Uma radiografia de BH em breves palavras

O resumo a seguir é do leitor Marcos Innecco, cidadão atuante e crítico do modelo de gestão adotado pela administração Kalil.

Marcos conhece os meandros das entidades representativas, sobretudo na área de mobilidade urbana. Ele é testemunha do circo montado pela prefeitura para legitimar as insanidades de agentes públicos preguiçosos, acomodados e oportunistas, a maioria militantes de esquerda que se acomodaram no aparelhamento da estrutura  do executivo municipal nos últimos 30 anos, com destaque para os que dirigem a BHTrans, Sudecap, algumas administrações regionais e a representante máxima do atraso, a Secretaria de Política Urbana, cuja tarefa é impedir o crescimento da cidade.

BH é a unica cidade do mundo em que o secretário de obras nunca fez uma obra na vida e ocupa o cargo pela “virtude” de ser honesto, e não pela capacidade de enxergar os problemas e apresentar soluções para o grave passivo estrutural que a cidade possui, exemplo singelo da mediocridade.

Pela objetividade e coerência, achei por bem publicar aqui em destaque o comentário do leitor e cidadão inconformado, Marcos Innecco. BH vive um apagão na qualidade na gestão da coisa pública, e as consequências disso virão inevitavelmente, assim que um governo menos populista e mais responsável assumir a Prefeitura, sabe-se Deus quando…

Por Marcos Innecco

“Todas as políticas publicas de BH estão direcionadas para o assistencialismo e em detrimento da economia urbana. A noção ideológica da vitimização enxerga empreendedores e empreendimentos como algozes da pobreza e suas variantes.

O discurso atende a movimentos sociais e minorias que dão sufrágio ao poder de plantão. Enquanto isso os empreendimentos e seus empregos gerados mudam-se para Nova Lima e Belo Horizonte se torna a capital dos moradores de rua”.

jaribeirobh@gmail.com – WhatsApp 31-99953-7945

 

4 comentários em “Uma radiografia de BH em breves palavras

  1. Pois é rumo aos caminhos dos tormentos em qualquer hora e em qualquer lugar por isto um gestor incompetente deveria dar lugar para a meritocracia e tem que ter a humildade de reconhecer o mal que está fazendo para milhões de pessoas.

  2. Kalil, que fez campanha se titulando um não político tradicional, rapidamente se tornou mais um.
    Impressionante o tamanho descaso com a população de Belo Horizonte, a cidade encontra-se em total abandono, comércios cada vez mais de portas fechadas e a população de rua ocupando os bairros da cidade de um forma tão natural e também assustadora.
    Triste realidade da Gestão Kalil…..

  3. Hoje, 31/08/2019, o tradicional relógio do também tradicional Condomínio de Edifícios Governador Kubitschek foi desligado.
    Elemento histórico da nossa cidade, este relógio digital, instalado em 1979, também mostrava a temperatura ambiente, e servia de referência ao já infeliz, escuro e imundo centro da decadente praticamente falida capital mineira.
    A alegação para o desligamento é o Código de Posturas.
    Segundo informações apuradas, o banco patrocinador do relógio, o Itaú Unibanco, foi notificado por fazer “propaganda” que fere a conduta deste famigerado código, que impôs a ditadura do silêncio ao comércio da capital.
    Por isso, mesmo, decidiu desligá-lo, para não gerar atritos e posteriores autuações.
    Não estou aqui defendendo o marketing da instituição bancária.
    Eles nem precisam disso. O lucro deles é de bilhões de reais.
    O caso é a falta de um elemento histórico, que durante quarenta anos – uma geração – fez parte de nossa cidade como uma atração moderna, funcional, de utilidade pública por ser informativa, enfim, coisas que as últimas “administrações” (ou melhor arremedos de administrações – se eu chamar os últimos 25 anos da Prefeitura de Belo Horizonte – de Administração, eu estarei desrespeitando a minha profissão – por ser Administrador registrado e a própria Lei 4.769, de 9/9/1965 que regulamentou a mesma) desconhecem e apreciam.
    Em comentário anterior eu tinha afirmado que – não vejo um belo horizonte para a capital montanhesa, quiçá para o centro dessa capital.
    A indigência tomou conta.
    A cidade fede a bos…
    Está completamente cag… e uri…
    Rua São Paulo entre Augusto de Lima e Bias Fortes parece uma latrina.
    Só um exemplo dentre milhares.
    Nem falo do hipercentro combinado ao eixo Paraná/Santos Dumont e adjacências.
    Barro Preto então! O inferno na Terra.
    E não há uma descarga eficiente.
    Com sinceridade, eu preferia pelo menos que Belo Horizonte fosse uma grande latrina iluminada, “neonizada”, cheia de letreiros…
    Pelo menos, economicamente afirmando, teríamos algo com que se alentar.
    Mas não. Além de morta financeiramente, está morta – de forma verdadeira, fétida, putrefata.
    Aos que ficam, boa sorte.
    O último que sair de Belo Horizonte, que dê descarga (se funcionar), apague a luz e feche a porta.
    Lave as mãos… Questão de higiene.

  4. Kalil deveria organizar uma “excursão” de suas “equipes de gestores”- Secretários disso e daquilo,Presidentes de empresas de fachada,alguns vereadores e assemelhados,etc. à Venezuela, para que eles possam ver e sentir na prática o resultado das políticas que pretendem aplicar aqui.Em lá chegando,terão uma oportunidade ímpar de vivenciar o ‘modelo’ perfeito do Urbanismo Bolivariano Raiz que,ao fim e ao cabo,é o que mais lhes interessa.

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