A construção da autoestima

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A família é o primeiro grupo social onde o conjunto de interações que ocorrem determina uma boa parte de quem somos. Os nossos pais têm o deveriam cumprir uma função importante de nos dar segurança, amor na medida certa pra que a gente possa a creditar em nós mesmo e seguir confiantes nosso caminho pela vida.

A formação da autoestima ao longo da infância é influenciada principalmente por três fatores: aparência física, nosso comportamento e nosso desempenho escolar. A maneira como nossos pais lidam com essas três dimensões pode nos encorajar a crescer em segurança e confiança ou, ao contrário, a nos escondermos na sensação de desamparo, solidão e medo.

Equívocos na educação dos filhos, como o uso de comparações, de afirmações (“você é uma negação, nunca será aprovado no ENEM”) ou a falta de dedicação de tempo de qualidade, paciência e persistência, têm levado às novas gerações a arrastar o mesmo problema dos seus próprios pais: uma autoestima fragilizada.

A família influencia a formação da autoestima, mas o que aconteceu no passado não deve determinar o resto da nossa vida. Está em nossas mãos parar de nos machucar por não ter recebido amor necessário para suprir o tanque de amor para impulsionar o auto-respeito.

É possível reparar uma infância de carências para fortalecer a nossa maturidade de uma boa autoestima, porque nosso cérebro, têm plasticidade e uma grande capacidade de superação. As terapias de processamento de traumas, como EMDR, Brainspotting e Abordagem Integrada da Mente, têm obtido resultados incríveis nesse sentido.

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