Stock em duplas: ideia boa, resultado nem tanto…

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Assim que a organização do Brasileiro de Stock Car revelou as novidades no regulamento e abriu espaço para uma prova em duplas, este que vos escreve torceu o nariz para parte da iniciativa. Incluir pilotos convidados é algo digno de elogios, mas logo na primeira etapa e, ainda por cima, brigando por pontos, não parece ter sido a solução mais inteligente. Lembro que ainda ano passado comentei sobre a ideia de transformar a Corrida do Milhão num evento festivo, com o dinheiro como único objetivo – neste caso seria possível sonhar com feras de todas as partes do mundo, acostumadas à categoria ou não. Na V8 Supercars australiana ou na Super TC2000 argentina as equipes convocam craques das mais diversas procedências – Alain Menu, Gabriele Tarquini, Jacques Villeneuve, Rob Huff, Yvan Muller, Sebastien Bourdais ou Scott Dixon são apenas alguns deles. E vários brasileiros (Cacá Bueno, Thiago Camilo, Max Wilson) tiveram a chance de acelerar no país vizinho.

Lógico que a ideia era essa mas, até por conta da posição no calendário (23 de março), será complicado apostar em muitos gringos. O que acontece é que os times preferem chamar gente que já passou pela Stock, e por isso, gente como Bruno Senna, Chico Serra ou Felipe Maluhy (todos feras, diga-se de passagem), vai completar o grid. Ok, não desrespeita as regras, mas o espetáculo (e mesmo a repercussão internacional) acabam perdendo. O que é uma pena…

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