Yamamoto, quem diria…

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O japonês Sakon Yamamoto faz parte do grupo de chicanes móveis vindas do Oriente nos últimos anos para o Mundial de Fórmula 1 – não chegou ao cúmulo de ser gentilmente convidado a deixar o cockpit como o compatriota Yuji Ide, mas quase. No mínimo, não dá a menor saudade, especialmente porque o país do Sol Nascente produziu coisa muito melhor pouco depois, como Kamui Kobayashi (até mesmo Kazuki Nakajima-San era mais razoável e digno de um grid de GP do que Sakon, cujo grande mérito é o de ser filho da dona de uma gigantesca rede de clínicas de meditação e tratamento).

Pois eis que, na onda do bem bolado projeto “F-1 on the rocks”, que leva algumas das principais bandas da música pop mundial às cidades que recebem o campeonato, vem a notícia. Em Milão, depois do GP da Itália, o responsável por fazer a torcida balançar o esqueleto será o grupo Jamiroquai, comandado pelo folclórico Jay Kay, fã declarado das Ferraris, a ponto de incluí-las nos clipes e ter várias na garagem. E quem fará a discotecagem para aquecer os motores? Sim, ele mesmo, o DJ Sakon Yamamoto. Que, para o bem da velocidade, parece ter encontrado outra ocupação. Totalmente o contrário de Raul Boesel, que foi campeão mundial de protótipos e brilhou nos EUA para, então, se dedicar às picapes. Não as de quatro rodas, bem entendido, mas aquelas em que os bons e velhos discos de vinil dão origem às mais inesperadas combinações musicais. Antes assim…

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