Pikes Peak’2014: chegou a hora de subir o morro…

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Mudam os tempos, a terra dá lugar ao asfalto, o automobilismo está cada vez menos romântico e mais tecnológico, mas não dá para ficar indiferente ao fascínio da Subida de Montanha Internacional de Pikes Peak (PPIHC). Pelo 92º ano, bravos e loucos de todas as partes dos EUA e do mundo vão encarar um verdadeiro monumento; um desafio de 156 curvas, 19.983m de extensão e chegada a asfixiantes 4.220m de altitude, no coração do estado do Colorado. Quem já viu fotos ou vídeos sabe que boa parte do percurso não tem barreiras de proteção; que penhascos e árvores de troncos enormes estão à espreita e errar os cálculos é sinônimo de acidente sério. E é necessário pensar no funcionamento dos motores com o ar rarefeito, acertar a pressão dos pneus, a carga aerodinâmica, as suspensões para os trechos em que o piso não é dos melhores…

E pode até ser que a insana marca de 8min13s878 estabelecida pelo monstro Sebastien Loeb e seu Peugeot 208 T16 Proto para escalar a montanha que homenageia o general e explorador Zebulon Pike não seja batida, mas há um troféu para o mais rápido esperando no topo. E pilotos craques nas mais diversas categorias, máquinas desenvolvidas conforme os mais diversos espíritos, levando-se em conta que as regras são simples e cristalinas: estrutura de segurança, bancos, cintos, tudo bem montado e preso e… morro acima. Para que você tenha uma ideia da diversidade do grid e do que espera os concorrentes – só para esclarecer, os treinos são feitos por setores, para aclimatação, e é a soma deles que determina a ordem de largada no domingo…

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