Médico de BH convida Bolsonaro para seguir exemplos do Presidente JK

O artigo é de autoria do Médico Oncologista André Murad. Cidadão atuante, tem opiniões fortes, autonomia e muita lucidez. Ele milita em causas sociais e políticas, crítico da esquerda, foi um dos primeiros cidadãos a declarar apoio ao então deputado Jair Bolsonaro, quando ele nem imaginava ser candidato a presidente. O médico é defensor da direita e do liberalismo, dos bons costumes, acha que o mérito é quesito essencial para o exercício da política e da coisa publica. Combate em suas redes sociais o discurso do atraso defendido pela esquerda. Para ele o país precisa sair da mediocridade, e iniciar um ciclo de prosperidade que não ocorre desde o governo de JK.  André acredita que isso só será possível e factível se Bolsonaro se transformar em estadista como foi Juscelino Kubitscheck de Oliveira.

Por André Murad

Gostaria muito que o Presidente Bolsonaro saísse de seu gabinete e fosse pessoalmente visitar grandes obras, especialmente as que foram superfaturadas, maltratadas e paralisadas pelos desgovernos petistas. A presença do presidente pode parecer demagógica mas tem uma enorme simbologia para os brasileiros.

Juscelino Kubitschek de Oliveira, que foi o estadista maior de nossa história era imbatível neste quesito, chegando a dirigir ele próprio os tratores e máquinas que alavancaram o progresso de todo o país. O presidente boça nova realizou em apenas cinco anos, mais do que qualquer outro governante, tendo o apoio da população em todas as suas decisões. Nenhuma obra ficou inacabada!

Tenho curiosidade de saber por exemplo, como andam as obras de transposição do Rio São Francisco. Há várias versões, desde que estão desabando, se perdendo e que estão matando o Velho Chico, até que já levam água a várias comunidades do sertão nordestino. Por que não Bolsonaro assumir pessoalmente esta responsabilidade? Que tal encarnar o papel do presidente zeloso, presente e atento, e o maquinista das obras e das grandes realizações?

Vamos lá presidente, bora ganhar a estrada! Esteja mais perto do povo, sinta seu drama, suas carências e anseios! Seja o próprio protagonista desta retomada do nosso crescimento: Fuja um pouco dos gabinetes com ar condicionado e do ambiente virtual das redes sociais e vá comer um tanto de poeira! Isso faz muito bem para a saúde, para o progresso, para o desenvolvimento e para a democracia! Precisamos e ansiamos novamente por um 40 anos em 4! Mãos à obra! O Brasil decente está com você!!!! O Brasil decente conta com você!!!!

André Márcio Murad

Medico Oncologista em BH

8 comentários em “Médico de BH convida Bolsonaro para seguir exemplos do Presidente JK

  1. O Bolsonaro não é super homem!Tem uma esquerda desesperada atrás dele 24 horas por dia inventando todo tipo de tramas para destruí-lo,Tem uma reforma da previdência com todo tipo de chantagens que recebe o tempo todo,para ser feita!
    Com certeza visitará obras e muitas outra ações serão tomadas!Mas ele precisa de fôlego!Uma coisa de cada vez!!!

    • Concordo com você! Na verdade ele não conseguiu mostrar ainda “à que veio”, não por si, parece que faz parte de uma trama, não deixá-lo sair do lugar.

  2. Entendo plenamente a sugestão do Dr. Murad e estou de acordo com as colocações dele.
    O nosso Presidente tem toda a confiança das pessoas de bem deste País, qualquer comentário ao contrario sabemos que é originado daqueles oportunistas maus brasileiros.
    Sugerimos ainda ao nosso Presidente para ter muito cuidado nas suas palavras, pelo fato de termos no Brasil um exercito de extrema esquerda que perderam as tetas, em cruzadas para derruba-lo, porem, sabemos que isso é impossível, mas o desgaste dificulta suas ações que sabemos ser vitais para o progresso da Nação. Boa sorte Presidente Bolsonaro, Deus a cima de tudo, este é o lema mais simples e poderoso que já vi.

  3. Opa!
    Há uma incompatibilidade abissal por aí. Um hiato gigantesco.
    Pedir a Jair Bolsonaro – admirador confesso do período da ditadura militar e dos militares que comandaram esse tempo – que faça como Juscelino Kubitschek, que foi injustamente perseguido, acusado, caluniado, prejudicado, maltratado, torturado, usurpado, cassado – implacavelmente e sem motivos, apenas por desrespeito, desconsideração, despeito, inveja, incapacidade de conciliação, desequilíbrio, fogueira de vaidades, por um ressentimento incontrolável, inimizade – por esses mesmos militares…
    Sinto muito. É impossível a prática do reconhecimento e da ação – em igualdade.
    Até da lembrança.
    Jair Bolsonaro não seria humilde e não chegaria a tanto.
    Precisaria de muita, mas muita grandeza.

    Jamais reconhecerão o bem que Juscelino Kubitschek fez a esta nação.
    Aliás, eles se esforçarão e farão o pior.
    Eles esforçarão ao máximo para tentar macular sua história e apagá-la.
    O bom disso tudo é que, quem ousar – tentar – manchar a história de Juscelino Kubitschek será completamente varrido pelo tempo.
    Eu já vi e já presenciei exemplos dessa situação.
    O bom é que Juscelino vive e está latejando no Brasil, cobrando reparação.
    E o Brasil está pedindo socorro! 1965 vive! Exatamente o ano em que ele voltaria à Presidência da República para concluir – o que um ano antes lhe impediram de fazer, principalmente na área de educação.

    Sabem do que eu mais tenho saudades de Juscelino Kubitschek, mesmo sem ter a oportunidade e a felicidade de um cidadão contemporâneo de sua administração? Pois não é da sua administração. É de sua atuação como cidadão e médico em Belo Horizonte. Que cidadão! Que exemplo!

    Em tempo: o nome de Juscelino Kubitschek de Oliveira foi incluído no Livro de Aço, dos Heróis e Heroínas da Pátria, depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília, reconhecido expressamente pela Lei nº 13.766, sancionada em 18 de dezembro de 2018.

    Caberia no mínimo, uma homenagem.
    Ainda há tempo de fazê-la. Se conseguirem e tiverem coragem.
    Eu acho que não conseguiriam, nem teriam coragem.

  4. Boa noite Dr. André. Vosso artigo é extremamente pertinente. Os governantes só ganham a estrada nos conluios de campanha e se esbaldam das benesses dos cargos políticos. Enquanto nós, contribuintes, por vezes desempregados e obrigados a exercer o papel de cidadão, temos q engolir decisões basicamente políticas e não as que busquem o bem estar social.

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