QUE INVEJA…

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Começou como Rali do São Francisco, transformou-se no Rali dos Sertões e, desde os primórdios, eu já me interessava pela aventura. Sonhava ver as máquinas de perto e, diante dos depoimentos de quem acompanhava a aventura como parte da caravana, me imaginava fazendo o mesmo. Não perdi tempo quando soube que uma etapa terminaria em Belo Horizonte e lá fui eu para o estacionamento do Ponteio Lar Shopping (quem é das antigas há de se lembrar), conversar com feras como André Azevedo, Juca Bala, Klever Kolberg, Bernardo “Bê” Magalhães e o espanhol Jordi Arcarons.

Desde então, até surgiram convites para ver os Sertões de dentro, mas sempre havia algo que impedia. Em 2003, por exemplo, os Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo foram disputados na mesma época, e eu fiz o favor de inocular na colega Lilian Monteiro, que seguiu Brasil afora, o “vírus do deserto” versão verde e amarela.

A admiração pela prova e por quem a encara não diminiu. Ver como mesmo alguns dos maiores nomes do fora de estrada do mundo como Carlos Sainz, Marc Coma ou David Casteu são só elogios ao rali é mais um motivo de orgulho. Confesso que queria estar em Fortaleza nesta sexta-feira para acompanhar a chegada dos “sobreviventes”. Vencedores são todos, porque encarar mais de 4 mil quilômetros em velocidades altas e com todo o tipo de obstáculo pela frente não é missão simples. O Sertões que me aguarde: um dia eu vou conferir de perto

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