Negligência Infantil

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Estudos mostram que crianças e jovens que sofreram qualquer tipo de negligência, física ou emocional têm esquema de vulnerabilidade mais frágil para lidar com desafios na vida adulta.

No dicionário, negligência quer dizer desleixo, descuido, desatenção, menosprezo, preguiça, indolência. Segundo a psicóloga Luciana Biagioni, a negligência pode ser entendida como uma situação de constante omissão de atenção, afeto, ou até mesmo de cuidados para a criança ou adolescente, de tal forma que coloca em risco seu desenvolvimento

Não se trata apenas de maus tratos, abandono de incapaz ou violência doméstica, que são os tipos de negligência física que são mais conhecidos. Há cicatrizes profundas e que não são vistas porque não deixa marcas visíveis

Casos em que as crianças recebem toda a assistência material, mas não o apego maternal ou paternal, são tratados no consultório de psicologia como “abandono afetivo”. São pais e mães que só trabalham e não estão presentes na vida dos filhos, cuidados apenas por babás ou parentes, por exemplo.

Essas crianças e adolescentes crescem sem ter a oportunidade de desenvolver uma autoestima fortalecida, sentem-se inseguras, desenvolvem fobias e crenças negativas sobre si mesmas e sobre o mundo.

Mas, tudo isso pode ser reprocessado com a terapia EMD. Toda a lembrança traumática que ainda guarda sensações físicas e sentimentos perturbadores podem ser dessensibilizados por meio da estimulação bilateral.

Assim com os filhos podem ter uma segunda chance, pais também podem ser tratados e orientados para formar uma família mais assertiva.

Luciana Biagioni é psicóloga,

terapeuta de EMDR, atende famílias na clínica Vida & Mente

 

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