Legado da esquerda nas universidades brasileiras é nefasto

O texto a seguir vai assinado pelo autor, não é de minha autoria, mas representa a realidade das universidades brasileiras, com raríssimas exceções. O Brasil é um país capitalistas, mas as universidades estão formando cabeças socialistas para um mercado cada vez mais concorrido, um desserviço para as futuras gerações.

“O maior crime da esquerda não foi o mal exemplo ao se aliar aos partidos corrompidos no Mensalão e no Petrolão, foi o derretimento dos cérebros de universitários ingênuos e inexperientes, que foram transformados em estudantes teleguiados a serviço de um plano de poder que eles nem mesmo são capazes de entender.

As universidades viraram fábricas de pessoas incapacitadas para a compreensão da realidade, uma usina de distorções  mentais que tem produzido uma geração de militantes incapazes de pensar fora do consenso da manada, uma máquina que anualmente despeja jovens inseguros e arrogantes que não conseguem pensar de forma independente porque foram moldados de maneira a depender do pensamento grupal, autômatos.

A essência do apoio que Fernando Haddad recebe dos jovens universitários é a necessidade de pertencimento a um grupo, elemento psicológico que foi cuidadosamente trabalhado pelos professores petistas e por programas como Malhação”. O texto é de Alexandre Costa, que também é autor dos livros: Nova Ordem Mundial e Bem-vindo ao Hospício, cuja leitura eu recomendo.

A desarticulação deste cenário montado há pelo menos 30 anos e alimentado por partidos de esquerda desde meados da década de 80, do século passado, levará tempo e exigirá estratégias muito bem elaboradas, pois o ambiente acadêmico tornou-se núcleo de disseminação ideológica e não mais do livre pensamento apartidário. Mais importante do que a formação cidadã que possibilita a consciência crítica, a autonomia, as universidades estão formando ativistas autômatos. Uma covardia em nome de projetos fracassados que se locupletam com a pobreza e a ignorância alheia.

José Aparecido Ribeiro

Jornalista – DRT 17.076 – MG

jaribeirobh@gmail.com – 31-99953-7945

6 comentários em “Legado da esquerda nas universidades brasileiras é nefasto

  1. TEXTO ESPETACULAR E VERDADEIRO OS IMBECIS COM FORMACAO ACADEMICA BASTANTE DUVIDOSA E FRACA SAO EXATAMENTE ASSSIM CORDEIROS ADESTRADOS PARA SEGUIR CO
    MO BANDO QUE SAO AS IDEIAS FRACASSADAS DE SEUS “LIDERES” ULTRAPASSADOS.

  2. NÃO SE PODE GENERALIZAR. MAS 95% DESTA GERAÇÃO FOI TRATADA E DOUTRINADA ASSIM, PRINCIPALMENTE PELA ESCOLAS PÚBLICAS. LAMENTÁVEL TERMOS FUTUROS PROFISSIONAIS SEM NENHUMA ESTRUTURA PARA O PROGRESSO DA SOCIEDADE.

  3. Fico extremamente triste, em ver o PT agindo nos cérebros de nossos jovens inexperientes, que foram transformados em estudantes a serviço de um plano de poder que eles nem mesmo são capazes de entender.

  4. Finalmente, emerge uma voz sensata que estava mergulhada neste mar imundo da hipocrisia da esquerda, que inundou todos os cantos da sociedade brasileira. Felizmente, estas águas estão recuando e o verdadeiro caminho do respeito ao contraditório está ressurgindo.

  5. Digo com convicção que a minha opinião é exatamente a mesma do autor!Este é o maior crime cometido contra o país e contra o povo brasileiro!Na verdade tenho que colocar o verbo no presente; cometem contra o povo brasileiro!Do fundamental às Universidades continuam espalhando esta doutrinação destruidora e agora com mais pressa ainda porque sabem que muito em breve vão ser interrompidos.
    Pelo menos é o que todos que têm cabeça pensante esperam!

  6. Chamam de doutrinação o desenvolvimento de senso crítico. Um dos papéis das universidades é justamente ensinar às pessoas pensarem de forma crítica e reflexiva sobre o mundo que a cerca. O resultado dessa reflexão, se existe, é diverso. E não poderia ser de outro modo, afinal, o que mais existe nesse mundo é diversidade. Se as universidades públicas, principalmente, tem posturas, digamos, mais à esquerda nas questões políticas, é porque tradicionalmente são as esquerdas que mais questionam as condutas do Estado, evidenciam as questões sociais prioritariamente às questões econômicas, debate mais as questões de caráter coletivo e público. A universidade admite, facilita e incentiva a diversidade. Por isso, nela também existem correntes de pensamento da direita, neoliberais, etc. Seriam essas correntes doutrinações também? Se assim for, elas também devem ser combatidas, na lógica proposta no texto do blogueiro. É claro que isso não é desejável.
    E vale lembrar ainda que se o debate e as questões sociais não são, por excelência, realizados nas universidades privadas é porque estas tem sua própria doutrinação (?): a simples formação de obra para o mercado de trabalho. Isso basta? Se doutrinada para isso, com certeza.

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