GANHANDO ASAS

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Não, não se trata de nenhum post envolvendo a Red Bull, ou mesmo a Toro Rosso, as duas escuderias que representam a bebida energética que “dá asas”. Mas os paralelos entre o automobilismo e a aviação existem desde que os aviões ganharam o céu e os carros, a pista. Afinal, o que são os aerofólios, senão asas de avião invertidas para grudar as máquinas ao solo? Ou quem nunca ouviu o comentário de que, nas retas de circuitos como Indianápolis ou Fontana, os carros atingiam velocidades “de Boeing 747 decolando”, sem exagero?.

É o caso então de acompanhar as imagens do link abaixo. Trata-se da segunda prova da rodada dupla da F-2 no circuito de rua de Marrakech, no Marrocos. A câmera está no carro do inglês Paul Rees e mostra o momento em que o angolano Ricardo Teixeira, que na corrida anterior conquistara seu melhor resultado na categoria, decola e completa uma série assustadora de capotagens até parar. Felizmente ele sai sem grandes ferimentos, apenas com um susto do tamanho do mundo. Mas preste atenção no quadrinho pequeno. Depois veja o efeito de boliche provocado no restante do pelotão. Quando se pensa que, ano passado, uma roda solta numa prova da mesma categoria em Brands Hatch provocou a morte de Henry Surtees, filho de John Surtees, é de respirar aliviado. Os carros podem até voar, mas no chão.

http://www.youtube.com/user/FIAFormulaTwo#p/u/0/ptmg3Q0sqWI

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