UM GALPÃO QUE É PURA TRADIÇÃO

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Da série “uma imagem vale mais que mil palavras”. Taí um galpão que é o sonho de quem gosta de Fórmula 1, mesmo com ordens de equipe, mensagens mais ou menos cifradas para que o brasileiro do time abra passagem para o companheiro, e coisas do gênero. Quem vai a Maranello pode conhecer a Galeria Ferrari, onde estão os mais representativos carros (de rua e competição) da Scuderia ao longo de suas seis décadas. Mas o salão da foto fica meio incógnito, distante dos olhares indiscretos e próximo do Reparto Corse, a fortaleza em que os comandados por Stefano Domenicalli fazem seu trabalho. E esse monte de máquinas tem donos, que usam a estrutura como uma espécie de “estacionamento”, e brincam de pilotos de F-1 em eventos promovidos pela própria Ferrari nos autódromos da Europa. Por uma questão de sigilo industrial, o time do Cavallino Rampante só vende modelos com três ou mais anos de vida, e o preço depende do “pedigree” do chassi. Se levou Michael Schumacher a vitórias marcantes ou algum título, custa muito mais caro do que se era uma “simples” versão de testes, Uma oficina dedicada à recuperação e manutenção das máquinas, parte do departamento “Corse Clienti” permite a reparação com componentes originais, e seguindo à risca as especificações do projeto. Uma forma de perpetuar a tradição ferrarista e, porque não, recuperar boa parte do investimento feito para brigar por vitórias e títulos..

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