Um Duster que virou Mini… para subir o morro

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Estou pra dizer que a quantidade de posts sobre a subida de montanha de Pikes Peak (PPIHC, na longa sigla original) já é tanta que permitiria criar um blog apenas para falar da “corrida para as nuvens”, como se convencionou chamar o quase centenário espetáculo no Colorado (EUA). Olha que agora as 156 curvas estão asfaltadas, mas vento, frio, os 4.301m de altitude na linha de chegada e o baile arriscado entre os penhascos continuam ganhando adeptos, candidatos à vitória, fãs pelo mundo. Um evento que não vale pontos para qualquer campeonato mas, justamente por isso, como as 500 Milhas de Indianápolis, o Rali de Montecarlo ou as 24h de Le Mans e as 12h de Sebring, tem a importância de toda uma temporada.

Anteontem a Peugeot revelou as primeiras imagens de seu protótipo, o 208 T16, que será empurrado rumo ao topo por Sebastien Loeb. Pois o contra-ataque francês está marcado, e com arma à altura, ainda que sem suporte oficial. Há quatro anos Jean-Philippe Dayraut, então com o suporte da Renault, concebeu um engenho com casquinha de Dacia Duster e o chassi empurrado por um V6 de origem Nissan que, com os devidos turbos, beirou os 900cv. O monstro foi vice-campeão em 2011, vem sendo aprimorado desde então pela turma da Tork Engineering, uma das mais competentes estruturas de competição da Europa e… ganhou a cara de Mini Countryman para desafiar sua majestade Loeb em 30 de junho. Com direito a 950 cavalinhos despejados no eixo traseiro, sobre o qual está o generoso propulsor…

 

Ficou assim…

         Era assim…

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