Olha eu aí…

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Dizem que o jornalista nunca pode ser maior do que o fato, e quanto menos ele for noticia melhor. Mas, tem aqueles que de tanto acompanhar, contar histórias, viver momentos do lado de cá da mureta, ou na sala de imprensa, ou nos boxes, ou no meio da terra e da poeira, acabam se deixando levar pelo bichinho da velocidade. Quem acompanha o blog desde os primórdios já teve a chance de ler, ver e ouvir tudo e mais um pouco sobre a minha experiência como piloto de rali – vira e mexe eu lembro dela, tanto para mostrar que é possível mesmo quando não se nasce em berço de ouro, quanto para, quem sabe, tentar atrair o apoio de alguma alma bondosa que queira aproveitar um senhor instrumento publicitário para ter retorno, além de todos aqueles que ajudaram e continuam ajudando, que encheriam posts e posts.

Então, tem horas em que a modéstia tem de ir às favas mesmo e não há como não ficar orgulhoso por merecer algo como a reportagem que está aqui embaixo, publicada na última edição do Pauta, o jornal do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, justamente numa seção destinada aos profissionais que, fora do trabalho, correm atrás do seu sonho e lançam mão de outros dons além do de escrever e contar histórias e fatos. Para quem tanto entrevista, pergunta, imagina matérias, é bom mudar de lado por um dia que seja e ver que tudo o que foi dito, contado, está reproduzido fielmente naquele pedaço de papel. E como eu já falei umas centenas de vezes, não se trata de provar nada a ninguém, mas da sensação boa de que o que parecia tão distante, hoje é realidade, é assunto para jornal. Espero que você curta como eu curti…

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