Leia amanhã, no Estado de Minas…

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Antes de uma agenda engraçada, já que está sendo feita de Sarno, onde acontece o Mundial de Kart (classe KF Júnior)  e a Supercopa da classe KF, um aperitivo para a edição de amanhã do Estado de Minas. Hoje eu tive o privilégio de conversar por bons minutos com um dos pilotos mais amados pelos tifosi, e também um dos mais bacanas da história recente da F-1. Que talvez tenha tido o azar de pegar uma fase complicada da Ferrari, ou de dividir grids com adversários como Mansell, Piquet, Senna, Schumacher, Prost, Berger ou Hakkinen, só para ficar nos mais baladados exemplos. Nenhum lugar melhor do que a Itália, que é praticamente a segunda pátria deste filho de imigrantes sicilianos, que nasceram Alessi, e viraram Alesi do outro lado da fronteira, para constatar o carinho e a admiração dos tifosi.

Sim, Jean venceu apenas um GP em 202, mas quem se lembra da estreia com a Tyrrell em Paul Ricard e um quarto lugar impressionante para aqueles tempos sabe que ele tem lugar entre os grandes. E ele faz parte de um time em que faltam vários nomes que mereciam, e não conseguiram. Hoje é “apenas” o pai de Giuliano, que dá seus primeiros passos no esporte, com o capacete do pai (sim, o prata com azul e vermelho, sem qualquer modificação, o que é uma senhora homenagem e, ao mesmo tempo, um senhor peso). Bom o que ele acha dessa história, e mesmo da parceria entre Alonso e Räikkönen ano que vem na escuderia que conhece tão bem. Para quem não tem acesso ao jornal, o blog reproduz, que é para ninguém perder. Aliás, eu testemunhei uma imagem que merecia foto, mas faltaram câmera e celular. Fim de jantar no simpático restaurante “Il Cavallino” (nenhuma referência à Ferrari, por incrível que pareça), eis que entram Alesi e Michael Schumacher. A reação dos italianos foi qualquer coisa de impagável, querendo se beliscar para acreditar que era verdade. Tudo bem que nem é preciso dizer quem dá um banho de simpatia e quem nem tanto, mas sete títulos e 91 vitórias não são algo a se desprezar…

 

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