Tem novidade nas páginas (e as palmas para quem merece)

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Caso o leitor (especialmente o mineiro, que foi quem começou a acompanhar a coluna na internet, depois o blog) não saiba – e é possível que não saiba – a partir de amanhã a Coluna Sexta Marcha, que há mais de um ano acompanha a cobertura dos GPs no Correio Braziliense, passa a ser publicada também no Estado de Minas. O que só aumenta a responsabilidade. Mas a proposta continua sendo a mesma: aproveitar as corridas apenas como ponto de partida para uma história, uma curiosidade, algo que não necessariamente tenha aparecido na TV. Para quem é de outros estados, ou está em outros países, continua o compromisso de reproduzir aqui o texto, e o espaço aberto para que você opine, critique, sugira, puxe a orelha. O blog continua falando de tudo que tenha rodas e motor – felizmente assunto não tem faltado, e tudo indica que nunca faltará…

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De carona no post, e antes de falar sobre o que houve em Nurburgring – foi uma corrida movimentada, com lances interessantes, mas um desfecho inesperado (será que dá para acreditar em virada no campeonato por um quarto lugar de Sebastian Vettel?) – aproveito para elogiar quem merece. Vários pilotos brasileiros que mantêm suas carreiras na base da garra, já que o dinheiro não sobra, e o apoio muito menos, seguem fazendo bonito nas pistas do mundo. Caso de Rafa Matos, que não se deu por vencido com a mudança de planos da equipe AFS Racing e, à espera de dias melhores, não tem ficado sem “trabalho” aos domingos. Emprestou a competência habitual à modesta equipe Starworks que disputa a série Grand-American de Resistência e levou o protótipo Riley Ford à quarta posição no circuito de Milville. Em Brands Hatch, o também mineiro Victor Corrêa venceu a segunda corrida da rodada dupla do European F-3 Open, com o Dallara da equipe Wes-Tec. E ainda teve Jaime Melo, Bruno Junqueira, Yann Cunha, Fábio Gamberini. Feras com maior ou menor experiência, mas que felizmente insistem em seguir acelerando, mesmo porque têm talento de sobra. É de tirar o chapéu e bater palmas.

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