Dona-de-casa: ser ou não ser?

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Elas estudaram, se especializaram, construíram uma carreira bem-sucedida, ganharam dinheiro e, como consequência disso, a possibilidade de comprar o que quiserem, viajar e curtir tudo aquilo que feministas norte-americanas almejavam quando planejaram queimar sutiãs.

E, após tantas conquistas, decidiram abrir mão da independência e da autonomia financeira para fazer o caminho inverso: em vez de sair de casa para trabalhar, muitas mulheres vêm abdicando da profissão para assumir os cuidados com o lar e as crianças. Embora ainda não haja nenhum dado estatístico, sabe-se que o nascimento do primeiro filho é o fator preponderante dessa decisão feminina.

Infelizmente, as pessoas ainda têm a visão estigmatizada e antiga da rainha do lar dos anos 60. Um dos principais enganos é achar que uma dona de casa, hoje em dia, precisa esperar o marido retornar do trabalho para tomar decisões.

O fato de a mulher não investir na carreira e usar o salário do marido não a coloca necessariamente como submissa a ele. Pode se tratar de uma escolha dela e do casal e que precisa ser respeitada.

Pense nisso! Diga-nos como se sente a respeito disso.

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