Maranello estragou a surpresa… com outra surpresa

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Corria janeiro de 2011 quando este que vos escreve apostou em um nome para a máquina da Ferrari daquele ano. Um dos detalhes mais curiosos envolvendo as máquinas de Maranello para o Mundial de F-1 é a falta de uma sequência na numeração. Só para lembrar as mais recentes, tivemos F2003GA (homenagem a Gianni Agnelli), 649, 650, F10, e por aí vai. Sempre com uma justificativa para a escolha. Pois, voltando ao início do post, há dois anos comemorava-se os 150 anos da unificação política da Itália e, considerando as ambições de Luca di Montezemolo, não seria de se estranhar. Ninguém arriscou, eu tentei (está a prova no link abaixo) e o carro daquele ano ganhou a alcunha de F150 Italia.

Este ano estava eu a tentar imaginar qual seria a novidade saída do Reparto Corse, especialmente porque na Itália, como no Brasil, o 13 não é um número muito simpático – basta lembrar que no circo não há carro 13. Poderia ser algo ligado à idade da marca, poderia ser o nome de código do projeto (664), mas não foi uma coisa ou outra. O mistério em relação à nova máquina começou a ser desfeito dois dias antes da apresentação oficial, e de modo surpreendente: o 13 está lá, acompanhado do número de cilindros (8). É saber se se vai contrariar o senso comum e trazer sorte para Alonso, Massa e os demais integrantes do time do Cavallino.

http://www.dzai.com.br/gini/blog/sextamarcha?tv_pos_id=76163

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