filhos do coração

 

A maioria das pessoas sabe sobre sua história de vida, porém existem pessoas no qual tudo isso se torna uma grande incógnita, como no caso da adoção. Existem famílias que por um ato de amor resolvem adotar uma criança, o que na verdade não é nada fácil, o processo pode ser lento e burocrático.

Para os que convivem com uma família que adotou um bebê, uma criança ou adolescente, a adoção pode ser interpretada como um ato de abnegação que salvou o menor de uma situação de abandono, de risco, de violência. Mas a maioria das famílias adotivas acredita que os pais é que foram salvos com a chegada do filho.


Entretanto, para os filhos não é fácil aceitar que sua história de vida é diferente da dos colegas de escola. Saber que foi rejeitado pelos pais biológicos, principalmente pela mãe pode causar sofrimento e fragilizar a autoestima. Há ainda o desafio de vivenciar cenas de preconceito e bullyng por outras crianças. Por isso o trabalho terapêutico com EMDR é tão importante para o reprocessamento de traumas relacionados ao abandono, rejeição e todas as experiências traumáticas vividas.

É muito complicado para um filho adotivo entender o que motivou sua mãe biológica entregá-lo para a adoção, mas o rancor e a raiva não levam a lugar nenhum. Provavelmente, se ela fez isso foi por que era a melhor opção no momento, talvez não tivesse condições psíquicas ou financeiras naquele momento e achou melhor dar para uma família que tivesse uma melhor estrutura.

Quando contar para o filho sobre a adoção?

Essa é um questionamento comum entre os pais adotivos. É importante que os próprios pais possam ir sentindo o momento ideal. Uma grande dica para tal é tentar introduzir o assunto a partir de perguntas formuladas pela própria criança. Então, no momento em que a criança começar a formular perguntas do tipo: “Mamãe, papai, como eu nasci?“, ou “Mamãe, eu vim de sua barriga?”,será a hora certa
Um psicólogo pode ajudar nesse processo. Se precisar, conte com a equipe de psicólogos da Vida&Mente.

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A importância da família

 

A família é a primeira sociedade que convivemos e que levamos por toda vida, portanto, base para a formação qualquer indivíduo. É no convívio familiar que aprendemos, um com o outro, a respeitar, partilhar, ter compromisso, disciplina e a administrar conflitos. É inegável que cada um carrega um histórico de experiências, aprendizados e lembranças que apresentarão reflexos por toda vida.

Uma das instituições mais antigas, a família é pilar de sustentação para todos, afinal é nela que aprendemos a conviver e interagir com o mundo em que nos cerca, além de sermos preparados para a vida. Uma família cercada de amor, paciência, respeito e cumplicidade educa e forma indivíduos seguros e aptos para o convívio social.

As lembranças da infância, que são porções de alegria, que são levadas sempre na recordação e coração. Momentos simples, seja de conversas ao redor da mesa, podem proporcionar vínculos de confiança entre pais e filhos e fortalecer os laços familiares. Brincar juntos, permite muito além de risadas, permite vivenciar novas experiências.
Ter um bichinho de estimação pode proporcionar senso de responsabilidade. Brincar com os primos conscientizarão sobre a importância ao respeito pelo próximo. Enfim, são inúmeras oportunidades que a família tem de formar um indivíduo feliz.

Sabe aquele cheiro de café que lembra o colo da vovó? A canção que sua mãe cantava para você antes de dormir? A brincadeira que você tanto se divertia com seu pai? São essas lembranças que permitirão que a pessoa seja segura, alegre, agradecida. Observe os pequenos e fundamentais detalhes para se ter uma vida plena de contemplações e gratidão.
O papel da família vai além o de ensinar o que é certo e errado, é formar indivíduos afetuosos, conscientes, tolerantes, pacientes, respeitosos, autoconfiantes e felizes!

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