NO MONEY, NO RACE…

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Quando surgir por aí a especulação de que um grupo norte-americano está se preparando para alinhar nos grids do Mundial de F-1, não acredite. Foi assim com a USF1, nascida com a melhor das intenções, mas disposta a jogar verde para colher maduro com os patrocinadores. Ninguém se solidarizou com a iniciativa e a escuderia morreu antes mesmo de ter nascido, assim como as pretensões da dupla Ken Anderson/Peter Windsor. Reza a lenda que eles teriam algum suporte de Chad Hurley, criador do You Tube, e um assessor deste, Parris Mullins, transformou-se no homem responsável por transformar em realidade o sonho de um time “stars and stripes”, que teria entre os investidores um certo Cypher Group. Pois bem, o grupo retirou sua inscrição encaminhada à FIA, alegando ainda não dispor do orçamento necessário para acelerar em condições competitivas. Traduzindo: como agora é exigida uma caução de US$ 39 milhões para evitar novos fiascos como o da USF1  o que equivale a mais da metade do necessário para uma temporada digna, muita gente está jogando a toalha. Caminho aberto para a dobradinha entre Jacques Villeneuve e a equipe Durango, que seguem firmes no sonho…

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