Gabriel Azevedo no Manhattan Connection, pela primeira vez entrevistando um politico

Em 20 anos de existência o programa Manhattan Connection, da GloboNews, comandado pelo mineiro de Belo Horizonte, o jornalista Lucas Mendes, entrevista um político. Para a nossa surpresa o entrevistado deste domingo, 1 de dezembro, quebrando tabu, é o jovem vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo que foi meu entrevistado recentemente no #Conexão BH do Canal Noticioso. 

Conversando com Gabriel pelo WhatsApp, ele diz ter lembrado dos nossos diálogos em encontros recentes para falar de política e do atraso de Belo Horizonte perto de outras cidades, do quanto me impressionou a última estada em Nova York e a quantidade de arranha céus em obras no coração da Big Apple.

Gabriel lembrou com pesar da nossa secretária de políticas urbanas, a petista Maria Caldas, prefeita de fato e responsável pelo Plano Diretor que coloca uma pá de cal no desenvolvimento da cidade, (pelo menos enquanto a esquerda remanescente continuar mandando na PBH).

A secretaria que foi convidada a sair pela porta dos fundos da prefeitura de São Paulo pelo então prefeito João Doria, graças ao desserviço prestado àquela cidade na gestão Haddad, aterrissou em BH na cota do ex-governador Fernando Pimentel (PT-MG) quando da articulação para eleição de Alexandre Kalil. Ela que nunca fez uma obra na vida e sempre foi funcionária pública, acadêmica da ala xiita da UFMG, para azar de BH, caiu nas  graças de Kalil e segue na linha populista de agradar os pobres criticando e dificultando a vida de quem produz. Coisa de gente que nunca empregou um office boy e não sabe o que é enfrentar a burocracia estatal.

Caldas consegue desagradar a gregos e troianos e recentemente deu um tiro no próprio pé ao admitir que não fez estudo de impacto econômico do Plano Diretor. A recente declaração dada por Léo Burguês, vereador e Lider do governo da CMBH é a prova inconteste da desconexão do governo Kalil com a realidade e com os efeitos nefastos do Plano Diretor para a economia de BH. Acredite, Léo Burguês declarou que após conversa com Maria, ela concordou em dar um desconto na outorga onerosa, que era 75% do valor do terreno, e agora passa para 50%. Efeito da Black Friday.  Cômico se não fosse trágico o significado disso.

Nova York é Capital do Mundo por razões objetivas 

Gabriel está experimentando a sensação de visitar uma cidade que não coloca limites para edificações e não por acaso é a capital do mundo. Nova York é o exemplo de cidade moderna, onde poder público caminha ao lado da iniciativa privada, ao contrário de BH onde o prefeito e sua secretária trabalham para dificultar o desenvolvimento, inacreditavelmente. 

Para quem pode, o programa comandado por Lucas Mendes começa às 23h, repetindo as 4h de segunda (2). O convidado de hoje do Manhattan é uma das poucas exceções sensatas, com vocação e esperança da política belo-horizontina na Câmera Municipal, o Vereador Gabriel Azevedo.  

Recomendo!

jariebeirobh@gmail.com – WhatsApp 31-99954-7945 

6 comentários em “Gabriel Azevedo no Manhattan Connection, pela primeira vez entrevistando um politico

  1. Excelente oportunidade o Manhattan Connection nos deu ao levar o vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo!
    Ele apresenta uma verdadeira mostra de como um político deve proceder para romper de fato com a velha política…
    Boa sorte a ele é que desenvolva um excelente trabalho na capital mineira e possa servir de exemplo ao Brasil.

  2. Deve existir um propinoduto na instalação de semáforos em Belo Horizonte e criar ilhas de concreto em todas as esquinas de ruas e avenidas, afunilando e deixando o transito caótico .NAO EXISTE ONDA VERDE NOS SEMAFOROS NESTA PROVINCIA BELZONTE!
    Os semáforos de tras sempre abrem antes dos semáforos das esquinas da frente!

  3. Engraçado, os vereadores de BH falam e discursam contra a PBH mas aprovam tudo que ela quer! Vivem com seu exército de assessores e puxa-sacos abarrotando os corredores das regionais, secretarias, SUDECAP, BHTRANS, BELOTUR (esta agora tá na moda por causa do Carnaval, né!) fazendo vistorias com seus técnicos e líderes comunitários em todos os cantos de BH, prometendo e vendendo melhorias pagas pela prefeitura. Está aberta a temporada de caça aos votos! É o dobro de votos pela metade do preço! Promoção da black friday! Aproveite!

  4. O vereador Gabriel Azevedo é o exemplo notório que a vereança DEVE existir, ao contrário de muitos e muitos por aí que questionam (sem saber de verdade) a real importância do Poder Legislativo através das Câmaras Municipais.
    O porquê de existir, entender e compreender que a atividade político-legislativa não é um mal.
    Não é – o mal.
    Talvez seja a solução (mais evidenciada) dos nossos problemas nacionais, e infelizmente continuamos a teimar que não seja.
    Está tão perto de nós.
    E compreender também que somos todos (ou a grande maioria) afastados dessa mesma atividade política – intencional e propositalmente.
    Por isso, antipatizamos com ela, mantemos repulsa, criticamos, zombamos…
    O problema não está na instituição legislativa.
    O problema está em alguns – que passam por lá e não “combatem o bom combate”.
    O bom disso tudo é que as pessoas passam por lá, e apesar dos atrasos e de tudo, ainda temos a oportunidade de refazer e reconstruir tudo de novo, pois a instituição fica.
    Outro problema é justamente a ausência da cidadania, citada anteriormente.
    Mas existe um ponto cultural aqui.
    A população aprendeu e se acostumou durante os tempos, principalmente após a redemocratização nos idos de 1985, a discutir e preocupar com problemas de Brasil (no macro). Preocupamos muito com Brasília.
    Voltamos nossos olhos com muita intensidade para Brasília.
    Com o Executivo, com o Legislativo, com o Judiciário superiores que estão lá.
    Não que isso seja errado. Não é…
    Mas enquanto isso, deixamos de discutir, preocupar e participar onde estamos (no micro).
    Não temos o hábito de privilegiar o municipalismo. Esse erro é o fator máximo que nos castiga.

    Eu gostei de ver no Twitter dele uma mensagem, declarando ser um político de centro.
    É bom…
    Gosto do político inclinado à ponderação das ideias, à democracia, mas ao mesmo tempo direcionado para uma ação.
    Sempre foram os melhores. Já tivemos safra semelhante. Boas sementes.
    Equilibrado, que busca das fontes corretas, exemplos bons, estudados, limpos, bem alicerçados.
    Isso é bom.
    Isso demonstra que Belo Horizonte com o Gabriel pode ter esperança.
    Espero que surjam outros engajados também, com propósito de ajudar a desenvolver esta cidade, e que contribuam em solucionar seus (eternos) problemas – para que deixem de ser “eternos”…
    Afinal Belo Horizonte no passado, foi sim sonhada, buscada, brigada no cenário principal e lutada nos bastidores, discutida, quase impedida (mas não foi) – com objetivo de ser uma capital progressista, destacada, um exemplo para o Brasil de capacidade inovadora, de construção, de desenvolvimento pleno para todos.
    Ainda tem-se uma esperança…

  5. Acho que estamos num beco sem saída população crescendo e obras diminuindo pensem para mim por favor como fechar esta conta. Já ouvi no passado que um órgão público enviou mais de 20 servidores para passarem 30 dias na Europa aprendendo sobre mobilidade urbana de lá para aplicarem aqui. Não vou dar nomes aos bois porque não tenho certeza do órgão. Mas atendi a servidora no comércio que me relatou com riquezas de detalhes a viagem. Acho que o que notei de diferença nesta época foram passeios rebaixados para cadeirantes. Deve ter sido um ótimo turismo com nosso dinheiro. Francamente está um caos o trânsito. Os três semáforos em frente ao BH conseguem dar ansiedade em Buda. Talvez o Gabriel sozinho traga melhores frutos. Vamos aguardar e colocar a esperança de molho.

  6. Pois eu votei nele 1 vez e não votaria mais. Justamente porque não tem uma postura definida. Ser de centro não é ser equilibrado. Ao contrário, demonstra descompromisso e insegurança quanto as convicções e posicionamentos, se é que ele os tem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *