Será?

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Quem levantou a bola foi o norte-americano John Dagys, simplesmente o cara (ou um deles) em se tratando da endurance internacional. Periodicamente a FIA atualiza seu ranking de pilotos, que serve de base para a montagem dos times nas categorias que envolvem profissionais e amadores (LMP2/GTEAm/GT3/GTD) nas competições chanceladas pela entidade – em especial o Mundial (FIA WEC). E a última versão da lista, revelada dia 11, inclui um certo Emerson Fittipaldi. Ora, quem não quer correr não está entre os citados, o que quer dizer que há fumaça e muito provavelmente fogo. E onde mais o bicampeão mundial de F-1 e das 500 Milhas de Indianápolis gostaria de acelerar a não ser na prova que organiza e representa, as 6h de Interlagos, dia 30 de novembro?

Daí em diante é tudo pura especulação, mas não custa lembrar que ano passado ele desenferrujou ao comandar o protótipo Dimep com direito a carona a Roberto Carlos (bicho, muitas emoções…) na própria pista paulista. E que se tem 67 anos, um certo Paul Newman correu em Daytona com 80. Talvez um protótipo de última geração (mesmo um LMP2) seja fisicamente exigente em excesso, mas nada impede a participação num GT de ponta, uma Ferrari (aí seria sensacional corrigir uma injustiça histórica, o fato de ele nunca ter corrido numa máquina com o Cavallino Rampante), por exemplo? E o sobrinho Christian é ranqueado FIA (lidera o TUSC, nos EUA). O neto Pietro ainda é novo demais para encarar uma maratona destas, mas ainda tem o irmão Wilsinho, o genro Max Papis… É torcer para que se concretize, seria sensacional… Em tempo, Emmo foi caracterizado como piloto Bronze, por conta da inatividade e da idade…

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