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Jornalista especialista em Produção em Mídias Digitais e mestre em Comunicação Digital Interativa. Professor e coordenador de Pós-graduação no IEC PUC Minas nas áreas de Marketing, Gestão e Vendas. VISITE MEU SITE: www.etcdigital.etc.br Whatsapp: 31 998316905. Email: alyssonlneves@gmail.com

Um empreendedor de sucesso é sempre repleto de feeling e observação

Instinto, sensação, sensibilidade, sentimento ou simplesmente, feeling. Não importa. Existe um momento de conexão com o desconhecido que quase sempre se torna uma aventura fascinante. Os frutos podem ser produtos incríveis, que provocam o mercado ou assustam os concorrentes.

Conheci o empresário Alexandro Luchesi e sua esposa Laiza Machado à frente de uma gelateria de Belo Horizonte. Poucos anos depois a marca se tornaria a mais admirada e requisitada da cidade. Luchesi vendeu a empresa, mas queria empreender novamente. E se algo merece ser feito, que seja bem feito, mesmo que não seja perfeito. Para o empresário, criar é um ato de entrega, um salto rumo ao desconhecido.

Tenho participado ativamente da construção de uma nova marca, a Destilaria Don Luchesi. Mas não se trata de uma fábrica de gin entre os mais de mil rótulos que brotam por aí. A Don Luchesi está prestes a se tornar a maior destilaria de gin do Brasil. Na cabeça do empresário, não existe um ponto de chegada. A trajetória é o que o fascina. Mas por que tanta obsessão na busca por sucesso?

Simples. Não se trata de dom sobrenatural ou privilégio exclusivo de mentes brilhantes. São inquietos e perfeccionistas e o sucesso é um efeito colateral positivo do caminho. Eles primam pela qualidade e gostam de conhecer os processos, de perto. Em um mundo constantemente modificado, as empresas, cada vez mais, trabalham em ritmo acelerado na busca por inovação e manutenção do negócio. Os empresários sabem disso. Existe o tempo certo.

Por isso, criar novos produtos e testar a percepção do público é um caminho que leva a empresa a outro patamar. O que estava definido, as metas e expectativas do passado são trocados agora por uma iniciativa imprescindível, a capacidade de INOVAR, o mais rapidamente possível.

Ouvimos dizer que quando temos uma ideia brilhante: “Falamos de centelhas, lampejos, dizemos que uma lâmpada se acende em nossa mente, temos sopros de iluminação, estalos e epifanias”. Esse trecho foi extraído do livro de Steven Johnson “De onde vêm as boas ideias”. Mas, na verdade, as ideias hoje fazem parte de uma rede, na qual, somada a outras ideias, geram um fluxo de ações que chegam, em algum momento, às ideias mais profundas que podem se converter em inovação. Para Johnson, uma ideia não é algo único, mas sim um enxame.

Capacidade de ouvir

Outro ponto importante que é possível observar nos inovadores é a capacidade de ouvir. Eles precisam reafirmar seus pontos de vista e, por isso, são ótimos ouvintes e argumentadores. Não se abalam quando discordam deles, porque quase sempre estão refletindo sobre aquilo que acabou de ser dito. Os empresários de sucesso precisam validar suas ideias pedindo opiniões constantemente, reafirmando teses e olhando as tudo por vários ângulos, muitas vezes de forma desordenada.

Existe uma sutil distinção entre o medo e a coragem – e no mundo dos negócios isso faz total diferença. Segundo Cus D’Amato, treinador de boxe: “Não há diferença entre um herói e um covarde? Não há diferença, exceto o que fazem. Os dois sentem a mesma coisa. Os dois têm medo de morrer e se machucar”, mas o covarde se recusa a enfrentar seus medos e fazer o que precisa ser feito. É assim a mente dos empresários de sucesso. Eles aprendem o que precisa ser feito, se convencem disso e tomam as decisões. E você? Tem medo ou coragem de empreender?

vidadigital

Jornalista, professor IEC Puc Minas, blogueiro e consultor sobre novas mídias e marketing digital. Mestre em comunicação digital interativa e especialista em produção em mídias digitais.

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