SEIS POR MEIA DÚZIA… INFELIZMENTE

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Falta apenas a confirmação oficial, mas o italiano Vitantonio Liuzzi é o mais novo desempregado da Fórmula 1. Pouco adiantou marcar pontos constantemente, fazer bom uso do equipamento que a Force India pôs à sua disposição, interesses são interesses. E o problema da história nem é que o substituto não mereça sua vaga no circo – o escocês Paul di Resta, campeão do DTM, é um diamante bruto à espera de lapidação. A questão é que, por mais que três novos times tenham aumentado o mercado de trabalho, gente boa de braço está perdendo a vaga para gente boa de braço – é o mesmo caso da Williams, que dispensou Nico Hulkenberg, pole no Brasil em sua temporada de estreia, para dar lugar ao venezuelano Pastor Maldonado. Tudo indica que Nico será o terceiro piloto da equipe “indiana”, o que ajuda, mas não resolve. E, se serve de consolo a nós, brasileiros, que estamos vendo a representação dividida pela metade, a Itália fica com apenas um piloto (o experientíssimo Jarno Trulli). A França continua sem. E até a poderosa Alemanha perdeu gente. Novos tempos, de globalização nas pistas…

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